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	<title>Obreiros de Irajá &#187; música</title>
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	<description>Augusta Respeitável Loja Maçônica Obreiros de Irajá</description>
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		<title>Irmão</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 19:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Origem da Palavra Irmão
“O maior cargo em maçonaria é o de verdadeiro Irmão.”
Curioso, no entanto, é que ao sermos reconhecidos como Irmãos, o outro abre o sorriso e os braços, como se fosse um velho conhecido.
Esse é um sentimento de irmandade, é muitas vezes, mais forte que entre Irmãos de sangue.
 
Meu Irmão, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A Origem da Palavra Irmão<br />
“O maior cargo em maçonaria é o de verdadeiro Irmão.”</strong></p>
<p><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/esquadro-e-compasso.41.jpg"><img class="size-full wp-image-6747  aligncenter" title="esquadro e compasso.4" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/esquadro-e-compasso.41.jpg" alt="" width="212" height="238" /></a>Curioso, no entanto, é que ao sermos reconhecidos como Irmãos, o outro abre o sorriso e os braços, como se fosse um velho conhecido.</p>
<p style="text-align: center;">Esse é um sentimento de irmandade, é muitas vezes, mais forte que entre Irmãos de sangue.<br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Meu Irmão, se eu me esquecer de você, nunca se esqueça de mim! Conte comigo. Eu conto consigo.</strong></p>
<p>Fraterno é aquilo que se refere ou pertence ao irmão, frater, em latim&#8230; Fraterno: do latim fraternu, declinação de fraternus, fraterno, relativo ou pertencente a irmão, frater, em latim, com o significado adicional de afetuoso, ou cordial, amigável, como se supõe que seja o convívio entre irmãos. Frater veio do grego phrater, ambos radicados no sânscrito bhratar, origem também do gótico brothar, do inglês brother e do alemão Bruder. Em português, irmã formouse de irmão, mas em outras línguas a palavra está radicada também no sânscrito svásar, que deu sister, em inglês, Schwester, em alemão, syster, no sueco, sestrá, no russo, éor, no grego, hermano no espanhol, soror no latim. No português, sóror é título para irmãs, freiras professas, madres, cujo masculino pode ser irmão, embora o mais usado seja frei. Quando os falantes da gíria atual dizem bróder, do inglês brother, sem o saberem pronunciam uma palavra semelhante ao sânscrito bhratar, mãe de todas estas formas para irmão.</p>
<p>&#8230;Por associação de idéias, passou a significar afetuoso, como tende a ser o relacionamento entre irmãos.</p>
<p>Os membros da Maçonaria, unidos pelo Amor Fraternal, qualquer que seja o seu grau, dão–se o tratamento de “Irmão”. É o título que geralmente se dão, mutuamente, os religiosos de uma mesma Ordem e de um mesmo convento e também os membros de uma mesma associação.</p>
<p>Esse tratamento existe em todas as sociedades iniciáticas e nas confrarias, em que o seu significado é a condição adquirida com a participação de um mesmo ideal baseado na amizade. É o tratamento que se davam entre si os maçons operativos.</p>
<p>A origem do cordial tratamento de “Irmão” afirma que esse tratamento foi adotado, e nunca mais olvidado pelos maçons, desde os tempos de Abraão, o velho patriarca bíblico. Reza a história que estando ele e sua mulher Sara no Egito, lá ensinavam as 7 ciências liberais (gramática, lógica e dialética, matemática, geometria astronomia e música), e contou entre os seus discípulos com um de nome Euclides. Tão inteligente que não demorou nada em tornar-se mestre nas mesmas ciências, ficando por isso bastante afamado como ilustre personagem.</p>
<p>Então Euclides, a par com suas aulas estabeleceu regras de conduta para o discipulado; em primeiro lugar cada um deveria ser fiel ao Rei e ao país de nascimento; em segundo lugar, cumpria-lhes amarem-se uns aos outros e serem leais e dedicados mutuamente. Para que seus alunos não descuidassem dessas últimas obrigações, ele sugeriu a eles que se dessem, reciprocamente, o tratamento de “Irmãos” ou “Companheiros”.</p>
<p>Aprovando inteiramente esse costume da escola de Euclides, a Maçonaria resolveu sugeri-lo aos seus iniciados, que o receberam com todo agrado, sem nenhuma restrição, passando a ser uma norma obrigatória nos diversos Corpos da Ordem.</p>
<p>De fato, traduz uma maneira de proceder muito afetiva e agradável a todos os corações dos que militam em nossos Templos. Assim passaram os Iniciados ao uso desse tratamento em todas as horas, quer no mundo profano, quer no maçônico.</p>
<p>O Poema Regius, que data do ano de 1390, aconselha os operários a não se tratarem de outra forma senão de “meu caro Irmão”. Por isso o tratamento de Irmão dado por um maçom a outro, significa reconhecimento fraternal, como pertencente à mesma família.<br />
Os maçons são Irmãos por terem recebido a mesma Iniciação, os mesmos modos de reconhecimento e foram instruídos no mesmo sistema de moralidade. Além da amizade fraternal que deve uni-los, os maçons consideram-se Irmãos por serem, simbolicamente, filhos da mesma mãe, a Mãe-Terra, representada pela deusa egípcia Ísis, viúva de Osíris, o Sol, e a mãe de Hórus.</p>
<p>Assim os maçons são, também, simbolicamente, Irmãos de Hórus e se autodenominam Filhos da Viúva.</p>
<p>Durante a Iniciação ao recipiendário, seus novos Irmãos juram protegê-lo sempre que for preciso. A partir daquele momento, todos que a ele se referem o tratam como Irmão. Os filhos de seus novos Irmãos passam a tratá-lo como “Tio” e as esposas de seus Irmãos passam a ser sua “Cunhada”. Forma-se nesse momento um elo firme entre o novo membro da Ordem e a família maçônica.</p>
<p>A Maçonaria não reconhece qualquer distinção entre raças, crenças, condições financeiras ou sociais entre seus obreiros. Há séculos vem a Sublime Instituição oferecendo a oportunidade aos homens de se encontrarem e colherem os frutos do prazer de conviver sempre em paz, em união e concórdia, como amigos desinteressados, dentro de um espírito coletivo voltado à prática do bem, guiados por rígidos princípios morais, sem desavenças e dissensões.</p>
<p>Os membros de nossa Ordem aprendem a destruir a ignorância em si mesmos e nos outros; a ser corajosos contra suas próprias fraquezas, lutar contra seus próprios vícios e também contra a injustiça alheia.</p>
<p>São estimulados a praticarem um modo de vida que produza um nível elevado em suas relações com seus Irmãos, aos quais dedicam amizade sincera e devotada. São fiéis cumpridores de todo dever cujo cumprimento lhes seja legalmente imposto ou reclamado pela felicidade de sua Pátria, de sua Família e da Humanidade.</p>
<p>Jamais abandonará sua prole, seus Irmãos e seus amigos, no perigo, na aflição ou na perseguição. Sobre o coração do maçom está o símbolo do amor, da amizade, da razão serena e perseverante.</p>
<p>O que o distingue na vida profana é sua aversão à iniqüidade, à injustiça, à vingança, à inveja e à ambição, sendo ele constante em fazer o bem e em elogiar seus Irmãos.</p>
<p>O verdadeiro Irmão é aquele que interroga sua consciência sobre seus próprios atos, pergunta a si mesmo se não violou a lei da justiça, do amor e da caridade em sua maior pureza; se não fez o mal e se fez todo o bem que podia; se não menosprezou voluntariamente uma ocasião de ser útil; se ninguém tem o que reclamar dele. E quando não tem uma palavra que auxilie, procura não abrir a boca… (Se for falar, cuida para que suas palavras sejam melhores que o seu silêncio).</p>
<p>O Irmão, possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperança de recompensa, retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seu interesse à justiça.</p>
<p>Ele é bom, humano e benevolente para com todos, sem preferência de raças nem de crenças, abraça o branco e o preto (pois não é a cor, mas sim o talento e a virtude que faz um homem elevarem-se por sobre os demais), o rico e o pobre, o jovem e o velho, o sábio e o ignorante, o nobre e o plebeu, porque vê Irmãos em todos os homens.</p>
<p>Porém, devemos observar que nem o rico, o príncipe ou o sábio, devem “descer” para o nivelamento. Não descendo ao nível deles, mas sim, ajudando-os a se levantarem e poderem melhor enxergar o horizonte. É caminhando que se faz o caminho. Pensando, agindo, sentindo, sofrendo, aprendendo e corrigindo. Fazendo melhor em seguida. Se comprometendo a sempre ensinar aos capazes, o que se aprendeu. Capacitando-os. Perpetuando a GNOSE adquirida.</p>
<p>O verdadeiro Irmão não tem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; compreendendo, nem condena. Portanto perdoa, e anula as ofensas, e não se lembra senão dos benefícios que já tenha recebido, porque sabe que com a mesma sábia compreensão que deixou de condenar, assim será tratado intimamente, na sua própria causa de compreensão, como réu de sua consciência, quando essa lhe julgar.</p>
<p>Não se compraz em procurar os defeitos alheios, nem em colocá-los em evidência. Se a necessidade a isso o obriga, procura sempre motivar o bem que pode atenuar o mal.</p>
<p>Não se envaidece nem com a fortuna, nem com as vantagens pessoais, porque sabe que tudo o que lhe foi dado apenas o direito da posse, pertence ao mundo e por poder dessa força natural, se desmerecido, tudo pode lhe ser retirado.</p>
<p>Se a ordem social colocou homens sob sua dependência, ele os trata com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante o Grande Arquiteto do Universo; usa de sua autoridade para erguer-lhes o moral e não para esmagá-los com o seu orgulho; evita tudo o que poderia tornar sua posição subalterna mais penosa.</p>
<p>O subordinado, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e tem o escrúpulo em cumpri-los conscienciosamente.</p>
<p>O verdadeiro Irmão respeita em seus semelhantes todos os direitos dados pelas leis da Natureza, como gostaria que os seus fossem respeitados.<br />
Aplicando os ensinamentos maçônicos, tanto no interior dos Templos como no seio da sociedade profana, dentro de suas possibilidades, colabora para a edificação do Templo da civilização humana.</p>
<p>Afinal, se cultiva a liberdade, a igualdade e a fraternidade, tem por obrigação, abrir mais os seus braços, entrelaçar seus Irmãos e oferecer sua convivência fraterna, sua influência, seu trabalho de auxílio, com harmonia, paz, concórdia e fraternização, dentro e fora do Templo.</p>
<p>Enfim, o verdadeiro Irmão saberá fazer o Bem sem ostentação, mas não sem utilidade para todos. Onde quer que o pobre reclame o combate sem descanso aos exploradores dos fracos, o auxílio e proteção à criança ou à mulher, o Irmão é obrigado a fazer obra maçônica. É-lhe proibido fechar os olhos aos deserdados da sorte.</p>
<p>Nossa Ordem precisa de Irmãos verdadeiros, aqueles que têm orgulho de pertencerem à Sublime Instituição e estão dispostos a sacrifícios pessoais em benefício dela.</p>
<p>O Grande Arquiteto do Universo, que é DEUS, ouve nossos rogos e nos mostra o caminho que a Ele conduz, continua a nos proporcionar a dádiva da aproximação de valorosos Irmãos que nos socorrem em nossas dificuldades, se interessa por nós, nos escrevem, telefonam para saber como estamos, trocam e-mails e assim, não nos deixam experimentar a depressão e a solidão.</p>
<p>Nossas Lojas Maçônicas são portos seguros, colos de mãe para enxugamento das lágrimas e o consolo de nossas dores, num ambiente de luz, paz e amor, pois é sublime reunir em seu seio, católicos, evangélicos, espíritas, maometanos, israelitas, budistas, e a todos dizer: “Aqui vossas disputas não encontrarão eco. Aqui, não ofendereis a ninguém e ninguém vos ofenderá.”</p>
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		<title>O Rei do Baião / Gonzagão</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 19:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Rei do Baião / Gonzagão
Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o &#8220;Rei do baião&#8221;




Iniciou na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O Rei do Baião / Gonzagão</strong></p>
<p style="text-align: center;">Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o <strong>&#8220;Rei do baião&#8221;</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Luiz-Gonzaga.2jpg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6499" title="Luiz Gonzaga.2jpg" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Luiz-Gonzaga.2jpg.jpg" alt="" width="500" height="508" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Iniciou na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do Governador, do Rito Moderno ou Francês.</p>
<p style="text-align: left;">Elevado  ao Grau de Companheiro Maçom, no dia 14 de dezembro de 1971;</p>
<p style="text-align: left;">Exaltado ao Grau de Mestre, no dia 05 de dezembro de 1973.</p>
<p style="text-align: left;">Nos Graus Filosóficos iniciou no Grau 04, no dia 10 de agosto de 1984, no Sublime Capítulo Paranapuan, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil do Rito Moderno.</p>
<p style="text-align: left;">A música Acácia Amarela foi composta em 1981. O Irmão Luiz Gonzaga achou oportuno fazer uma homenagem a Maçonaria e elaborou a letra e o tema musical.</p>
<p style="text-align: left;">O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia. Encerrado os trabalhos a música foi incluída no CD “O Eterno Cantador” do selo BMG-RCA, com arranjo de Orlando Silveira e vocal de Luiz Gonzaga.</p>
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		<title>As Sete Ciências e Artes Liberais do Mundo Antigo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 18:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
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São elas:
DIALÉTICA, 
RETÓRICA, 
MÚSICA e 
ARITMÉTICA 
que formavam o QUADRIVIUM;
GEOMETRIA era a QUINTA CIÊNCIA, que, por muito tempo, simbolizou a Maçonaria, Deus, o Grande Geômetra e a Letra &#8220;G&#8221; o grande Símbolo da Maçonaria, pois era a inicial da palavra
GEOMETRIA, 
GRAMÁTICA, 
ASTRONOMIA. 
Existe uma gravura, muito conhecida, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>As Sete Ciências e Artes Liberais do Mundo Antigo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/JPEG-Image-10971201.jpg"><img class="size-full wp-image-6366    aligncenter" title="JPEG Image (10971201)" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/JPEG-Image-10971201.jpg" alt="" width="118" height="121" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/JPEG-Image-10959081.jpg"><img class="size-full wp-image-6367    aligncenter" title="JPEG Image (10959081)" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/JPEG-Image-10959081.jpg" alt="" width="171" height="159" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/JPEG-Image-14388651.jpg"><img class="size-full wp-image-6371    aligncenter" title="JPEG Image (14388651)" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/JPEG-Image-14388651.jpg" alt="" width="178" height="207" /></a></p>
<p>São elas:</p>
<p><strong>DIALÉTICA, </strong><br />
<strong>RETÓRICA, </strong><br />
<strong>MÚSICA e </strong><br />
<strong>ARITMÉTICA </strong><br />
que formavam o<strong> QUADRIVIUM</strong>;</p>
<p><strong>GEOMETRIA </strong>era a QUINTA CIÊNCIA, que, por muito tempo, simbolizou a Maçonaria, Deus, o Grande Geômetra e a Letra &#8220;G&#8221; o grande Símbolo da Maçonaria, pois era a inicial da palavra</p>
<p><strong>GEOMETRIA, </strong><br />
<strong>GRAMÁTICA, </strong><br />
<strong>ASTRONOMIA. </strong></p>
<p>Existe uma gravura, muito conhecida, datada de 1563 que mostra as Sete Ciências e Artes por meio de medalhas representando cada tópico tratado.<br />
A Medalha da Geometria recebe um cuidado todo especial, destacando-se das demais, num Medalhão Central, com a deusa da Geometria, segurando um Caduceu, vendo-se ao seu redor Maçons construindo.<br />
Em virtude dessa particularidade atribuem sua autoria a algum Maçom Operativo</p>
<p>Obs:- A QUINTA ESSÊNCIA, dos Alquimistas e Ocultistas, só foi introduzida na Maçonaria, depois de 1740, com o advento do Rito da Estrita Observância, do Barão de Von Hundt.</p>
<p><strong>As sete Artes Liberais</strong></p>
<p>Foi durante o reinado de Carlos Magno que as Sete Artes Liberais tornaram-se um currículo disciplinar, para fins de ensino. Organizadas por Alcuino, capelão – mor daquele rei, as disciplinas foram divididas em duas partes: o trivium (retórica, gramática e lógica) e o quadrivium (aritmética, música, geometria e astronomia). Essa divisão já vinha sendo aplicada desde os tempos de Aristóteles, e durante o Império Romano, esse era o currículo  que  orientava  o   aprendizado dos cidadãos bem educados de Roma.</p>
<p>As Sete Artes Liberais estão vinculadas a outros conhecimentos tradicionais e apresenta grandes simetrias com outras disciplinas, especialmente a astronomia. Nesse sentido, é possível fazer uma analogia com o simbolismo dos planetas, relacionando a retórica com Vênus; a gramática com a Lua; a lógica com Mercúrio; a aritmética com o Sol; a música com Marte; a geometria com Júpiter e a astronomia com Saturno.</p>
<p>Nos tempos de Roma, e mais tarde, durante a época de Carlos Magno, o estudante das Artes  começava  a sua vida escolar aos catorze anos, estudando, em primeiro os chamados “três caminhos” do trivium, que o monge Pedro Abelardo (1079-1142) chamava de os três componentes da  ciência  da linguagem. Essa tríplice disciplina era composta pela gramática (a ciência de falar sem erro), a dialética, (a aprendizagem que consiste  em saber distinguir o verdadeiro do falso), e a retórica, que é a disciplina que nos ensina a arte da persuasão</p>
<p>O trivium era o que poderíamos chamar, numa analogia com a educação moderna, o primeiro grau do aprendizado. De fato, para o aluno poder aprender outras coisas era preciso primeiro aprender a falar, a escrever e a pensar. Por isso tinha que aprender gramática, retórica e dialética. Sem esses conhecimentos, dificilmente o estudante conseguiria acompanhar o difícil e rigoroso método escolástico de ensino, que se fundamentava principalmente na lógica de Aristóteles. Depois vinha o quadrivium, como uma espécie de segundo grau, para complementar o aprendizado do estudante.</p>
<p>Em algumas escolas americanas, especialmente aquelas que seguem o modelo clássico, ainda se trabalha com um currículo semelhante, para os alunos que desejam tornar-se Master-of-Arts.</p>
<p>No Brasil,  até algumas décadas atrás, o chamado ensino clássico também guardava alguma<br />
semelhança com esse modelo.</p>
<p>- As Lojas maçônicas dos Estados Unidos, em sua grande maioria, praticam o chamado Rito do Real Arco. Esse rito tem uma profunda ligação com motivos astrológicos e é um dos mais ricos em conhecimentos arcanos.</p>
<p>O próprio termo Arco Real está conectado com a simbologia do Zodíaco e sua liturgia (palavras de passe, sinais, toques e posturas em Loja) guardam uma estreita analogia com esses motivos.</p>
<p>A importância do trivium é que cada elemento contém potencialmente as habilidades filosóficas exigidas para a vida intelectual madura. É uma pena que esse sistema tenha sido banido das escolas brasileiras, substituído por um currículo que só sobrecarrega a mente do aluno com<br />
informações, (muitas vezes inúteis para a careira que ele escolheu, ou mesmo para os seus projetos de vida) sem ensiná-lo a usá-las adequamente.</p>
<p>Dessa forma, a Maçonaria, ao recuperar a importância das Sete Artes Liberais e incluí-la no programa de aprendizado maçônico, presta um grande serviço à educação. Que o Irmão possa realmente se valer disso.</p>
<p>- No Rito Escocês Antigo e Aceito, as Sete Artes Liberais são objeto de estudo no Grau 31. Também estão conectadas com a simbologia da Escada Mística do Kadosh.</p>
<p><strong>- A LENDA DA ARTE  &#8211; MANUSCRITO DE DOWLAND &#8211; </strong></p>
<p>Em 1719 na segunda edição do Livro das Constituições, Anderson declara: “Dentro de certas Lojas Maçônicas, certos documentos valiosos referentes à Maçonaria, tais como regulamentações, legislação, segredos e costumes foram queimados por irmãos escrupulosos para, desta maneira, não caírem nas mãos profanas”.</p>
<p>Felizmente, não foi feita uma destruição completa. Alguns manuscritos remanesceram e logo após foram encontrados nos arquivos de várias lojas Maçônicas ou até mesmo no Museu Britânico. Mais tarde eles foram publicados por aqueles que os descobriram e, juntamente, podemos acrescentar o irmão William James Hughan, um real mestre de antiquários da maçonaria. Em 1872, ele publicou The Old Charges of British Freemasons (As Antigas Obrigações dos Maçons Livres Britânicos), uma extremamente valiosa coleção de manuscritos, que, até então, era considerada como perdida.</p>
<p>Falando de uma maneira geral, todos os documentos publicados por qualquer outro irmão daquela época foram genericamente intitulados “As Antigas Constituições”. O mais antigo desse tipo de manuscrito é um poema chamado Constituciones artis geometriae secundum Eucleydem, preservado no Museu Britânico e publicado em 1840 por Mr. Halliwell em seu trabalho “Early History of Freemasonary in England” (Antiga história dos Maçons Livres na Inglaterra). Foi suposto que esse poema tenha sido concebido por volta de 1390.</p>
<p>Um segundo manuscrito inglês foi publicado em 1861 pelo irmão Matthew Cooke. Sua data de concepção foi assumida como sendo por volta de 1490.</p>
<p>Todos os antiquários maçônicos concordam que isso é cronologicamente o manuscrito seguinte, depois do poema de Halliwell, mesmo tendo uma distância de 100 anos entre eles. Mas, novamente, isso é mais uma suposição, suportada principalmente pela idéia que nenhum outro documento intermediário foi encontrado. O Manuscrito de Cooke é mais elaborado que o de Halliwell e contém maiores detalhes sobre a Lenda da Corporação.</p>
<p>Em 1825, James Dowland publica na revista Gentleman, a cópia de um antigo manuscrito, em pergaminho, aparentemente no início do século 17, muito provavelmente uma cópia de um documento  anterior. Mesmo não sendo tão antigo como os manuscritos Halliwell ou Cooke, é valioso, sendo o primeiro de uma longa série posteriormente descoberta.</p>
<p>Levando-se em conta o fato de que os manuscritos seguintes assemelham-se largamente, pode-se facilmente presumir que eles não são nada mais nada menos, que cópias fiéis destes. O original, publicado por Dowland na revista Gentleman, não pôde ser encontrado, mas supõe-se que teria sido escrito por volta de 1550.</p>
<p>Todos esses manuscritos, exceto o manuscrito de Halliwell, começam chamando publicamente pela ajuda à Sagrada Trindade, seguida pela descrição das Sete Artes e Ciências liberais, dentre as quais a quinta, Geometria, é considerada A Maçonaria. Em seguida, existe a tradicional história dos Maçons da época de Lameh até os dias atuais, e os manuscritos encerram com uma série de regulamentos operacionais e legislações.</p>
<p>A história tradicional contém suficientes anacronismos e absurdos óbvios, e, ainda assim, seu valor não pode ser contestado, pela contribuição ao desenvolvimento da História da Maçonaria, seguida posteriormente por escritores, tais como Anderson, Preston e Oliver.</p>
<p>Eles fizeram tentativas de ajustes aos erros históricos e, conseqüentemente, a Instituição Maçônica vem tentando permanentemente aperfeiçoar-se racional e metodicamente. A história tradicional pode ser, encontrada à parte pequenas diferenças de linguagem, em todos os  manuscritos baseados em uma fonte comum, oral dos velhos maçons ou escritos ainda na descoberta.</p>
<p>Fora dos motivos que levaram á destruição dos diversos manuscritos que contêm a Lenda da Corporação em 1719, podemos concluir que essa lenda foi parte de instruções esotéricas contidas na The Guild of Operative Massons. Se for dessa maneira, seu caráter de segredo foi perdido em 1772, quando a Constituição foi publicada na edição Roberts.</p>
<p>Não há menção sobre a Lenda da Corporação nas publicações maçônicas (tais como ordenung  der Steinmetzen, in Straussburg 1462, ou Régiments sur Arts ET Métiers, em Paris no século 12), mas isso não significa que a Lenda não existiu entre os maçons na Alemanha ou França. Mais do que isso há certas indicações que alemães e franceses serviram de fontes para manuscritos ingleses. De qualquer maneira, a referência para a “Lenda de Charles Matel” conecta essa lenda ao século 12 dos maçons franceses.</p>
<p>A importância e influência da Lenda sobre Arte, como autoriza a história da Instituição, promove-a como um trabalho essencial para qualquer um que estuda o passado da Maçonaria. O manuscrito de Dowland permanecerá como essencial ponto de referência, por ser o primeiro de uma longa série de manuscritos que moldaram a tradicional história da Maçonaria.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Lenda da Arte</strong></p>
<p style="text-align: center;">Porque existem Sete Ciências liberais, das quais sete somente uma é única.</p>
<p style="text-align: center;">E os nomes das Sete Ciências são estes:</p>
<p><strong>- Gramática </strong>é<strong> </strong>a primeira ciência, que ensina o homem a falar e escrever verdadeiramente.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>- Retórica</strong> é a segunda ciência, que ensina o homem a justiça da fala.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>- Dialética </strong>é a terceira ciência, que ensina o homem a discernir entre o verdadeiro e o falso.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>- Aritmética</strong> é a quarta ciência, que essa ensina o homem a ver e a fazer cálculos com os números.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Geometria</strong> é a quinta ciência, que ensina a medir a terra e todas as coisas restantes. <strong>Essa ciência é chamada Maçonaria.</strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Música</strong> é a sexta ciência, que essa ensina o homem sobre o som e a voz, do canto e dos instrumentos musicais.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>- Astronomia</strong> é a sétima ciência, que ensina o homem o curso do Sol, da Lua e das Estrelas.<br />
Estas são as Sete Ciências Liberais que foram todas fundadas através da ciência, chamada Geometria</p>
<p>E isso o homem pode provar, que a ciência do trabalho é fundada pela Geometria, a Geometria ensina o homem a medir, a ponderação e o peso de todas as coisas na terra, porque não há nenhum homem que trabalhou alguma ciência sem medir, ou nenhum homem que compre ou venda por alguma medida ou por algum peso, e tudo isso é Geometria.</p>
<p>E isso é utilizado por comerciantes e todos os artesãos, e todos os outros das Sete Ciências, e especialmente o homem do campo e o cultivador de toda a maneira das terras, da vinícola, flores, grãos, árvores; nem Gramática ou Retórica, nem Astronomia ou nenhuma das outras ciências podem ter medidas sem a Geometria.</p>
<p>Por isso se pensa que a ciência da Geometria é a mais digna, e que é a base de todas as outras.</p>
<p><strong>Como essas dignas ciências se iniciaram.</strong></p>
<p>Antes da inundação de Noé, havia um homem chamado Lameque, como escrito na Bíblia no capítulo quarto do Gênesis; e esse Lameque  teve duas esposas, uma Ada, e a outra Sella; com sua primeira esposa Ada ele teve dois filhos, e esses eram Jabell e Tuball, e com a outra esposa Sella ele teve um filho e uma filha.</p>
<p>E essas quatro crianças criaram o começo de todas as ciências no mundo.<br />
O filho mais velho, Jabell, começou a ciência da Geometria, e partiu rebanhos dos carneiros e dos cordeiros no campo, e a primeira casa feita de pedra e da árvore.</p>
<p>Seus irmãos, Tball, Cain, começaram o trabalho do ouro, da prata, do cobre, do ferro e do aço; e a filha começou o ofício de tecelagem.</p>
<p>Esses filhos souberam bem que Deus faria exame da vingança, pelo fogo ou pela água; porque eles escreveram as ciências começadas em dois pilares de pedra para serem achados depois da inundação de Noé.</p>
<p>O grande Hermarynes, filho de Cuby, que era o filho de Sem, que era filho de Noé.</p>
<p>Hermarynes foi chamado mais tarde de Hardes, pai dos homens sábios; encontrou uma das duas colunas de pedra, e encontrou a ciência, á escrita, e ensinou-a a outros homens.</p>
<p>E na construção da torre de Babel foi feita pela primeira vez a Maçonaria.<br />
E o Rei de Babel que se chamava Nemrothe, era ele mesmo um maçom; e amou bem a ciência, e é dito como mestre dos maçons.</p>
<p>E quando a cidade de Nínive e outras cidades do leste deviam ser feita, Nemrothe, rei de Babel, enviou naquela direção três equipes maçons pela súplica do rei de Nínive, seu primo.</p>
<p>E quando os encaminhou adiante, deu-lhes desta maneira uma tarefa.</p>
<p>Que eles deveriam ser verdadeiros uns com os outros, e que deveriam amar verdadeiramente juntos, e  que deveriam servir a seu senhor verdadeiramente para seu pagamento; e assim o mestre pode ser sempre reconhecido.</p>
<p>E outras tarefas lhes deram.</p>
<p>E esta era a primeira vez que os maçons tiveram tarefas das ciências deles.</p>
<p>Além disso, quando Abraão e Sara, sua esposa, entraram no Egito, lá ensinou as Sete Ciências aos egípcios; e teve um discípulo digno que se chamava Euclides, e ele aprendeu muito bem para que fosse um mestre de todas as Sete Ciências liberais.</p>
<p>Tiveram muitos filhos, alguns com suas esposas e alguns com outras senhoras do reino; pois essa era uma terra quente e plena de geração.</p>
<p>E não tiveram regras para educar os filhos, o rei fez um grande conselho e parlamento para ver os filhos dignos, porém esse conselho e parlamento não chegaram a nenhum resultado.</p>
<p>E então fizeram uma chamada através de todo o reino, se houvesse qualquer homem para aconselhar, então ele deveria ir a eles, e deveria ser recompensado pela sua viagem, o que deveria mantê-lo satisfeito.</p>
<p>Após essa chamada ter sido feita, a seguir veio este digno Euclides e disse ao rei e a todos seus grandes senhores, se os senhores me dessem suas crianças para governar e ensinasse uma das Sete Ciências, eles viveriam honestamente dignos, sob uma circunstância, que o senhor me concederia e a eles o poder para governar pela ciência da arte.</p>
<p>E que o Rei e todo seu Conselho permitiram isso e selou a lei.</p>
<p>E então este digno doutor levou a ele estes filhos do senhor, e ensinou-lhes a Ciência da Geometria na prática, para trabalhar nas pedras toda a maneira de trabalho digno que pertence á construção de igrejas, dos templos, dos castelos, das torres, e a toda maneira restante de construções; dando-lhes desta maneira uma tarefa.</p>
<p>A primeira é que deveriam ser fiéis ao Rei, e ao senhor a quem devem.<br />
E que deveriam chamar-se uns aos outros, companheiro ou irmão e não empregado ou servo, nem outro nome sujo.</p>
<p>E deveriam  merecer o pagamento do senhor ou do mestre a quem servir.</p>
<p>E deveriam honrar o mais sábio deles ser mestre do trabalho e não do amor nem por obediência nem por riqueza e nem por pavor, deixar o outro que tem menos conhecimento a ser o mestre do trabalho, pois o senhor seria mal servido e eles desonrados.</p>
<p>E também deveriam chamar seus dirigentes do trabalho, mestres, no tempo em que estivessem trabalhando com eles.</p>
<p>E outras muitas tarefas para serem contadas.</p>
<p>E a todas essas tarefas fez um juramento pelos costumes da época; e ordenou salários justos, dos quais poderiam viver honestamente.<br />
E também deveriam vir e juntar-se uma vez por ano, para discutirem como trabalhar melhor, atender ao senhor para agradá-lo; e para corrigi-los a eles mesmos aonde erraram na Arte na ciência.</p>
<p>E era assim a ciência lá começada; e esse digno Euclides deu-lhe o nome de Geometria.</p>
<p>Muito tempo depois, quando os filhos de Israel estavam, vindo na terra prometida, como é conhecido entre nós Jerusalém.</p>
<p>Rei Davi começou o templo que chamaram Templum D’ni, e é nomeado por nós o Templo de Jerusalém.</p>
<p>E o mesmo Rei Davi, amou maçons e estimou-os muito, e deu-lhes boa recompensa. E deu as tarefas e as maneiras como  tinha aprendido no Egito de Euclides, e outros encargos.</p>
<p>E após a morte do Rei Davi, Salomão, que era filho de Davi, fez o templo começado pelo seu pai; e chamou maçons de diversos países e diversos territórios e juntou todos, e tinha 4 mil trabalhadores em pedra e todos chamados de maçons.</p>
<p>E escolheu fora deles 3 mil que eram ordenados para ser mestres e dirigentes de seu trabalho.</p>
<p>E, além disso, havia um Rei de outra região que os homens chamavam Iram que amava o bom Rei Salomão.</p>
<p>E teve um filho Ayron, um mestre da Geometria, e grande mestre de todos os maçons e dos outros que trabalhavam no templo; e isso foi testemunhado na Bíblia, no livro por Regum, o terceiro capítulo.</p>
<p>E este Salomão confirmou tanto os cargos quanto as leis que o pai deu aos maçons.</p>
<p>E era assim que a ciência digna da Maçonaria confirmada em Jerusalém, e em muitos outros reinos.</p>
<p>Os artesãos começaram a andar em todos os sentidos para aprender mais da Arte e outros para ensinar aqueles que eram menos qualificados.</p>
<p>E assim o maçom Maymus Grecus, que trabalhou no Templo de Salomão, e veio à França, é lá ensinou a ciência de Maçonaria aos homens da França.</p>
<p>E tinha um homem chamado Matel da família real; e este homem amava a ciência, atraiu a Maymus Grecus e aprendeu com ele a ciência da Arte e levou sobre si todos os encargos e leis. E depois com a graça de Deus foi eleito rei da França.</p>
<p>E como rei pediu aos maçons para fazer novos maçons onde não tinham e ordenou a fazerem construções pelos quais pagaria boa recompensa. Eles deveriam ensinar outros e deram a ordem para se reunirem quando quiserem e assim deu boas vinda a esta ciência na França.</p>
<p>A Inglaterra neste período não tinha maçom até a época do Santo Albones.<br />
E nesses dias o rei da Inglaterra que era um pagano, cercou a cidade dele com o nome de Sainct Albones.</p>
<p>E Sainct Albones era um verdadeiro cavalheiro e ajudante do rei, zelava pelo castelo e tinha em conta levantamento de muros; e amava os maçons e os apreciava.</p>
<p>E pagou o trabalho deles dois Silingi por semana e três Pence para comer.</p>
<p>Antes disso o maçom recebia um Penny por semana e a comida do almoço, até o Sainct Albones deu a carta real e o conselho dos maçons se reuniu numa convenção, e ele veio nesta convenção para ajudar a fazer maçom e deu encargos.</p>
<p>Após a morte de Sainct Albones teve várias guerras na Inglaterra entre diversos povos, assim que a boa ordem da Maçonaria foi destruída até a ascensão do rei Athelstone, que colocou o rei em paz e ordem e construiu muitas igrejas e torres e outros trabalhos, e amava os maçons.</p>
<p>E revê um filho Edwinne, que amava os maçons mais do que seu pai.</p>
<p>E era um grande praticante da Geometria; e gostava muito de falar e se agrupar com os maçons para aprender das ciências deles; e depois disso pela consideração que tinha para com os maçons e pela ciência foi feito e recebeu do rei, pai dele, a carta autorizando em cada ano fazer uma convenção onde quisesse no regato da Inglaterra, para corrigir entre eles os erros e as contravenções às leis da ciência.</p>
<p>E teve a convenção de La Yorke, e aqui fizeram maçom e lhe deram encargos, ensinaram-lhe as leis e decidiram que a lei deveria ser respeitada daquele momento para o fim dos tempos, e levou em guarda a carta e tomou a decisão que esta seja renovada de rei para rei.</p>
<p>E quando a convenção pediu que todos os maçons antigos e novos que tinham inscrições sobre a Arte deveriam mostrá-los imediatamente.</p>
<p>E quando foram mostrados acharam-se uns em francês, uns em grego, uns em inglês e muitas outras línguas e todas foram juntadas.</p>
<p>E foi feito um livro e agora começou a ciência.</p>
<p>E ele mesmo comandou e pediu que esse livro devesses ser lido ou falado quando fosse feito um maçom ou fosse dado um encargo.</p>
<p>E daquele tempo em diante, as leis dos maçons vêm sendo mantidas da forma em que os homens possam ser governados.</p>
<p>E depois diversas convenções fizeram modificações atendendo propostas de mestres e irmãos.</p>
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		<title>A Música e a Maçonaria</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 18:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Música na Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Bach]]></category>
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		<description><![CDATA[A Música e a Maçonaria 
A música é a arte de produzir sons e acordes combinar todos os elementos da criação de instrumentos de som; ritmos, sons, toques, timbres, organizações de série, melodias, harmonias, etc. No seu sentido mais primitivo. É a arte de produzir sons que combinem de forma tão agradável ao ouvido, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Música e a Maçonaria </strong></p>
<p>A música é a arte de produzir sons e acordes combinar todos os elementos da criação de instrumentos de som; ritmos, sons, toques, timbres, organizações de série, melodias, harmonias, etc. No seu sentido mais primitivo. É a arte de produzir sons que combinem de forma tão agradável ao ouvido, que suas modulações agitem a alma.</p>
<p>Em todas as civilizações, a música assume um papel importante nos eventos mais relevantes, sociais ou pessoais, onde tem um papel de mediador entre o diferenciado (material) e o indiferenciado (a vontade pura), ou entre o intelectual e espiritual. Por conseguinte, assume especial importância nas cerimônias ritualisticas, além de sua capacidade de promover as emoções.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>A música representa o equilíbrio e ordem, é uma linguagem universal. Na Maçonaria, a música representa uma das sete artes liberais, simbolizando a harmonia do mundo e especialmente a que deve existir entre os maçons. Através da beleza dos sons e da harmonia dos ritmos chegarem à sabedoria do silêncio.</p>
<p>A música é a arte de organizar sons. Toda arte consiste em organizar um material de acordo com as &#8220;leis&#8221; e um propósito.</p>
<p><strong> </strong>A música é, em si mesma e na sua essência, uma maçonaria, uma construção de um carater iniciatico. Os elementos que a componentes não são os sons, pedras brutas, mas as notas, pedras pulidas.</p>
<p>Os três parâmetros que especificam o talha da pedra, o som preciso:</p>
<p><strong>A Força</strong>, que reside na densidade.</p>
<p><strong>A Sabedoria</strong>, no seu &#8216;tempo&#8217; ou comprimento.</p>
<p><strong>A Beleza</strong>, na sua altura ou freqüência.</p>
<p>As pedras do edifício justo e perfeito musical devem ser montados: a música é uma construção, arquitetura, uma &#8220;Arte Real&#8221; que revela as leis universais da &#8220;Grande Obra&#8221; que organizamos em três etapas.</p>
<p><strong>O silencio</strong>, vacuo necessário antes do evento, é o estado de aprendizagem.</p>
<p><strong>O som</strong>, a manifestação, a consciência, o despertar do companheiro.</p>
<p><strong>A melodia</strong>, a organização do som pelo mestre.</p>
<p>Outra analogia pode ser encontrada em três etapas, entre o método de formação do músico e Maçom:</p>
<p><strong>O Aprendiz:</strong> Estudar a música em si (canta). Aprende a decodificar símbolos ou sinais (solfejo) e escolhe o seu/s instrumento/s. Isso requer um mestre ou instrutor.</p>
<p><strong>O Companheiro:</strong> concedido a facilidade na interpretação de sinais e uso de seu/s instrumento/s. Colaborar com outros colegas no canto e da interpretação (polifonia, conjuntos instrumentais). Estudar a história, os estilos e os grandes mestres. Nesta fase, a companhia entra em um processo de auto-formação.</p>
<p><strong>O Mestre</strong>: Sua tarefa é conseguir uma interpretação pessoal, uma experiência que permite a transmissão dos trabalhos. O mestre trabalha sozinho, mas exige um aprendiz, que aprende tudo o necessário para alcançar a verdadeira mestria. Essa relação se fecha o ciclo.</p>
<p>A música na Loja é representada pela Coluna da Harmonia, que é o conjunto instrumental ou reprodutor musical destiando a execução da música maçônica durante cerimônias rituais.</p>
<p>Nas Lojas, até que no século XVIII, começou a intruducir-se instrumentos de cordas, trompetes e tambores, só se empregavam vozes. A designação de &#8220;Coluna de Harmonia&#8221; aparece no final do reinado de Louis XV para se referir ao conjunto de instrumentos que soavam nas cerimônias, que teve um máximo de sete instrumentistas: 2 clarinetes, 2 trompas, 2 fagotes e 1 tambor. <strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong>Então, a concorrência entre as lojas pelos instrumentistas mais virtuosos ter originado que foram admitidos sob os mesmos músicos, que isenta de qualquer contribuição, de serviços (embora ele só pudesse aspirar ao grau de Mestre), e compunham obras para várias cerimônias maçônicas (trabalhos, banquetes, funerais, iniciações, etc.) estes irmãos artistas, tinham o mesmo direito de voto como o resto dos irmãos e em grandes cerimônias, festas e banquetes eram obrigados a contribuir com sua arte.</p>
<p><strong>A Coluna da Harmonia</strong> tinha como missão de proporcionar um complemento para o ritual, a música é uma forma funcional, cujo valor não depende principalmente do seu valor intrínseco, mas a sua importância para o destino designado.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Talvez a maior representação da música maçônica corresponda a <strong>Wolfgang Amadeus Mozart</strong>, que foi inicado como aprendiz de maçom, em 14 de dezembro de 1784, na Loja A Esperança Coroada e para esta finalidade se interpretou na Loja, sua cantata &#8220;Alma do universo para ti, oh Sol&#8221; (K. 429), é um hino ao sol e a luz; cantata duplamente adaptada a celebração Maçônica da grande festa de São João do verão (mais conhecido como o solstício de verão) e ponto culminante do ano maçônico; e também se encaixa na cerimônia de iniciação maçônica. <strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong>Grato e apaixonado pela sua Loja, escreveu para ela as canções mais notável, no que não se limito apenas a expresar um simples e belo sentido de palavras, <strong> </strong>mas nota-se que ele deu todo o calor de sua fantasia, e esperanças suscitadas de uma alma movida pelo bom e do belo, de amor para a humanidade.</p>
<p>Na ocasião da cerimônia da passagem de seu pai para o grau de companheiro, colocou música em um poema de Joseph von Ratschky, &#8220;A viagem do Companheiro” (K 468) de voz e acompanhamento de piano.</p>
<p>Poucos meses antes de entrar no terceiro grau da Maçonaria, participou em 11 de Fevereiro de 1785, na Loja vienense &#8220;A autêntica harmonia&#8221;, a iniciação maçônica de seu amigo Joseph Haydn no grau de aprendiz, a quem Mozart, por esse motivo lhe dedicou a &#8220;Seis quartetos de cordas&#8221;.</p>
<p>Pouco antes da investidura dupla que Mozart e seu pai receberam como mestres maçons em 2 de abril de 1785, na Loja vienense ‘A Esperança Coroada&#8217;, compos para esta Loja duas de suas composições mais importantes maçônicas &#8216; A alegria maçônica&#8217; (K 471) e &#8221; Musica  Fúnebre Maçônica&#8217; (K 477).</p>
<p>Em 1786, durante uma reorganização das lojas de Viena ordenada pelo imperador Joseph II, Mozart escreveu para sua Loja &#8216;A nova Esperança Coroada&#8217; duas cantatas maçônica: &#8220;Para a abertura da Loja&#8221; (K 483) e o &#8216;Encerramento da Loja&#8217; (K 484).</p>
<p>Nos encontramos ainda com três obras de Mozart ligada à Maçonaria, e em que nós descobrimos a Mozart comprometido com a liberdade e os ideais da Revolução Francesa, especialmente em &#8220;Vocês os que honram o Criador do Universo Infinito&#8221; (K 619) , que é uma mensagem para a juventude alemã na época em que compôs a ópera de fraternidade universal.</p>
<p>As outras duas composições estritamente maçônica as que Mozart pus música foi uma pequena cantata maçônica, “Elogio da amizade” (K 623), datada em Viena, em 15 de novembro de 1789 e &#8220;Entrelacemos nossas mãos&#8217; (K 623) e que é cantada, para formar o elo da Cadeia de União. Sua obra póstuma, seu canto do cisne, foi o intitulado &#8220;Pequena Cantata Maçônica&#8221;, o que deu em uma reunião realizada em sua loja, executada por ele mesmo, dois dias antes de se sentir atacado pela misteriosa doença que o levou para o túmulo.</p>
<p>É emocionante ver Mozart no limiar da morte, esquecendo-se de seu sofrimento e angustia física, cantando a fraternidade unida no trabalho, e na presença de luz no impetu e no calor da esperança.</p>
<p>Três semanas depois, morreu.</p>
<p>A lista de músicos e música inspirada por ideais maçônicos seria interminável, mas talvez a mais representativa são: <strong>J. Haydn, I. S. Bach, L. W. Beethoven e F. Liszt</strong></p>
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		<title>Hervé Cordovil</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 18:01:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[HERVÉ CORDOVIL
A Maçonaria, contou com vários cantores e compositores famosos como irmãos maçons, dentre eles: O Rei do Baião (Luiz Gonzaga), Pixinguinha, a dupla Alvarenga e Ranchinho (Homero de Souza Campos), Tonico da dupla Tonico e Tinoco, o recentemente falecido Bob Nelson, Jorge Veiga, Lamartine Babo, Luis Vieira, Hervé Cordovil, Carequinha, Vicente Celestino, os Maestros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>HERVÉ CORDOVIL</strong></p>
<p>A Maçonaria, contou com vários cantores e compositores famosos como irmãos maçons, dentre eles: O Rei do Baião (Luiz Gonzaga), Pixinguinha, a dupla Alvarenga e Ranchinho (Homero de Souza Campos), Tonico da dupla Tonico e Tinoco, o recentemente falecido Bob Nelson, Jorge Veiga, Lamartine Babo, Luis Vieira, Hervé Cordovil, Carequinha, Vicente Celestino, os Maestros Carlos Gomes, Guerra Peixe e Eleazar de Carvalho e o violonista Raphael Rabello, dentre outros.</p>
<p>Zé Rodrix, outro Maçon famoso, talvez tenha sido o mais dedicado e estudioso sobre o tema, chegou a escrever pelo menos três livros sobre assuntos da maçonaria</p>
<p>Hervé Cordovil</p>
<p style="text-align: left;"><img title="Hervé.imagem" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Hervé.imagem1.JPG" alt="Hervé.imagem" width="244" height="179" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p>Viçosa, 3 de fevereiro de 1914 — São Paulo, 16 de julho de 1979, foi um compositor, pianista e maestro brasileiro.</p>
<p>Cordovil era o nome de seu pai, o médico Cordovil Pinto Coelho, que resolveu transformar seu prenome em sobrenome ao batizar o filho Hervê, nascido em 3 de fevereiro de 1914, na mineira cidade de Viçosa. Da mãe, Maria de Lucca Pinto Coelho, musicista amadora, herdou o talento musical que faria dele um dos maiores nomes da história da música popular brasileira.</p>
<p>Filho de classe média alta &#8211; seu pai era médico de Artur Bernardes, futuro presidente da República -, Hervê saiu cedo de Viçosa, passou por Manhuaçu e por volta dos 10 anos de idade foi estudar no Rio de Janeiro. No Colégio Militar concluindo o curso em 1931, já estava envolvido com música.</p>
<p>Integrou a banda de música do colégio e formando um grupo de jazz com colegas, enquanto se aperfeiçoava no estudo de piano. E se apresentava em casas de oficiais e em bailes promovidos pelo próprio colégio.</p>
<p>Passou a ter aulas com Romeu Malta, maestro da banda do colégio. Descobre então que sabe compor e cria uma serie de músicas, que submete ao compositor Eduardo Souto, diretor da primeira gravadora brasileira, a famosa Casa Edison, do Rio de Janeiro. Souto se engana redondamente e desaconselha o adolescente a continuar, o que não o desanima.<br />
Aos 17 anos, ingressou na Faculdade de Direito de Niterói, diplomando-se em 1936.</p>
<p>Já acadêmico de Direito, em 1931 estréia como pianista, na Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, como pianista e compositor da Orquestra de Romeu Silva e em breve é um dos quatro tecladistas mais solicitados da capital federal pelas rádios cariocas, ao lado de Carolina Cardoso de Menezes, Romualdo Peixoto (o Nonô) e Custódio Mesquita. Em 1933, transferiu-se para a Rádio Philips.</p>
<p>Começa a se tornar conhecido como compositor &#8211; foi compositor de jingles, e em 1934 compôs em parceria com Lamartine Babo a marcha &#8220;Madame do barril&#8221; &#8211; sátira à figura francesa &#8220;Madame Du Barry&#8221;, uma de suas primeiras composições no gênero.</p>
<p>Nesse mesmo ano fez sucesso com a marcha &#8220;Carolina&#8221; (com Bonfiglio de Oliveira) gravada por Carlos Galhardo na época cantor em início de carreira, são seus primeiros sucessos.<br />
Em 1935, regeu a orquestra que participou do filme &#8220;Estudantes&#8221;, dirigido por Wallace Downey, passando desde então a musicar peças de teatro entre as quais &#8220;Da favela ao Catete&#8221; escrita por Freire Júnior. Neste mesmo ano destacou-se com a composição &#8220;Triste cuíca&#8221; parceria com Noel Rosa.</p>
<p>Já advogado e com nome firmado como compositor também de trilhas para cinema e no teatro de revista, muda-se para Belo Horizonte, onde, trabalhando na Rádio Guarani, onde atuou por dois anos, cumprindo o compromisso de apresentar uma música inédita por dia.</p>
<p>Em 1936, compôs para o filme &#8220;Alô, alô carnaval&#8221;, de Ademar Gonzaga, a marcha &#8220;Não resta a menor dúvida&#8221;, parceria com Noel Rosa.</p>
<p>Por essa época compôs &#8220;Pé de manacá&#8221;, parceria com sua prima Marisa Pinto Coelho, música que fez sucesso internacional alguns anos mais tarde (1950), registrada por Isaura Garcia. De volta ao Rio de Janeiro, compôs em 1938 o jingle &#8220;Esquina da sorte&#8221;, em parceria com Lamartine Babo, feito para uma casa lotérica e gravado pelo próprio Lamartine em dueto com Aracy de Almeida.</p>
<p>Em 1940, transferiu-se para a Rádio Tupi de São Paulo.</p>
<p>Em 1941 casou-se em São Paulo com Daicy Portugal, que seria mãe de seus quatro filhos, todos cantores e compositores, Ronnie Cord, Hervê Jr., Norman e Maria Regina. A lua-de-mel foi em Manhuaçu, e aí ficou advogando por quatro anos.</p>
<p>Em 1945 é contratado pela Rádio Record de São Paulo, onde permanece 26 anos, até se aposentar em 1971. Pianista excelente, arranjador notável, compositor versátil criando em todos os gêneros, destacou-se como o mineiro que sabia fazer baião.</p>
<p>Em 1946 tornando-se o compositor favorito de Carmélia Alves, a Rainha do Baião, obteve grande sucesso com a composição &#8220;Sabiá lá na gaiola&#8221; (com Mário Vieira), lançada por Carmélia Alves.</p>
<p>Em 1951, destacou-se com o baião &#8220;Cabeça inchada&#8221;, também gravao por Carmélia Alves. “Neste mesmo ano, teve composições gravadas por Dalva de Oliveira &#8211; “Esta noite serenou”, Ivon Curi &#8211; “Me leva” (com Rochinha)”.</p>
<p>Também compôs músicas no estilo &#8220;jovem guarda&#8221; entre as quais &#8220;Rua Augusta&#8221;, &#8220;Boliche legal&#8221; e a versão da música &#8220;Biquíne de bolinha amarelinha&#8221;.</p>
<p>O que não o impediu de fazer de seu filho Ronnie Cord o primeiro Rei da Juventude, ao criar para ele o rock que dominou o Brasil em 1964. Nem de compor o ultra-romântico Uma Loira, sucesso de Dick Farney em 1951.</p>
<p>De sua produção, algumas composições foram feitas em parceria com seus filhos Ronnie Cord e Hervé Cordovil. Em 1966, compôs &#8220;Canto ao Brasil&#8221;, peça sinfônica orquestrada por Gabriel Migliori e executada pela Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo.</p>
<p>Em 1977, participou do show comemorativo &#8220;30 Anos de Baião&#8221;, realizado no Teatro Municipal de São Paulo, ocasião na qual também se apresentaram Luiz Gonzaga, Carmélia Alves e Humberto Teixeira.</p>
<p>Em 1997, foi publicado o livro &#8220;Hervé Cordovil &#8211; um gênio da música popular brasileira&#8221; de autoria de Maria do Carmo Tafuri Paniago.</p>
<p>Não é a primeira polêmica envolvendo Hervê Cordovil.</p>
<p>Nos anos 1950 ele, convertido ao espiritismo, apresentou composições que teria feito em parceria com o já falecido Noel Rosa. Alguns tacharam Hervé de charlatão e oportunista; outros o defenderam como pessoa honesta e caridosa, que inclusive comandou várias obras de caridade em centros espíritas da cidade de São Paulo.</p>
<p>Vale lembrar que Hervé, 1914/1979, era da velha guarda da MPB, tem belas parcerias com Noel, acima de qualquer suspeita, compostas antes de este falecer em 1937 e compôs &#8220;Rua Augusta&#8221;, &#8220;Boliche Legal&#8221; e outros rocks ao completar 50 anos.</p>
<p>Realmente, um bom exemplo a seguir. E, só para complementar, o filme Um Marido Barra Limpa levou dez anos para chegar às telas, iniciado pelo cineasta Luiz Sérgio Person em 1957, com título Um Marido Para Três Mulheres e concluído por Renato Grechi.</p>
<p>Concedeu esta entrevista ao programa MPB Especial da TV Cultura de São Paulo, em 1973, aos 59 anos.</p>
<p><img title="Hervé.1.imagem" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Hervé.1.imagem.JPG" alt="Hervé.1.imagem" width="500" height="405" /></p>
<p>- Eu nasci em Viçosa. Você sabe que eu tô tão acostumado a falar que nasci em outro lugar, por engano, que eu até me atrapalho?</p>
<p>Eu nasci em Viçosa, no Estado de Minas Gerais, no ano de 1800 e antigamente. Bom, eu tô vivo.</p>
<p>Mas fui criado até os sete anos em Manhuaçu, uma cidade de Minas, e todo mundo pensa que eu nasci lá. Realmente, eu fui pra lá com um ano de idade e fiquei até os oito. Sou meio mineiro.</p>
<p>Essa cidade existe e existe mesmo, tá lá firme, &#8220;firme fixa e anexa&#8221;, como diz o outro, nas margens da Rio-Bahia, perto da Rio-Bahia, aliás, bem na margem da Vitória-Minas, no cruzamento das duas estradas, de maneira que ela recebe mineiros, baianos, nortistas e sulistas, todos eles.</p>
<p>- A cidade? A cidade é uma beleza, só você vendo. É uma rua que vai daqui até lá, duas montanhas do lado de cá, uma de cada lado da cidade e a gente passando de avião pelo meio tem a impressão que está, assim, na ponte Rio-Niterói, que está passando num lugar incrível. É um vale tremendo. Manhuaçu é o nome dessa cidade.</p>
<p>- Fui pro Rio com nove anos, fui pro Colégio Militar do Rio de Janeiro, me matriculei com dez. Aí fiquei a vida inteira no Rio de Janeiro, até&#8230;</p>
<p>- Fiz o curso todo, sim, puxa, se fiz. Duro pra burro, mas fiz o curso. É um grande colégio, um colégio formidável. Foi lá que eu comecei mesmo música por música, porque até então eu tinha dez anos, mas eu tocava uma porção de instrumentos, mas tudo aqui, de ouvido.</p>
<p>- Todo mundo lá em casa toca. É uma coisa incrível, parece que é praga, sabe? Toca mal mas toca. Todo mundo toca piano, canta, faz ou acontece, mas vai.</p>
<p>- Eu comecei assim. Eu era da banda do Colégio Militar, então me entusiasmei pela banda do Colégio Militar. É uma característica minha, me entusiasmo por tudo que eu faço. Então eu me entusiasmei pela banda de música do Colégio Militar. Tocava aqueles dobrados, dobrados do Pedro Salgado, coitado, que morreu outro dia com 80 e sei lá quantos anos. Não recebe direito autoral, porque banda no Brasil não paga direito, você sabe disso. Então eu tocava aquele dobrado dele.</p>
<p>- E ele afirma: &#8220;A música &#8216;Rua Augusta&#8217; fomos nós quem fizemos. Numa brincadeira saiu aquilo ali. Estávamos no set de gravação de um filme, não me lembro se era A Puritana da Rua Augusta ou Marido Barra Limpa.</p>
<p>O diretor do filme nos pediu uma música inédita e nós a compusemos junto com o Ronnie Cord que iria participar do filme, inclusive o Johnny e o Alfredo citados na letra da música são os irmãos do Ronnie Cord.</p>
<p>“Esta afirmação faz balançar as informações de que o autor de &#8220;Rua Augusta&#8221; é Hervê Cordovil, pai de Ronnie.<br />
É verdade que &#8220;Rua Augusta&#8221; lembra &#8220;Okey Johnny&#8221;, sucesso com nosso primeiro caubói-cantor, Bob Nelson.<br />
Hervê na gravadora Copacabana, com uma música que havia acabado de compor para o filho gravar isso mesmo, &#8220;Rua Augusta&#8221;.</p>
<p><strong>Hervé Cordovil, Carmélia Alves, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira</strong></p>
<p><img title="Hervé.2.imagem" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Hervé.2.imagem.JPG" alt="Hervé.2.imagem" width="500" height="377" /></p>
<p>Entre seus grandes sucessos destacam-se Meu Pé de Manacá, composto com a prima Marisa Pinto Coelho em 1950; Vida do Viajante, em parceria com Luiz Gonzaga; Sabiá lá na Gaiola, com Mario Vieira; as versões Biquini de Bolinha Amarelinha e Rua Augusta, entre outras.</p>
<p>Como compositor, Hervé Cordovil escreveu clássicos como o baião &#8220;Cabeça inchada&#8221; (que tinha mais de 50 regravações na Europa), o baião &#8220;Sabiá Lá Na Gaiola&#8221; (gravado por Carmélia Alves), &#8220;Seu Gaspar&#8221; (gravada por Sílvio Caldas), o hit &#8220;Rua Augusta&#8221; (regravada por diversas vezes pelos artistas da Jovem Guarda e do rock brasileiro, como seu filho Ronnie Cord, Erasmo Carlos, Rita Lee, entre outros), e &#8220;Uma Loira&#8221; (outra quebra, em Dick interpretação Farney). Ele tinha parcerias com Marisa Pinto Coelho (baião ao clássico &#8220;Pé de Manacá&#8221;), Bonfiglio de Oliveira (&#8220;Carolina&#8221;, gravada por Carlos Galhardo), Noel Rosa (&#8220;Triste Cuíca&#8221;, gravado por Araci de Almeida, e &#8220;Não Resta A Dúvida Menor”, da trilha sonora do filme Alô, Alô Carnaval), Lamartine Babo (&#8221; Alô, Alô, Carnaval”, incluída na trilha sonora do filme homônimo, e&#8221; Seu Abóbora”, gravado por Carmen Miranda), Adoniran Barbosa (&#8220;Prova de Carinho&#8221;), e Luiz Gonzaga (&#8220;A Vida do Viajante&#8221;, &#8220;Baião da Garoa&#8221; e &#8220;Xaxado&#8221;).</p>
<p>Pesquisa Autor : &#8220;Hervé Cordovil&#8221;</p>
<p>Pé de Manacá, Hervê Cordovil/Marisa Pinto Coelho.<br />
Prova de carinho &#8211; em ADONIRAN BARBOSA<br />
Agüenta a mão, João &#8211; em ADONIRAN BARBOSA &#8211; 70 ANOS<br />
Prova de carinho &#8211; em ADONIRAN BARBOSA &#8211; 70 ANOS<br />
Sabiá lá na gaiola &#8211; em TRILHAS &#8211; OFICINA DE CORDAS, TREM DE CORDA, DUO BEM TEMPERADO e GRUPO ANIMA<br />
Biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho (Itsy bitsy teenie weenie yellow polkadot bikini) &#8211; em TODAS AS AVENTURAS DA BLITZ<br />
Porquê &#8211; em A NOITE DO MEU BEM<br />
A vida do viajante &#8211; em ALEGRIA<br />
Pode ficar &#8211; em ISAURA GARCIA<br />
Pé de manacá &#8211; em ISAURA GARCIA<br />
Baião da garoa &#8211; em A VIAGEM DE GONZAGÃO E GONZAGUINHA<br />
A vida do viajante &#8211; em GONZAGÃO &amp; GONZAGUINHA &#8211; JUNTOS<br />
Sorrisos &#8211; em CARMEN MIRANDA<br />
Inconstitucionalissimamente &#8211; em CARMEN MIRANDA<br />
Sabia lá na gaiola &#8211; em BRASILEIRA, TOUT SIMPLEMENT<br />
Tem pena de mim &#8211; em SAMBA É ARACY DE ALMEIDA<br />
Triste cuíca &#8211; em SAMBA É ARACY DE ALMEIDA<br />
A vida do viajante &#8211; em SÓ FORRÓ<br />
Triste cuíca &#8211; em SEM TOSTÃO&#8230; A CRISE NÃO É BOATO &#8211; CRISTINA BUARQUE e HENRIQUE CAZES<br />
Não tem mais fim &#8211; em GROSSAS NUVENS DE AMOR<br />
Uma loira &#8211; em ESPECIAL &#8211; DICK FARNEY<br />
Uma loura &#8211; em PENUMBRA E ROMANCE<br />
Uma loucura &#8211; em DICK FARNEY AO VIVO<br />
Cabeça inchada &#8211; em O BOM<br />
Baião da garoa &#8211; em CABOCLO SONHADOR<br />
Baião da garoa &#8211; em FOR ALL PARA TODOS<br />
A vida do viajante &#8211; em GONZAGUINHA DA VIDA<br />
Triste cuíca &#8211; em CHICO BUARQUE DE HOLLANDA E NOEL ROSA NA VOZ DE ISAURA GARCIA<br />
A vida do viajante &#8211; em FORRÓ DE CABO A RABO<br />
Rua Augusta &#8211; em SESSÃO DE ROCK &#8211; MATÉRIA PRIMA<br />
A vida do viajante &#8211; em EU E MEU PAI<br />
Sabiá lá na gaiola &#8211; em ENCONTRO DE AMOR<br />
A vida do viajante &#8211; em VIVA GONZAGÃO &#8211; É FORRÓ É XOTE É BAIÃO<br />
Sabiá lá na gaiola &#8211; em AO VIVO NO SEIS E MEIA &#8211; LUIZ GONZAGA &amp; CARMÉLIA ALVES<br />
Rua Augusta &#8211; em MUTANTES E SEUS COMETAS NO PAÍS DOS BAURETS<br />
Triste cuíca &#8211; em NOEL ROSA POR MÁRIO REIS E ARACY DE ALMEIDA<br />
A vida do viajante &#8211; em PINGO D&#8217;ÁGUA<br />
Baião da garoa &#8211; em QUINTETO VIOLADO<br />
Mágoa &#8211; em ETERNAMENTE<br />
Jangada &#8211; em SILVIO CALDAS AO VIVO &#8211; HISTÓRIAS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA<br />
Baião da garoa &#8211; em SERGIO REIS<br />
Jangada &#8211; em SILVIO CALDAS<br />
Mágua &#8211; em SILVIO CALDAS<br />
Prelúdio &#8211; em ETERNAMENTE<br />
Uma loira &#8211; em ALEGRIA, ALEGRIA VOL. 4 ou HOMENAGEM À GRAÇA, À BELEZA, AO CHARME E AO VENENO DA MULHER BRASILEIRA<br />
Pé de manacá &#8211; em WALDIR AZEVEDO<br />
Cabeça inchada &#8211; em WALDIR AZEVEDO<br />
Alma do Brasil &#8211; em MAIOR QUE A SAUDADE<br />
Prelúdio &#8211; em AGNALDO RAYOL<br />
Chuva &#8211; em AGNALDO RAYOL<br />
Rua Augusta &#8211; em LET ME SING MY ROCK&#8217;N'ROLL<br />
Rua Augusta &#8211; em OS 24 MAIORES SUCESSOS DA ERA DO ROCK<br />
A vida do viajante &#8211; em A VIDA DO VIAJANTE &#8211; LUIZ GONZAGA &amp; GONZAGUINHA<br />
Vida do viajante &#8211; em LUIZINHO DE GONZAGÃO GONZAGA GONZAGUINHA<br />
Baião da garoa &#8211; em A VIDA DO VIAJANTE &#8211; LUIZ GONZAGA &amp; GONZAGUINHA<br />
Menina oxygené &#8211; em O CARNAVAL DE LAMARTINE BABO &#8211; SUA HISTÓRIA SUA GLÓRIA<br />
Esquina da sorte &#8211; em O CARNAVAL DE LAMARTINE BABO &#8211; SUA HISTÓRIA SUA GLÓRIA<br />
Tem pena de mim &#8211; em ELZA, MILTINHO E SAMBA &#8211; VOL. 2<br />
Uma loira &#8211; em DICK FARNEY SHOW<br />
Uma loira &#8211; em MOMENTOS<br />
Rua Augusta &#8211; em SEGUNDO<br />
Pau-de-arara &#8211; em RETROSPECTIVA EM 5 MOVIMENTOS<br />
Baião da garoa &#8211; em 40 ANOS DE ESTRADA<br />
Uma loira &#8211; em A SAUDADE MATA A GENTE<br />
Baião da garôa &#8211; em WHEN IT WAS DONE &#8211; WALTER WANDERLEY SET<br />
Não tem mais fim &#8211; em DALVA<br />
Agüenta a mão João &#8211; em AGUENTA A MÃO, JOÃO<br />
Prova de carinho &#8211; em A MÚSICA BRASILEIRA DESTE SÉCULO POR SEUS AUTORES E INTÉRPRETES &#8211; ADONIRAN BARBOSA<br />
Paraíba feminina &#8211; em RITMOS DO BRASIL COM CARMÉLIA ALVES<br />
Prece a São Benedito &#8211; em INEZITA BARROSO<br />
Que é que você fazia? &#8211; em O SUMO DO RUMO<br />
Zabumba de nego &#8211; em VAMOS FALAR DE BRASIL<br />
Pode ficar &#8211; em RITMO FASCINANTE Nº 1<br />
Jangada &#8211; em RITMO FASCINANTE Nº 1<br />
Baião da garoa &#8211; em CHÁ DANÇANTE &#8211; DONATO E SEU CONJUNTO<br />
A vida do viajante &#8211; em O REI VOLTA PRA CASA<br />
O trem chegou &#8211; em TE PEGO PELA PALAVRA<br />
Rio &#8211; em CAIXINHA DE SAUDADE<br />
Uma loira &#8211; em PERDIDO DE AMOR<br />
Esquinado &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Eh! Boi &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Cabeça inchada &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Sabiá lá na gaiola &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Baião vai&#8230; Baião vem &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Pé de manacá &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Adeus, adeus morena &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
O trem chegou &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Esta noite serenou &#8211; em CARMÉLIA ALVES<br />
Baião da garoa &#8211; em GIL E MILTON<br />
Pé de manaca &#8211; em MEUS MOMENTOS &#8211; WALDIR AZEVEDO<br />
Não resta a menor dúvida &#8211; em QUE SE DANE<br />
Um caboclinho &#8211; em FRANCISCO ALVES &#8211; O REI DA VOZ<br />
Rio &#8211; em FRANCISCO ALVES &#8211; O REI DA VOZ<br />
P. R. Você &#8211; em A CANÇÃO DOS EXPEDICIONÁRIOS<br />
Biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho (Itsy bitsy teenie weenie yellow polkadot bikini) &#8211; em BLITZ AO VIVO<br />
Nego &#8211; em MENSAGEM &#8211; ISAURA GARCIA e NELSON GONÇALVES<br />
Piqued head (Cabeça inchada) &#8211; em ANTOLOGIA DO ROCK E DA JOVEM GUARDA &#8211; CLASSIC COLLECTION VOL. 8<br />
Adeus Pernambuco &#8211; em NO MEU PÉ DE SERRA<br />
Carolina &#8211; em ALTAMIRO CARRILHO E SUA BANDINHA NA TV &#8211; Nº 2<br />
Uma loira &#8211; em NA TRADIÇÃO<br />
Baião da garoa &#8211; em COLEÇÃO OBRAS PRIMAS &#8211; GERALDO AZEVEDO<br />
É noite, morena &#8211; em TEMPINHO BOM<br />
Cabeça inchada &#8211; em TEMPINHO BOM<br />
Sabiá na gaiola &#8211; em TEMPINHO BOM<br />
Uma loura &#8211; em COPACABANA<br />
A vida do viajante &#8211; em DE VOLTA PRO INTERIOR<br />
Aguenta a mão, João &#8211; em SÉRIE 2 EM UM: &#8220;Adoniran Barbosa (1975)&#8221; e &#8220;Adoniran Barbosa &#8211; 70 Anos&#8221;<br />
Prova de carinho &#8211; em SÉRIE 2 EM UM: &#8220;Adoniran Barbosa (1975)&#8221; e &#8220;Adoniran Barbosa &#8211; 70 Anos&#8221;<br />
Dia de natal &#8211; em CARMEN MIRANDA<br />
Samba &#8211; em CARMEN MIRANDA<br />
O que é que você fazia? &#8211; em CARMEN MIRANDA<br />
Alô, alô carnaval &#8211; em CARMEN MIRANDA<br />
A vida do viajante &#8211; em A VIAGEM DE GONZAGÃO E GONZAGUINHA<br />
Baião da garoa &#8211; em UM BANQUINHO, UM VIOLÃO&#8230; &#8211; DANIEL GONZAGA</p>
<p>Queimada, Hervê Cordovil.</p>
<p>Esse foi um tema que eu fiz para um filme francês chamado Queimada.</p>
<p>Mas o filme não veio, a música ficou por lá.</p>
<p>Levaram daqui. É um troço sério.</p>
<p>Pediram, escrevi, levaram e eu não vi. Bacana, né? Isso se dá muito com brasileiro.</p>
<p>Lá detrás daquele morro<br />
Tem um pé de manacá<br />
Nóis vão casá<br />
Nóis vão pra lá<br />
Cê qué?<br />
Cê qué?<br />
Lá detrás daquele morro<br />
Tem um pé de manacá<br />
Nóis vão casá<br />
E vão pra lá<br />
Cê qué?<br />
Cê qué?<br />
Eu quero te agradá<br />
Eu quero te abraçá<br />
Eu quero te pegá e te levá pra lá<br />
Cê vai?<br />
Cê vai?<br />
Lá detrás daquele morro<br />
Tem um pé de manacá<br />
Nóis vão casá<br />
E vão pra lá<br />
Cê qué?<br />
Cê qué?<br />
Eu junto todas as flô do pé de manacá<br />
E faço uma coroa para te enfeitá<br />
Cê qué?<br />
Cê qué?<br />
Cê qué?</p>
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		<title>Luiz Gonzaga (Rei do Baião)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 17:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LUIZ GONZAGA (Rei do Baião)
Pernambucano do Século XX
ETERNO CANTADOR


E Maçom!!!
 
Currículo Maçônico
O Irmão Luiz Gonzaga é Iniciado, na Maçonaria, na ARLS.’. “Paranapuan” Nº: 1477, do Grande Oriente do Brasil, Or.’. da Ilha do Governador/RJ, do Rito Moderno” ou “Francês”. Aprendiz Maçom: em 03 de abril de 1971
Tendo como seu “padrinho” o Irmão Florentino Guimarães, membro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>LUIZ GONZAGA</strong> (<strong>Rei do Baião</strong>)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pernambucano do Século XX</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>ETERNO CANTADOR</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img title="luizggonzagaimagem" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/luizggonzagaimagem-225x300.jpg" alt="luizggonzagaimagem" width="370" height="495" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>E Maçom!!!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Currículo Maçônico</strong></p>
<p style="text-align: left;">O <strong>Irmão Luiz Gonzaga</strong> é <strong>Iniciado, </strong>na Maçonaria, na <strong>ARLS.’. “Paranapuan” Nº: 1477</strong>, do <strong>Grande Oriente do Brasil</strong>, Or.’. da Ilha do Governador/RJ, do Rito Moderno” ou “Francês”. Aprendiz Maçom: em <strong>03 de abril de 1971</strong></p>
<p style="text-align: left;">Tendo como seu “padrinho” o Irmão Florentino Guimarães, membro do quadro da Loja Paranapuan.</p>
<p style="text-align: left;">Grau de Companheiro Maçom: Elevado em 14 de dezembro de 1972</p>
<p style="text-align: left;">Grau de Mestre Maçom: Exaltado em 05 de dezembro de 1973.</p>
<p style="text-align: left;">Na Maçonaria dos Altos Graus ou Filosóficas, foi iniciado no Grau 4, em 29 de agosto de 1984. No Subli .’. Cap.’. “Paranapuan”, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil para o RFAA.</p>
<p style="text-align: left;">O <strong>G.’. A.’. D.’. U.’.</strong>, nos seus desígnios, requisitou o irmão Luiz Gonzaga para uma outra missão.</p>
<p style="text-align: left;">Sofrendo de câncer na próstata e osteoporose, passou 42 dias internado no “Hospital Santa Joana”, na cidade de Recife. Agravados seus males físicos, viajou para o Oriente Eterno na madrugada de 02 de agosto de 1989, com 76 anos de idade, em conseqüência de parada cardíaca por pneumonia.</p>
<p style="text-align: left;">Sob comovente manifestação popular, seu corpo foi velado na cidade do Recife, e transportado inicialmente para a cidade de Juazeiro do Norte, CE, onde recebeu as bênçãos do Padre Cícero de quem era muito devoto, e daí para sua cidade natal, em Exu, onde foi sepultado.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Acácia Amarela é uma composição maçônica.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>A música &#8220;Acácia Amarela&#8221; nasceu em 1981.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Além de Cantar o Nordeste, Luiz Gonzaga homenageia com esta música a  grande família justa e perfeita na qual admiro muito! Para os leigos, Luiz Gonzaga Era Maçom, e Fez essa Melodia para a Maçonaria!</p>
<p style="text-align: left;">O Irmão Luiz Gonzaga, achando oportuna uma homenagem musical à Maçonaria, elaborou a letra e o tema musical. O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia.</p>
<p style="text-align: left;">Concluído o trabalho, a gravação foi feita em 1982, e incluída no elenco do CD &#8220;Eterno Cantador&#8221;, da etiqueta RCA-Victor. E regravado em CD em 1998, com arranjo de &#8220;Orlando Silveira e execução vocal de Luiz Gonzaga&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1997 o Grande Oriente do Brasil através do Projeto Classes Musicais, por ocasião do encontro &#8220;Compasso para o Futuro&#8221;, gravou a mesma com a Orquestra Sinfônica e Coral Baccarelli e a regência e arranjos do Maestro Sérgio Kuhlmann.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><strong>ACÁCIA AMARELA</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Ela é tão linda é tão bela<br />
Aquela acácia amarela<br />
Que a minha casa tem<br />
Aquela casa direita<br />
Que é tão justa e perfeita<br />
Onde eu me sinto tão bem</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sou um feliz operário<br />
Onde aumento de salário<br />
Não tem luta nem discórdia<br />
Ali o mal é submerso<br />
E o Grande Arquiteto do Universo<br />
É harmonia, é concórdia<br />
É harmonia, é concórdia&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: left;">De acordo com o Irmão José Castellani em seu livro &#8220;Dicionário Etimológico Maçônico&#8221;. No Egito, as acácias eram árvores sagradas e tinham o nome hieroglífico de shen; na Fraternidade Rosa-Cruz, ensina-se que a acácia foi a madeira usada na confecção da cruz em que Jesus foi executado;  segundo o Tabernáculo hebraico, eram feitos de madeira de acácia: A Arca da Aliança  (Êxodos, 25 &#8211; 10), a mesa dos pães propiciais (Êxodo, 25 &#8211; 23) e o altar dos holocaustos (Êxodo, 27 &#8211; 1).</p>
<p style="text-align: left;">Na maçonaria, além de ser o símbolo da Grande Iniciação, representa, também, a pureza e a imortalidade, além de ser o símbolo da ressurreição, por influência da tradição mística dos árabes e dos hebreus.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>BIOGRAFIAS</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/orlando-silveiraimages1.jpeg"><img class="aligncenter" title="orlando-silveiraimages1" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/orlando-silveiraimages1.jpeg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O Irmão <strong>ORLANDO SILVEIRA OLIVEIRA SILVA</strong>, nasceu em 27 de maio de 1925.</p>
<p style="text-align: left;">Formado em Direito, tem uma vivência mais de 45 anos na profissão de músico, sendo Instrumentista, regente, arranjador, compositor e acordeonista. Foi iniciado em março de 1974 na Loja Adonai, Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left;">O pai de Orlando Silveira era músico amador, e foi através dele que se iniciou na música, tocando cavaquinho aos nove anos. Por influência do pai, também, trocou o cavaquinho pelo acordeom, três anos depois.</p>
<p style="text-align: left;">Até os 17 anos tocou apenas de ouvido, porém, a partir daí, dedicou-se seriamente aos estudos musicais.</p>
<p style="text-align: left;">Entre São Paulo – para onde foi tentar a carreira musical – e o Rio de Janeiro – onde viveu durante muitos anos – estudou com Leo Peracchi, Henrique Morelenbaum e Hans-Joachin Koellreuter, aprofundando-se em teoria musical, orquestração, arranjo e regência.</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Luiz Gonzaga.imagem" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Luiz-Gonzaga.imagem.JPG" alt="Luiz Gonzaga.imagem" width="495" height="244" />O cantor, compositor e sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga em foto de 1984</p>
<p>O Irmão <strong>LUIZ GONZAGA NASCIMENTO</strong> (<strong>Rei do Baião</strong>)</p>
<p style="text-align: left;">Filho de Januário, lavrador e sanfoneiro, e de dona Santana, nasceu 13 de dezembro de 1912, na Fazenda Caiçara, município de Exu, sertão de Pernambuco. Foi iniciado em 03/04/1971 na Loja Paranapuan (Ilha do Governador/RJ).</p>
<p style="text-align: left;">Foi um compositor popular. Aprendeu a ter gosto pela música ouvindo as apresentações de músicos nordestinos em feiras e em festas religiosas. Quando migrou para o sul, fez de tudo um pouco, inclusive tocar em bares de beira de cais. Mas foi exatamente aí que ouviu um cabra lhe dizer para começar a tocar aquelas músicas boas do distante nordeste.</p>
<p style="text-align: left;">Pensando nisso compôs dois chamegos: “Pés de Serra” e “Vira e Mexe”. Sabendo que o rádio era o melhor vínculo de divulgação musical daquela época (corria o ano de 1941) resolveu participar do concurso de calouros de Ary Barroso onde solou sua música “ Vira e Mexe” e ganhou o primeiro prêmio. Isso abriu caminho para que pudesse vir a ser contratado pela emissora Nacional.</p>
<p style="text-align: left;">No decorrer destes vários anos, Luiz Gonzaga foi simbolizando o que melhor se tem da música nordestina. Ele foi o primeiro músico assumir a nordestinidade representada pela a sanfona e pelo chapéu de couro. Cantou as dores e os amores de um povo que ainda não tinha voz.</p>
<p style="text-align: left;">Nos seus vários anos de carreira nunca perdeu o prestígio, apesar de ter se distanciado do palco várias vezes. Os modismos e os novos ritmos desviaram a atenção do público, mas o velho Lua nunca teve seu brilho diminuído. Quando morreu em 1989 tinha uma carreira consolidada e reconhecida. Ganhou o prêmio Shell de Música Popular em 87 e tocou em Paris em 85. Seu som agreste atravessou barreiras e foi reconhecido e apreciado pelo povo e pela mídia.</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo tocando sanfona, instrumento tão pouco ilustre. Mesmo se vestindo como nordestino típico (como alguns o descreviam: roupas de bandido de Lampião). Talvez por isso tudo tenha chegado onde chegou. Era a representação da alma de um povo… Era a alma do nordeste cantando sua história… E ele fez isso com simplicidade e dignidade. A música brasileira só tem que agradecer…</p>
<p style="text-align: left;">No dia 13 de dezembro de 1912, uma sexta-feira, nasce na fazenda Caiçara, no sopé da Serra do Araripe, município de Exu, Estado de Pernambuco, divisa com os estados do Ceará e Piauí.</p>
<p style="text-align: left;">Luiz Gonzaga do Nascimento, o segundo de nove filhos do casal Januário José dos Santos e de Ana Batista de Jesus, que na pia batismal da matriz da cidade de Exu, recebe o nome de “Luiz” (por ser dia de Santa Luzia) “Gonzaga” (por sugestão do vigário) e “Nascimento” (por ter nascido em dezembro, também mês de nascimento de Jesus Cristo).</p>
<p style="text-align: left;">Em 1920, aos oito anos de idade, substitui um sanfoneiro em festa tradicional na fazenda Caiçara, no Araripe, Exu, a pedido de amigos do pai; canta e toca a noite inteira e, pela primeira vez recebe o que hoje se chama cachê; o dinheiro, 20$000, amolece o espírito da mãe, que não o queria sanfoneiro.</p>
<p style="text-align: left;">A partir daí, os convites para animar festas ou sambas, como se dizia na época, tornam-se freqüentes.</p>
<p style="text-align: left;">Antes mesmo de completar 16 anos de idade, “Luiz de Januário”, “lula” ou “Luiz Gonzaga” já é nome conhecido em Araripe e em toda a redondeza, como: Canoa Brava, Viração, Bodocó e Rancharia.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1929, vira “escoteiro” e apaixona-se por uma mulher a contragosto da mãe, de quem leva uma surra e foge de casa para a cidade do Crato.</p>
<p style="text-align: left;">O revoltado “Luiz Gonzaga do Nascimento” fica sabendo que as Forças Armadas estão recrutando voluntários. Era isso o que queria. Não pensa muito e alista-se no primeiro posto de alistamento do Exército Brasileiro. O ano, 1930. Explode a revolução nos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba.</p>
<p style="text-align: left;">O então soldado “Gonzaga” nº 122, corneteiro, segue com o 2º Batalhão de Caçadores para a cidade de Souza, estado da Paraíba; ainda em missão, segue para as cidades de Belém, estado do Pará, e Teresina, estado do Piauí; e depois para os Estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ganha fama no Exército Brasileiro e um apelido: “Bico de Aço”, por ser exímio corneteiro.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1939, dá baixa do Exército Brasileiro e, aventureiro, segue para São Paulo; desembarca na Estação da Luz e, nas imediações compra a sua primeira sanfona “branca” (todas as suas sanfonas seguintes seriam de cor branca) de 120 baixos.</p>
<p style="text-align: left;">Nesse mesmo ano volta para o Rio de Janeiro, onde faz amizades e inicia a carreira artística, divertindo marinheiros e desocupados em geral no Mangue, lugar também muito freqüentando por malandros e prostitutas.</p>
<p style="text-align: left;">Explode a segunda grande Guerra Mundial, o Brasil é literalmente invadido pela música estrangeira, principalmente a norte-americana.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1940, conhece o guitarrista português Xavier Pinheiro e outros artistas que, como ele, disputam a duras penas um lugar ao sol; toca todo tipo de música, de “blues” a “fox trotes”; imita artistas famosos da época, como Manezinho Araújo, Augusto Caldeiros e Antenógenes Silva. Começa a apresentar-se em programas de rádio, como calouro.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1942, começa a fazer sucesso e as emissoras de rádio começam a se interessar de fato, pelo novo cartaz. Enquanto isso, o Brasil declara guerra à Alemanha e seus aliados.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1946, com Humberto Teixeira, compõe e grava a primeira de uma série de 18 parcerias: “No meu pé de Sena”. O sucesso é imediato e enorme, e, ao mesmo tempo, o seu nome começa a correr o mundo: Europa, EUA, Japão. Além de No Meu Pé de Serra, com Teixeira, compôs, entre outras, “Asa Branca”, “Juazeiro”, “Légua Tirana”, “Assum-preto”, “Paraíba” e “Respeita Januário”.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1953, grava “A vida do Viajante”, composição do Irmão Hervê Cordovil.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/luiz-gonzagaimages2.jpeg"><img title="luiz-gonzagaimages2" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/luiz-gonzagaimages2.jpeg" alt="" width="163" height="150" /></a><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sucessos</strong></p>
<p>•    A dança da moda, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)<br />
•    A feira de Caruaru, Onildo Almeida (1957)<br />
•    A letra I, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)<br />
•    A morte do vaqueiro, Luiz Gonzaga e Nelson Barbalho (1963)<br />
•    A triste partida, Patativa do Assaré (1964)<br />
•    A vida do viajante, Irmão Hervê Cordovil e Luiz Gonzaga (1953)<br />
•    Acauã, Zé Dantas (1952)<br />
•    Adeus, Iracema, Zé Dantas (1962)<br />
•    Á-bê-cê do sertão, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)<br />
•    Adeus, Pernambuco, Irmão Hervê Cordovil e Manezinho Araújo (1952)<br />
•    Algodão, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)<br />
•    Amanhã eu vou Beduíno e Luiz Gonzaga (1951)<br />
•    Amor da minha vida, Benil Santos e Raul Sampaio (1960)<br />
•    Asa-branca, Humberto Texeira e Luiz Gonzaga (1947)<br />
•    Assum-preto, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)<br />
•    Ave-maria sertaneja, Júlio Ricardo e O. de Oliveira (1964)<br />
•    Baião, Humberto Texeira e Luiz Gonzaga (1946)<br />
•    Baião da Penha, David Nasser e Guio de Morais (1951)<br />
•    Beata Mocinha, Manezinho Araújo e Zé Renato (1952)<br />
•    Boi bumbá, Gonzaguinha e Luiz Gonzaga (1965)<br />
•    Boiadeiro, Armando Cavalcanti e Klécius Caldas (1950)<br />
•    Cacimba Nova, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1964)<br />
•    Calango da lacraia, Jeová Portela e Luiz Gonzaga (1946)<br />
•    O Cheiro de Carolina, &#8211; Sua Sanfona e Sua Simpatia &#8211; Amorim Roxo e Zé Gonzaga (1998)<br />
•    Chofer de praça, Evaldo Ruy e Fernando Lobo (1950)<br />
•    Cigarro de paia, Armando Cavalcanti e Klécius Caldas (1951)<br />
•    Cintura fina, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)<br />
•    Cortando pano, Jeová Portela, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1954)<br />
•    Dezessete légua e meia, Carlos Barroso e Humberto Teixeira (1950)<br />
•    Feira de gado, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)<br />
•    Firim, firim, firim, Alcebíades Nogueira e Luiz Gonzaga (1948)<br />
•    Fogo sem fuzil, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1965)<br />
•    Fole gemedor, Luiz Gonzaga (1964)<br />
•    Forró de Mané Vito, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)<br />
•    Forró de Zé Antão, Zé Dantas (1962)<br />
•    Forró de Zé do Baile, Severino Ramos (1964)<br />
•    Forró de Zé Tatu, Jorge Jorge de Castro e Zé Ramos (1955)<br />
•    Forró no escuro, Luiz Gonzaga (1957)<br />
•    Fuga da África, Luiz Gonzaga (1944)<br />
•    Hora do adeus, Luiz Queiroga e Onildo Almeida (1967)<br />
•    Imbalança, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1952)<br />
•    Jardim da saudade, Alcides Gonçalves e Lupicínio Rodrigues (1952)<br />
•    Juca, Lupicínio Rodrigues (1952)<br />
•    Lascando o cano, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)<br />
•    Légua tirana, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1949)<br />
•    Lembrança de primavera, Gonzaguinha (1964)<br />
•    Liforme instravagante, Raimundo Granjeiro (1963)<br />
•    Lorota boa, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1949)<br />
•    Moda da mula preta, Raul Torres (1948)<br />
•    Moreninha tentação, Sylvio Moacyr de Araújo e Luiz Gonzaga (1953)<br />
•    No Ceará não tem disso, não, Guio de Morais (1950)<br />
•    No meu pé de serra, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1947)<br />
•    Noites brasileiras, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1954)<br />
•    Numa sala de reboco, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1964)<br />
•    O maior tocador, Luiz Guimarães (1965)<br />
•    O xote das meninas, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1953)<br />
•    Ô véio macho, Rosil Cavalcanti (1962)<br />
•    Obrigado, João Paulo, Luiz Gonzaga e Padre Gothardo (1981)<br />
•    O fole roncou, Luiz Gonzaga e Nelson Valença (1973)<br />
•    Óia eu aqui de novo, Antônio Barros (1967)<br />
•    Olha pro céu, Luiz Gonzaga e Peterpan (1951)<br />
•    Ou casa, ou morre, Elias Soares (1967)<br />
•    Ovo azul, Miguel Lima e Paraguaçu (1946)<br />
•    Padroeira do Brasil, Luiz Gonzaga e Raimundo Granjeiro (1955)<br />
•    Pão-duro, Assi Valente e Luiz Gonzaga (1946)<br />
•    Pássaro carão, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1962)<br />
•    Pau-de-arara, Guio de Morais e Luiz Gonzaga (1952)<br />
•    Paulo Afonso, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1955)<br />
•    Pé de serra, Luiz Gonzaga (1942)<br />
•    Penerô xerém, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1945)<br />
•    Perpétua, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1946)<br />
•    Piauí, Sylvio Moacyr de Araújo (1952)<br />
•    Piriri, Albuquerque e João Silva (1965)<br />
•    Quase maluco, Luiz Gonzaga e Victor Simon (1950)<br />
•    Quer ir mais eu?, Luiz Gonzaga e Miguel Lima (1947)<br />
•    Quero chá, José Marcolino e Luiz Gonzaga (1965)<br />
•    Padre sertanejo, Helena Gonzaga e Pantaleão (1964)<br />
•    Respeita Januário, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)<br />
•    Retrato de Um Forró, Luiz Ramalho e Luiz Gonzaga (1974)<br />
•    Riacho do Navio, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1955)<br />
•    Sabiá, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1951)<br />
•    Sanfona do povo, Luiz Gonzaga e Luiz Guimarães (1964)<br />
•    Sanfoneiro Zé Tatu, Onildo Almeida (1962)<br />
•    São-joão na roça, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1952)<br />
•    Siri jogando bola, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1956)<br />
•    Vem, morena, Luiz Gonzaga e Zé Dantas (1950)<br />
•    Vira-e-mexe, Luiz Gonzaga (1941)<br />
•    Xanduzinha, Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1950)<br />
•    Xote dos cabeludos, José Clementino e Luiz Gonzaga (1967)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/lgonzaga001.jpg"><img class="aligncenter" title="lgonzaga001" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/lgonzaga001.jpg" alt="" width="225" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Foi escolhido o Pernambucano do Século XX.</strong></p>
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