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	<title>Obreiros de Irajá &#187; Companheiro</title>
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	<description>Augusta Respeitável Loja Maçônica Obreiros de Irajá</description>
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		<title>Ordem dos Jardineiros Livres</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 22:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ordem dos Francos-Jardineiros 
ou 
Ordem dos Jardineiros Livres

A Ordem dos Jardineiros Livres (Order of Free Gardeners) é uma sociedade fraternal fundada na Escócia em meados do século XVII que rapidamente espalhou-se pela Inglaterra e pela Irlanda. Como outras sociedades da época, seu principal objetivo era compartilhar segredos, conhecimentos e ajuda mútua. No século de XIX [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Ordem dos Francos-Jardineiros </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>ou </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ordem dos Jardineiros Livres</strong><br />
<a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7591" title="Ordem Jardineiro livres" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.jpg" alt="" width="214" height="280" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A Ordem dos Jardineiros Livres (Order of Free Gardeners) é uma sociedade fraternal fundada na Escócia em meados do século XVII que rapidamente espalhou-se pela Inglaterra e pela Irlanda. Como outras sociedades da época, seu principal objetivo era compartilhar segredos, conhecimentos e ajuda mútua. No século de XIX sua ação de auto-ajuda aos membros tornou-se predominante. Pelo final do século XX a sociedade estava quase que extinta.</p>
<p>Em 1849 a The Ancient Order of Free Gardeners Scotland, foi formada em Penicuik. Em 1956, devido à queda de atividade na Escócia a Grande Loja foi transferida pra Cape Town, África do Sul, e continua lá. Embora a Free Gardeners sempre tivesse mantido distancia da Maçonaria, a história e a organização das duas Ordens apresentam diversas semelhanças.</p>
<p>Uma Fraternidade cujos emblemas e diplomas são semelhantes à da Maçonaria, embora não tão antiga como a maçonaria já existia há trezentos anos antes de entrar em um declínio dramático no início do século XX.</p>
<p>As insígnias da Ordem são muito semelhantes aos dos emblemas da nossa Ordem. Neste caso, o esquadro e compasso estão em forma regular, mas em vez da letra “G”, os emblemas dos Jardineiros têm uma faca de poda em aberto.<br />
<strong><br />
Historia</strong></p>
<p>Os primeiros indícios da existência da Ordem são encontrados em um livro de atas da Loja de Haddington, East Lothian, datado de 16 de Agosto de 1676, o qual começa com a “Criação da Fraternidade dos Jardineiros de East Lothian” que é constituída por quinze regulamentos.</p>
<p>Em um registro de 1 de Maio 1677, 66 membros assinam uma “obrigação” e comprometem-se a manter a boa ordem e melhorar o orgulho e a honra dos Jardineiros Livre locais. Na Escócia o século XVII foi marcado por uma agitação social considerável, devido às guerras dos Covenanters, após a assinatura do Pacto Nacional em 1638, um protesto contra Charles I pelas inovações eclesiásticas.</p>
<p>Após a restauração da monarquia Stuart em 1660, o Episcopado foi reintroduzido na Escócia em 1662 e os sucessores dos signatários do Pacto Nacional marcaram a segunda fase das guerras que se mantiveram até aproximadamente 1689. A fome severa de 1674 e 1675 poderia ter levado a decisão inicial de formalizar a, então, associação de jardineiros existentes na área.</p>
<p>Durante o século XVII os jardins formais da Coroa e da nobreza começaram a ser copiados pela menor nobreza. A formação da Ordem dos Jardineiros coincide com o crescimento do interesse e da aplicação da arquitetura renascentista por latifundiários e da necessidade de um grande número de jardineiros no trabalho.</p>
<p>Escócia era no século XVII, uma fonte sob a agitação civil e fome generalizada. Os ricos proprietários de terra estavam interessados em arquitetura do Renascimento e na concepção do formato dos jardins em suas grandes terras. Os primeiros membros da Loja de Haddington não eram jardineiros por profissão, mas os pequenos proprietários e agricultores que praticavam jardinagem como hobbie. Não praticando uma profissão urbana, eles não poderiam obter o status de uma guilda e modelar a sua organização junto da Maçonaria.</p>
<p>Esta organização criada em Haddington poderia ser vista como uma forma primitiva de união. Ela organizou cooperação entre os membros, desde a formação prática e formação ética, e ajudando os pobres, viúvas e órfãos.</p>
<p style="text-align: left;">As Lojas dos jardineiros também foram as primeiras a organizar exposições florais, a partir de 1772. Perto de 1715, uma loja semelhante à de Haddington foi fundada em Dunfermline, apoiada por dois membros da aristocracia local, o Conde de Moray e o Marquês de Tweeddale. Desde sua origem, ela admitiu vários não-jardineiros como membros. Foi criada uma sociedade de beneficência para ajudar as viúvas, órfãos e pobres da Loja, patrocinaram uma corrida de cavalos e organizaram uma feira anual de horticultura antes de transformar-se pouco a pouco em uma sociedade de ajuda mútua. Chegou a uma adesão de 212 membros.</p>
<p>As Lojas de Haddington e Dunfermline expandiram sua área de recrutamento amplamente sem autorizar criação de novas lojas. Foi somente em 1796 que três novas lojas foram criadas em Arbroath, Bothwell e Cumbnathan.</p>
<p>Durante o século XVIII, cerca de vinte lojas foram criadas, todas na Escócia, e em 6 de novembro de 1849, eles organizaram uma reunião para criar uma Grande Loja. Os preparativos se aceleraram e, em 1859, em Edinburgh, a Grande Loja reuniu representantes de mais de 100 lojas, incluindo três estabelecidas nos EUA.</p>
<p>No pico do movimento, havia mais de 10.000 Jardineiros, pertencentes a mais de 50 lojas.</p>
<p>Encorajado por este sucesso, apareceram durante o século XIX outras sociedades hortícolas competindo entre si. Ao contrário dos Jardineiros, elas não tinham um papel na caridade, ajuda mútua, ou ritual, e que aceitavam qualquer pessoa, homem ou mulher, que pagasse as suas dívidas</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7593" title="Ordem Jardineiro livres.2" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.2.jpg" alt="" width="244" height="184" /></a> <strong><br />
Objetos da Ordem expostos em Edimburgo</strong></p>
<p style="text-align: left;">No século XX, as duas Guerras Mundiais chamou a maioria dos membros. A crise econômica de 1929, enfraqueceu as suas capacidades de caridade. As leis de proteção social enfraqueceram as propostas de ajuda, finalizando com a National Insurance Act de 1946. Mesmo antes da Segunda Guerra Mundial, o número de mortes ultrapassou o número de admissões para as lojas. Em 1939, as atas da Loja de Haddington foram interrompidas até 1952, quando os seus últimos oito membros tentaram em vão, relançá-la. Apesar do recrutamento de novos membros, a fraternidade de Haddington pronunciou a sua dissolução em 22 de Fevereiro de 1953. A loja de Dunfermline durou até meados da década de 1980.</p>
<p>Esses desaparecimentos eram parte de uma mudança social. Em 1950 havia cerca de 30.000 Sociedades Fraternas no Reino Unido, enquanto que em 2000 havia menos de 150. Em 2000, a pesquisa de contou mais do que uma única loja (em Bristol) para a Inglaterra, mas mencionou a sobrevivência da Ordem dos Jardineiros nas Antilhas (Caribbean British Order of Free Gardners) e uma na Austrália. Em 2002, uma sociedade foi criada na Escócia, com objetivo de pesquisa e conservação das tradições da Ordem e algumas lojas foram revividas nesta ocasião.</p>
<p><strong>Rituais</strong></p>
<p>Os documentos da Fraternidade a partir do final do século XVII não revelaram vestígios de um conhecimento secreto ou de rituais. No entanto, o interesse rapidamente mostrado pelos membros da aristocracia sugere que esta associação não era apenas para trazer ajuda mútua.</p>
<p>A mais antiga menção conhecida a existência de um segredo início nesta ordem aparece em 28 de janeiro de 1726, quando a fraternidade estudava uma queixa interna que acusava um dos seus membros de difamar alguns dos seus oficiais, dizendo que estes não poderiam dar corretamente as palavras e os sinais da Ordem. Em 1772 outros documentos mostraram que a fraternidade dos Jardineiros tinha &#8216;Palavras&#8217; e &#8216;Segredos&#8217;. Um documento de 1848 menciona um ensino, sob a forma de “Sinais, Segredos e Símbolos”. Os historiadores têm à sua disposição rituais completos para Aprendiz, Companheiro e Mestre de 1930. Atas das lojas mostram que os rituais da ordem desenvolveram-se progressivamente, desde uma cerimônia bastante básica de transmissão da &#8216;Palavra&#8217; em seus primórdios, até um sistema de três graus semelhantes ao da Maçonaria no final do século XIX.</p>
<p>Uma conferência de 1873 indica que a Ordem utilizava o cultivo do solo como um símbolo da nutrição do espírito em inteligência e força, fazendo referência ao Jardim do Éden.</p>
<p><strong>*</strong> O ritual de admissão de Aprendizes de Jardineiro &#8220;apresenta muitas semelhanças com o de Aprendizes Maçom. Adão poderia, assim, simbolicamente, ser o primeiro Jardineiro a Irmandade. Utilizava-se a bússola e da pá, à qual se acrescenta a faca, apresentados como &#8220;as ferramenta mais simples de jardinagem&#8221;, permitindo &#8220;podar os vícios e fazendo crescer as virtudes por estas. No final desta cerimônia, o aprendiz recebia a vestimenta do seu grau.</p>
<p><strong>*</strong> O segundo grau faz referência a Noé, o &#8220;Segundo Jardineiro&#8221; que faz com o seu companheiro simbolicamente realizar uma viagem que o leva para o Jardim do Éden e, em seguida, em direção ao Gethsemane.</p>
<p><strong>* </strong>O terceiro grau faz referência a Salomão, o “Terceiro Jardineiro”, e ao símbolo da árvore da oliveira.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="../wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.1.jpg"><img class="aligncenter" title="Ordem Jardineiro livres.1" src="../wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.1.jpg" alt="" width="324" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: left;">As vestes são de dois tipos:</p>
<p><strong>*</strong> Vestes longas, atingindo o tornozelo, bordado com numerosos símbolos relacionados com as lendas da ordem.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>*</strong> Vestes curtas, com um babador semicircular, assemelhando-se fortemente os aventais dos maçons da Escócia. A do Grande Mestre é bordada com as letras P, G, H, E, iniciais dos quatro rios do Jardim do Éden, e A, N, S, iniciais de Adão, Noé e Salomão, à qual se acrescenta a letra O provavelmente para &#8216;Azeitona&#8217; ou “Oliveira” em Inglês.</p>
<p>Geralmente, o simbolismo utilizado pelo Jardineiro parece ter sido fortemente influenciado ao longo do século XIX pela de Maçonaria.</p>
<p>Em vários objetos da ordem que datam do início do século XX, encontra-se um emblema composto por um quadrado, uma bússola e uma faca de enxertia. Como não há um traço deste emblema em documentos anteriores, é provável que ele também tenha sido inspirado da Maçonaria.</p>
<p><strong>Primeiros membros</strong></p>
<p>Há pouca informação sobre as profissões dos membros antes do final do século XVII. Durante este período, a Loja de Haddington apresentava comerciantes, alfaiates e funcionários públicos, bem como jardineiros. Todos os membros da loja eram originalmente do conselho. Por outro lado, em Dunfermline, antiga capital da Escócia, se orgulhava de contar entre os membros inúmeras pessoas de renome de Edimburgo, assim como a de East Lothian, incluindo o Marquês de Tweeddale, o Conde de Haddington, Lord William Hay, entre outros.</p>
<p>O primeiro registro da loja de Dunfermline foi criado em 1716 com as assinaturas de 214 membros. Neste momento a adesão foi composta por uma maioria de Jardineiros por profissão, mas também inúmeros artesãos e dois membros da aristocracia local. Rapidamente, a associação cresceu e aumentou o nível social a tal ponto que os jardineiros profissionais não formavam a maioria dos membros, mas manteve-se o recrutamento local.</p>
<p style="text-align: left;">Em 1721, 101 novos membros de todos os estatutos sociais foram admitidos na loja, de jardineiros e açougueiros até o Duque de Atholl. Nos anos seguintes, houve um número bastante grande de aristocratas iniciados na Loja de Dunfermline, mesmo quando pertenciam a Loja de Haddington, que continua a ser ativa. A maioria dessas pessoas possuía jardins famosos. A partir de 1736, data da criação da (maçônica) Grande Loja da Escócia, esta tendência cessou e não houve mais iniciações de aristocratas na Loja de Dunfermline.</p>
<p>Religiosamente, todos os membros desta época eram protestantes, e pertenciam à Igreja da Escócia. Politicamente, por outro lado, havia todos os tipos de pessoas.</p>
<p><strong>As comparações com a Maçonaria</strong></p>
<p>Em 1720, a Escócia tinha uma profusão de sociedades, fraternidades e clubes. Maçonaria e a Ordem dos Jardineiros são apenas aqueles que mais se espalharam e duraram mais tempo.</p>
<p>Essas duas ordens apresentam semelhanças importantes relativos à sua organização e desenvolvimento. Ambos nasceram na Escócia, em meados do século XVII entre os grupos de trabalhadores profissionais, que muito rapidamente aceitaram membros de outras profissões. Em ambos os casos, os membros da profissão original tornaram-se minorias a partir do início do século XVII. Nas duas Ordens, certas lojas abriram-se rapidamente e aceitaram outros membros, em particular os da nobreza, entre outros, sendo a Loja de Haddington para os Jardineiros e a de Edinburgo para os Maçons as mais reticentes.</p>
<p>Quase todos os membros conhecidos que pertenciam às duas ordens eram Jardineiros antes de se tornarem maçons. O maior grupo de Jardineiros que mais tarde se tornou maçons juntou-se ao Kilwinning Scots Arms, loja maçônica fundada em 1729.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.3.jpg"><img class="size-full wp-image-7594  aligncenter" title="Ordem Jardineiro livres.3" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Ordem-Jardineiro-livres.3.jpg" alt="" width="304" height="293" /></a></p>
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		<title>Tornam-se desnecessários</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 19:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os maçons tornam-se e são desnecessários à nossa Ordem

Uma das situações, talvez a mais dolorosa para um homem, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário, seja, no ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou, principalmente, para nós maçons, na nossa Instituição.

Os maçons tornam-se desnecessários:
Quando decorrido algum tempo de sua Iniciação ao primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Os maçons tornam-se e são desnecessários à nossa Ordem</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.1jpg.jpg"><img class="size-full wp-image-7414  aligncenter" title="Desnecessario.1jpg" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.1jpg.jpg" alt="" width="219" height="231" /></a></p>
<p>Uma das situações, talvez a mais dolorosa para um homem, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário, seja, no ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou, principalmente, para nós maçons, na nossa Instituição.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.jpg"><img class="size-full wp-image-7413  aligncenter" title="Desnecessario" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;">Os maçons tornam-se desnecessários:</p>
<p>Quando decorrido algum tempo de sua Iniciação ao primeiro grau da Ordem, já demonstram desinteresse pelas sessões, faltando constantemente, demonstrando não estarem comprometidos com a Instituição, apesar de terem aceitado a Iniciação e terem feito um juramento solene.</p>
<p>Quando, durante as sessões, já “enturmados”, ficam impacientes com as instruções, com as palestras ou com as palavras dos Irmãos mais velhos, achando tudo uma chatice, uma bobagem que atrasa o ágape e a esticada.<br />
Quando, ao tempo da apresentação de trabalho para aumento de salário, não têm a mínima idéia dos assuntos dentre os quais podem escolher os seus temas. Simplesmente copiam alguma coisa de um livro e apresentam-no, pensando que ninguém vai notar.</p>
<p>Quando, ainda companheiros, começam a participar de grupos para ajudar a eleger o novo Venerável e, não raro, já pensando seriamente em, assim que chegarem a Mestres, começarem a trabalhar para obter o “poder” na Loja.</p>
<p>Quando Mestres, não aceitarem que ainda não sabem nada a respeito da Ordem e acharem que estudar e comparecer ao máximo de sessões do ano é coisa para a administração, para os companheiros e aprendizes.</p>
<p>Quando Mestres, ao participarem das eleições como candidatos a algum cargo na Loja, principalmente para o de Venerável, e não forem eleitos, sumirem ou filiarem-se a outra Loja onde poderão ter a “honra” de serem cingidos com o avental de Mestre Instalado, que é muito mais vistoso do que o de um “simples” Mestre.</p>
<p>Quando já Mestres e até participando dos graus filosóficos não terem entendido ainda que o essencial para o verdadeiro maçom seja o seu crescimento espiritual, a sua regeneração, a sua vitória sobre a vaidade e os vícios, a aceitação da humildade e o bem que possam fazer aos seus semelhantes, e que, a política interna, a proteção mútua, principalmente na parte material, é importante, mas não essencial.</p>
<p>Quando, como Aprendiz, Companheiro ou Mestre, não entenderem que a Loja necessita que suas mensalidades estejam rigorosamente em dia, para que possam fazer frente às despesas que são inevitáveis.</p>
<p>Quando, como Veneráveis Mestres, deixam o caos se abater sobre a Loja, não sendo firme o suficiente para exercer sua autoridade; não tendo um calendário com programação pré-definida para um período; não cobrando de seus auxiliares a consecução das tarefas a eles determinadas, e não se importando com a educação maçônica, que é primordial para o aperfeiçoamento dos obreiros.</p>
<p>Quando, como Vigilantes, não entenderem que, juntamente com o Venerável Mestre, devem constituir uma unidade de pensamento, pois em todas as Lojas nas quais um ou os dois Vigilantes não se entendem entre si e principalmente não se entendem com o Venerável, o resultado da gestão é catastrófico.</p>
<p>Quando, como Guarda da Lei, nada sabem das leis e regulamentos da Potência e de sua própria Loja, e usam o cargo apenas para discursos ocos e intermináveis.</p>
<p>Quando, como Secretários, sonegam à Loja as informações dos boletins quinzenais, as correspondências dos Ministérios e, principalmente, os materiais do departamento de cultura, que visam dotar as Lojas de instruções e conhecimentos que normalmente não constam dos rituais, e são importantes para a formação do maçom.</p>
<p>Quando, como Tesoureiros, não se mostram diligentes com os metais da Loja, não se esforçam para manter as mensalidades dos Irmãos em dia e não se importam com os relatórios obrigatórios e as prestações de contas.</p>
<p>Quando, como Hospitaleiros, não estão atentos aos problemas de saúde e dificuldades dos Irmãos da Loja. Quando constatamos que em grande número de Lojas, com uma freqüência média de vinte Irmãos, se recolhe um tronco de beneficência de R$ 10,00 (dez reais) em média, todos são desnecessários, pois a benemerência é um dever do maçom.</p>
<p>Quando, como Chanceleres, não dão importância aos natalícios dos Irmãos, cunhadas, sobrinhos. Quando, em desacordo com as leis, adulteram as presenças, beneficiam Irmãos que faltam e não merecem esse obséquio.</p>
<p>Quando a Instituição programa uma Sessão Magna ou Branca para homenagear alguém ou alguma entidade pública ou privada, constata-se a presença de um número irrisório de Irmãos, dando aos profanos uma visão negativa da Ordem, deixando constrangidos aqueles que se dedicaram e se esforçaram para realizar o evento à altura da Maçonaria.</p>
<p>Todos esses Irmãos indiferentes, que não comparecem habitualmente a essas sessões, são desnecessários à nossa Ordem.</p>
<p>Muito mais haveria para se dizer em relação aos Irmãos desinteressados da nossa Sublime Instituição. Fiquemos por aqui e imploremos ao Grande Arquiteto do Universo que ilumine cada um de nós, pra que possamos agir na Maçonaria com o verdadeiro Espírito Maçônico e não com o espírito profano, e roguemos ainda, que em nenhuma circunstância, seja na família, no trabalho, na sociedade ou na Arte Real, tornemo-nos desnecessários, pois deve ser muito triste e frustrante para qualquer um sentir-se sem importância e sem utilidade no meio em que se vive.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.2jpg.jpg"><img class="size-full wp-image-7415  aligncenter" title="Desnecessario.2jpg" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.2jpg.jpg" alt="" width="210" height="240" /></a></p>
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		<title>Mestre Instalado não é Grau</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 20:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
MESTRE INSTALADO NÃO É GRAU  

ORIENTE COM DESNÍVEL GEOGRÁFICO



Em 12 de outubro de 1804, foi criado em Paris o Supremo Conselho de França, o segundo no mundo, para difundir na Europa o Rito Escocês Antigo e Aceito.
Concebido, inicialmente, como Rito para Altos Graus, chegou dos Estados Unidos sem ritual próprio para os graus de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><br />
MESTRE INSTALADO NÃO É GRAU </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>ORIENTE COM DESNÍVEL GEOGRÁFICO<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p>Em 12 de outubro de 1804, foi criado em Paris o Supremo Conselho de França, o segundo no mundo, para difundir na Europa o Rito Escocês Antigo e Aceito.</p>
<p>Concebido, inicialmente, como Rito para Altos Graus, chegou dos Estados Unidos sem ritual próprio para os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre. No dia 22 de outubro, uma Assembléia Geral do Supremo Conselho de França fundou, também em Paris, a Grande Loja Geral Escocesa para organizar o ritual francês das Lojas Azuis (Blue Lodges) do Rito Escocês Antigo e Aceito (ainda não havia sido cunhado o termo simbolismo para os três primeiros graus), tendo por base o Rito Antigo Aceito, praticado pela Grande Loja de Londres de 1751, a Grande Loja dos auto-proclamados &#8220;antigos&#8221; maçons.</p>
<p>Na França, o Grande Oriente tinha como rito oficial, o Rito Escocês dos Modernos, ou Rito Francês, semelhante ao rito praticado pelas Lojas da Grande Loja de Londres de 1717, a primeira Grande Loja no mundo e denominada, pejorativamente,  pelos seus adversários,  como sendo dos &#8220;modernos” (os que inventaram ritual novo).</p>
<p>Quarenta dias depois, um acordo entre Grande Oriente e Supremo Conselho viabilizou a prática do Rito Escocês Antigo e Aceito dentro do Grande Oriente de França.</p>
<p><strong>COMEÇO DA CONTURBADA TRAJETÓRIA DOS GRAUS SIMBÓLICOS DO REAA </strong></p>
<p>O Grande Oriente fez misturas entre os dois ritos, em vários graus, principalmente porque praticou o Rito Escocês Antigo e Aceito no seu templo adornado para o Rito Francês.</p>
<p>No ano seguinte, 1805, os maçons do Supremo Conselho afirmaram que o Grande Oriente havia violado a combinação.</p>
<p>Retiraram-se do Grande Oriente e passaram a trabalhar sozinhos. Por carência de membros preparados adequadamente, o Supremo Conselho, junto com a Grande Loja Geral Escocesa, ambos liderados pelo conde Alexandre de Grasse-Tilly, convidaram Oficiais do Grande Oriente para dirigirem os Altos Graus.</p>
<p>Esses maçons oriundos do Rito Francês, não conheciam bem o Rito Escocês Antigo e ainda, muitos, desdenharam o direito do Supremo Conselho comandar o Rito, na França.</p>
<p>Sob o abrigo do primeiro Grão-Mestre Adjunto, o Príncipe Cambaceres, que havia aceitado ser Grão-Mestre de cada um dos sistemas escoceses, ou mesmo, a presidência de honra, a Grande Loja Geral Escocesa e o Supremo Conselho se entregaram com intensidade em toda a atividade que suas lideranças puderam realizar.</p>
<p>No entanto, o Grande Oriente manteve com vigor o funcionamento do Rito Moderno e, ao mesmo tempo, lutou, ostensivamente, contra as tentativas das diversas autoridades do Supremo Conselho e da Grande Loja, de fazerem firmar-se o Rito Escocês Antigo e Aceito, como fora inicialmente organizado. <strong><br />
</strong></p>
<p><strong>ESFACELAMENTO DO SUPREMO CONSELHO E DO REAA NA FRANÇA </strong></p>
<p>O período não estava favorável ao novo rito, surgindo como agravante às pretensões do Supremo Conselho, a queda do governo francês, em 1814.</p>
<p>Em 1804, quando o REAA chegou à França, Napoleão Bonaparte fora coroado Imperador e teve promulgado o código civil napoleônico.</p>
<p>Em 1814, Napoleão foi derrotado pelos aliados formados por Inglaterra, Rússia, Áustria e Prússia. Napoleão se exila em Elba.</p>
<p>O Grande Oriente, pela sua força política, não teve que cessar totalmente as atividades, mas o Supremo Conselho e a Grande Loja Geral Escocesa sofreram com a resistência que enfrentavam do Grande Oriente e pouco realizaram. O Rito Escocês Antigo e Aceito praticamente desapareceu na França, nesse período.</p>
<p>Outro fator que muito contribuiu para o enfraquecimento do rito foram as divergências entre os próprios integrantes, divididos em Supremo Conselho de França e Supremo Conselho de América.</p>
<p>A história dessas divergências internas mostra que não houve unidade no Supremo Conselho francês, além de mal estruturado, para enfrentar a campanha do Grande Oriente.</p>
<p>O resultado foi a decisão do Grande Oriente, em 1814, declarando, unilateralmente, que, em virtude de diferentes acordos datados de antes e depois da revolução francesa, ele retomava todos os direitos sobre os ritos Moderno e Escocês Antigo e Aceito.</p>
<p><strong>PRIMEIRA IDÉIA DE LOJA CAPITULAR </strong></p>
<p>Em 1816, o Grande Oriente assumiu a jurisdição de parte do Rito Escocês Antigo e Aceito, decidindo que ficaria com o poder sobre o conjunto dos graus 1º ao 18º. Essa escolha baseou-se na intenção de dirigir o Rito Escocês Antigo e Aceito na mesma abrangência simbólica que já fazia com o Rito Moderno, ou seja, do grau de Aprendiz à Rosa-Cruz.</p>
<p>No Rito Moderno, a Rosa-Cruz é o 7º e no Escocês Antigo, o 18º. Em 1820, o Grande Oriente organiza um ritual do REAA voltado para o funcionamento seqüencial do grau de Aprendiz ao grau Rosa-Cruz.<br />
A esse conjunto de graus, sob a mesma direção,  foi atribuída a denominação de Loja Capitular, presidida preferencialmente por um Cavaleiro Rosa-Cruz.</p>
<p><strong>O TERMO SIMBOLISMO </strong></p>
<p>Com o surgimento das Lojas Capitulares na França, a denominação Lojas Azuis desapareceu, passando a ser empregado o termo &#8220;simbolismo&#8221; para representar o conjunto de graus &#8211; Aprendiz, Companheiro e Mestre &#8211; dentro da então, nova concepção obediencial no Rito Escocês Antigo e Aceito: Lojas Simbólicas, Lojas de Perfeição, Capítulos (obedientes ao Grande Oriente de França), Conselhos Kadosh, Consistórios, Supremo Conselho (obedientes ao Soberano Supremo Conselho do Grau 33).</p>
<p>Da França, o Rito Escocês Antigo e Aceito foi difundido para os países de língua latina, em maioria. Os países anglo-saxônicos, no entanto, não se submeteram às decisões do Grande Oriente de França e seguiram o modelo inicial.</p>
<p>O Supremo Conselho norte-americano continuou administrando o Rito Escocês Antigo e Aceito dos graus 4 ao 33, servindo-se das Lojas Azuis americanas, obedientes às Grandes Lojas, para perfazer o total de 33 graus.</p>
<p><strong>AS LOJAS CAPITULARES NO BRASIL </strong></p>
<p>O Supremo Conselho fez tratado de condomínio com o Grande Oriente do Brasil nas condições definidas na França: o GOB assumiu os graus 1º ao 18º, constituindo as Lojas Capitulares e o Supremo Conselho os graus 19º ao 33º. Permaneceu essa estrutura até 1927, quando o Supremo Conselho denunciou o tratado com o Grande Oriente do Brasil e recuperou seu poder sobre o Rito, do grau 4º ao 33º, reencontrando-se com o que acontecera em 1801, em Charleston, nos Estados Unidos.</p>
<p>A tendência mundial entre os Supremos Conselhos com reconhecimento mútuo, no início do século vinte, era de padronizar a divisão: graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre com jurisdição de Grandes Orientes ou Grandes Lojas e os 30 graus superiores com jurisdição dos Supremos Conselhos.</p>
<p><strong>RITUAIS DESCARACTERIZADOS DO SIMBOLISMO </strong></p>
<p>Devido à ruptura do tratado com o Grande Oriente do Brasil, o Supremo Conselho do Brasil providenciou a criação das Grandes Lojas estaduais, que tiveram a incumbência de organizarem e coordenarem a prática dos graus simbólicos do Rito Escocês Antigo e Aceito. Nessa oportunidade, o Supremo Conselho repetiu o que já acontecera em 1820, na França, deixou o simbolismo atirado à sua desventura funcional, com ritualismo confuso provocado ora pelas influências do Rito Moderno, ora dos Altos Graus do próprio Rito Escocês Antigo e Aceito.</p>
<p>As modificações produzidas pelo Grande Oriente de França, em 1820, com o ritual que criou as Lojas Capitulares, não foram desfeitas, sendo incorporadas aos graus simbólicos do rito, definitivamente.</p>
<p><strong>ORIENTE ELEVADO E COM ÁREA DELIMITADA </strong></p>
<p>O piso do templo no ritual de 1804 é plano em toda a sua extensão. As colunas do norte e do sul se estendem de oeste a leste. O Oriente é constituído pelo Venerável Mestre, que fica no Trono num plano elevado.</p>
<p>Não havia área demarcada do Oriente, como conhecemos hoje.<br />
O fundo do Oriente era um semicírculo e todos os Irmãos presentes, inclusive Oficiais, estavam incluídos em uma das colunas; norte ou sul. A exceção se fazia quando da presença de autoridade maçônica, dos Altos Graus do Rito ou de outros Ritos.</p>
<p>Nessa ocasião, o Venerável Mestre mandava sentar próximo e abaixo do Trono, acompanhando a curvatura da parede de fundo, de frente para o oeste.</p>
<p>O tratamento era pessoal, sendo concedida a palavra nominalmente, após a mesma circular nas colunas, por iniciativa do Venerável Mestre, sem, contudo, anunciar a palavra no Oriente, como presentemente.<br />
O Oriente elevado, em comparação com o restante do templo, surgiu com as Lojas Capitulares, na França, no ritual de 1820.</p>
<p>Um terço da área do templo foi cercado por uma balaustrada com uma abertura no centro para a passagem dos Irmãos,  que separou Oriente do Ocidente.</p>
<p>O acesso ao Oriente se dá através de quatro degraus.</p>
<p>O Oriente elevado e cercado foi idealizado para simbolizar o Santuário do Grau Rosa-Cruz, onde está a direção da Loja, representada pelo Sapientíssimo Príncipe Rosa-Cruz.</p>
<p>Os Irmãos iniciados no grau 18º e acima, sentam-se no Oriente durante o desenvolvimento dos trabalhos da Loja.</p>
<p><strong>ORIENTE PROIBIDO PARA APRENDIZES E COMPANHEIROS </strong></p>
<p>Durante o período em que os graus simbólicos estiveram incluídos na seqüência ininterrupta até o 18º das Lojas Capitulares, os Aprendizes e Companheiros não têm permissão para ingressarem no Oriente.</p>
<p>Nessa fase, os maçons ainda aspirantes ao grau de Mestre, não desempenham cargos ritualísticos.</p>
<p>Nas cerimônias de Iniciação nos dois primeiros graus, Aprendizes e Companheiros não subiam ao Oriente, como se faz presentemente.</p>
<p>Nessa etapa, o Sapientíssimo Mestre descia do Oriente e lhe era apresentado o candidato no Ocidente, junto aos degraus de acesso ao Oriente.</p>
<p>Esse procedimento alerta para o fato de que o Oriente elevado e circunscrito nunca fez parte da ritualística dos graus simbólicos e, portanto, não devia ter permanecido na descrição do Templo, após o desaparecimento das Lojas Capitulares, porque contribuiu para desinformar a respeito do Templo adequado para as Lojas Simbólicas.</p>
<p><strong>MESTRES INSTALADOS NO ORIENTE DOS CAVALEIROS ROSA-CRUZ </strong></p>
<p>Está salientado e explicado que o Oriente elevado em relação ao Ocidente permaneceu indevidamente nos Templos dos graus simbólicos por negligência da orientação dos Supremos Conselhos, a começar pelo de França.</p>
<p>No surgimento das Grandes Lojas brasileiras, o Templo das Lojas que se transferiram do Grande Oriente do Brasil, antes ajustado para os graus capitulares, não foi readaptado para o modelo original do Rito Escocês Antigo e Aceito, anterior a 1820, ou seja, o piso plano em toda a extensão.<br />
Não bastasse essa influência capitular no simbolismo do REAA, foi acrescentada a novidade que viria transformar o REAA das Grandes Lojas num conjunto de procedimentos que representaram a presença parcial de vários Ritos em um.</p>
<p>A figura do Past Master (o Mestre Instalado) da Grande Loja, dentro do REAA, foi outro lance que, junto com o ritual criado em 1928, deformou ainda mais o REAA antes conhecido.</p>
<p>A ritualística de Instalação do Mestre de Loja é mais antiga que o grau de Mestre Maçom e faz parte das duas únicas cerimônias formais que os ingleses realizavam desde a época em que foi fundada a primeira Grande Loja, em Londres, em 1717.</p>
<p>A iniciação do profano era feita sem encenações. Tinham maiores formalidades a passagem ao Grau de Companheiro e a posse do Companheiro Eleito na presidência de uma Loja Maçônica. A cerimônia de Instalação faz parte da história cultural da maçonaria inglesa.</p>
<p>Da outra parte, os primeiros rituais das Lojas Azuis (mais tarde, Lojas Simbólicas), do REAA, em 1804, foram feitos pela Grande Loja Geral Escocesa, com cultura original de caráter operativo.</p>
<p>O cerimonial pomposo para a posse do Respeitável Mestre eleito foi sempre um reflexo da concepção inglesa de Maçonaria Real, não influenciada pelo período operativo.</p>
<p>A Inglaterra não teve Lojas operativas conhecidas.<br />
As posses, nas Lojas Simbólicas do REAA foram, em rito mais administrativo.</p>
<p>O surgimento da figura do Mestre Instalado no meio do espaçamento natural entre o Mestre Maçom (Grau 3º) e o Mestre Secreto (Grau 4º), encontrou no Oriente elevado e circunscrito um ótimo local para fortalecer nova categoria de Mestre Maçom no REAA. Não havendo Loja Capitular nas Grandes Lojas brasileiras, o Oriente, lugar antes reservado para os iniciados nos Graus Capitulares, foi ocupado pelos Mestres Instalados.</p>
<p>Com seus segredos diferentes dos Mestres Maçons, os Mestres Instalados são considerados Mestres Maçons diferenciados e a eles é designado o Oriente elevado, região do Templo também diferenciada em comparação com o Ocidente. Dessa forma, os Mestres Instalados lembram nos graus simbólicos, os Cavaleiros Rosa-Cruz da antiga Loja Capitular.</p>
<p>As Lojas Simbólicas do REAA que presentemente trabalham em Templo que possui o piso da parte oriental mais elevado, não estão contribuindo para mostrar como foram concebidos os três primeiros graus do REAA na França, em 1804.</p>
<p>Por outro lado, se essas mesmas Lojas reservam o Oriente para a localização dos Mestres Maçons que têm a dignidade de Mestre Instalado, estão, as Lojas, praticando uma irregularidade ritualística, pois reconhecem uma categoria superior à de Mestre Maçom, mas que não é a do Mestre Secreto.</p>
<p>A superioridade hierárquica do Mestre Instalado sobre o Mestre Maçom está caracterizada e confirmada na cerimônia de Instalação, no momento em que todos os Mestres Maçons não Instalados são obrigados a cobrirem o Templo.</p>
<p>Nessa condição, estão também os Mestres Maçons do REAA que tenham sido iniciados no grau 4º, 5º, 6º, etc&#8230; que não tenham sido eleitos Venerável Mestre.</p>
<p>São tratados como os do grau 3º e não permanecem no Templo, no momento de Instalação do Mestre Maçom eleito para dirigir a Loja.<br />
A dignidade do Mestre Instalado é compatível tão somente com Ritos anglo-americanos, como o Craft e o York, que permitem no ritual a supremacia hierárquica do Mestre Instalado sobre o Mestre Maçom não instalado, embora, oficialmente, a Grande Loja Unida da Inglaterra não reconheça essa supremacia.</p>
<p>O Mestre Instalado não tem lugar no REAA com 33 graus seqüenciais. Serve, sim, para o REAA que conta apenas 30 graus próprios, embora considere toda a cadeia com 33, como nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>O PAST MASTER (MESTRE INSTALADO) DO SANTO ARCO REAL </strong></p>
<p>O Ritual Emulação tem uma extensão do terceiro grau, que não é considerada oficialmente um novo grau, chamado Santo Arco Real.</p>
<p>Embora não seja admitido pela Grande Loja Unida da Inglaterra como umgrau superior, tem, porém, uma ritualística própria, na qual, em dada passagem, o Mestre Maçom é retirado do Templo e só permanecem os Past Masters.</p>
<p>Não deve o Santo Arco Real inglês ser confundido com o corpo de Graus Superiores do sistema americano, conhecido como Real Arco, que tem vários graus.</p>
<p>A história de que o Santo Arco Real inglês não é um grau, não é assim entendida pela maioria dos maçons ingleses. Essa arrumação foi imaginada para contentar correntes antagônicas que se debatiam em defesa de suas idéias e crenças ritualísticas, durante as reuniões de negociações que prepararam a união das duas Grandes Lojas inglesas rivais, a dos&#8221;modernos&#8221; e a dos &#8220;antigos&#8221;, na Grande Loja Unida da Inglaterra, em 1813.</p>
<p>A Grande Loja Unida, apesar de inflexível na observância dos critérios de reconhecimento de outras Potências Maçônicas, não proíbe, não faz tratados com Obediências dos Altos Graus, não interfere nos assuntos relativos a esses Graus Superiores. Simplesmente, ignora-os.</p>
<p>Os praticantes do Santo Arco Real, surgido por volta de 1751, apregoavam serem detentores dos segredos da palavra sagrada que foi perdida, segundo a lenda do terceiro grau. Isso despertava grande curiosidade naquela época e muitos maçons desejavam ser exaltados no Santo Arco Real.</p>
<p>Para que o ato de união entre as Grandes Lojas inglesas rivais se efetivasse, foi encontrada essa solução que a cultura inglesa demonstrou ter assimilado bem; incluir o Santo Arco Real como um complemento do terceiro grau, mas sem se constituir no quarto grau.</p>
<p>O Santo Arco Real é fundamentado no relato bíblico que descreve o retorno do povo judeu da Babilônia, em 538 a.C. e na antiga lenda surgida durante a construção do quarto Templo, em torno de 400 d.C., que descreve a descoberta de uma cripta, de um altar e da palavra sagrada.</p>
<p>Assim, a estrutura da Franco-maçonaria inglesa considerou, em dado momento da história, 1813, que a Maçonaria Pura e Antiga consiste de apenas três graus, mas que se inclui nesses o Santo Arco Real.</p>
<p>É, verdadeiramente, coisa para inglês ver.</p>
<p>Para administrar o Santo Arco Real, os ingleses têm o Supremo Grande Capítulo que concede &#8220;Brevê Constitutivo&#8221; para a fundação dos Capítulosdo Arco Real que funcionam anexos às Lojas Simbólicas inglesas.</p>
<p>A dignidade de Past Master (Mestre Instalado) adotada pelas Grandes Lojas brasileiras tem origem nessa maçaroca inglesa que manteve os quatro graus do Santo Arco Real, todos sob a denominação de um desses graus, o de Past Master, sem considerá-lo grau superior.</p>
<p>O Rito Escocês Antigo e Aceito ganhou, através das Grandes Lojas, uma hierarquia formal entre os graus 3º e 4º, sem considerá-la grau superior ao de Mestre. Foi a continuação da maçaroca.</p>
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		<title>O Rei do Baião / Gonzagão</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 19:12:18 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[A Música na Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[ACÁCIA AMARELA]]></category>
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		<description><![CDATA[O Rei do Baião / Gonzagão
Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o &#8220;Rei do baião&#8221;




Iniciou na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O Rei do Baião / Gonzagão</strong></p>
<p style="text-align: center;">Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o <strong>&#8220;Rei do baião&#8221;</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Luiz-Gonzaga.2jpg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6499" title="Luiz Gonzaga.2jpg" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Luiz-Gonzaga.2jpg.jpg" alt="" width="500" height="508" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Iniciou na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do Governador, do Rito Moderno ou Francês.</p>
<p style="text-align: left;">Elevado  ao Grau de Companheiro Maçom, no dia 14 de dezembro de 1971;</p>
<p style="text-align: left;">Exaltado ao Grau de Mestre, no dia 05 de dezembro de 1973.</p>
<p style="text-align: left;">Nos Graus Filosóficos iniciou no Grau 04, no dia 10 de agosto de 1984, no Sublime Capítulo Paranapuan, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil do Rito Moderno.</p>
<p style="text-align: left;">A música Acácia Amarela foi composta em 1981. O Irmão Luiz Gonzaga achou oportuno fazer uma homenagem a Maçonaria e elaborou a letra e o tema musical.</p>
<p style="text-align: left;">O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia. Encerrado os trabalhos a música foi incluída no CD “O Eterno Cantador” do selo BMG-RCA, com arranjo de Orlando Silveira e vocal de Luiz Gonzaga.</p>
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		<title>William Preston</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:25 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
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		<description><![CDATA[William Preston

Muitos estudiosos afirmam que a Maçonaria Operativa entre 1314 e 1717 tinha somente dois Graus: Aprendiz e Companheiro. Mestre não era Grau, era a função do responsável pela construção. Não tinha influências da Alquimia, Astrologia, Rosacrucianismo, ou Ocultismo. Não tinha Templos e durante a reunião não se abria qualquer Livro da Lei. Não existia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>William Preston</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/william-preston.jpg"><img class="size-full wp-image-6358  aligncenter" title="william preston" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/william-preston.jpg" alt="" width="200" height="231" /></a></p>
<p>Muitos estudiosos afirmam que a Maçonaria Operativa entre 1314 e 1717 tinha somente dois Graus: Aprendiz e Companheiro. Mestre não era Grau, era a função do responsável pela construção. Não tinha influências da Alquimia, Astrologia, Rosacrucianismo, ou Ocultismo. Não tinha Templos e durante a reunião não se abria qualquer Livro da Lei. Não existia o simbolismo das ferramentas. Os Símbolos eram desenhados no chão com giz ou carvão. Os Símbolos que já existiam eram as Colunas que hoje conhecemos como B e J, mas que, naquela época, não portavam no meio de seu corpo as referidas letras que têm e que geram tanta discussão e que também apresentam outros significados simbólicos um tanto diferentes dos que hoje conhecemos.</p>
<p>Em 1725 foi criado o Grau de Mestre e em 1738 ele foi acrescentado oficialmente aos dois primeiros Graus e incorporado definitivamente à Ordem. Em 1745, o sistema de três graus estava instalado. Isto foi obtido dividindo o primeiro grau em dois e, então, pegando o segundo grau e transformando-o em terceiro. Isto não foi algo fácil e prático para ser feito. Assim, de modo a tornar o trabalho mais aceitável, iniciaram-se revisões em 1769. Em 1772, William Preston se uniu ao grupo de revisores e, em dois anos, completou o seu trabalho, reescrevendo os rituais dos três graus.<br />
No dia 1 de abril de 1818, Preston morreu.</p>
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		<title>Elevação ao grau de Companheiro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 02:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos - Galeria de Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[Companheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Elevação]]></category>

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		<description><![CDATA[

Elevação ao grau de Companheiro 
Dos irmãos: Carlos Alberto Moreira e Marcio “MORENO” Bezerra de Carvalho
Aumento de Salário
Na última sessão do mês de Setembro ocorreu a Elevação ao grau de Companheiro dos irmãos; que com muito esforço, estudo e participação, perseverança, assimilaram os ensinamentos do grau de aprendiz e puderam avançar mais um degrau na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img title="Companheiro.2.imagem" src="../wp-content/uploads/Companheiro.2.imagem.JPG" alt="Companheiro.2.imagem" width="139" height="229" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Elevação ao grau de Companheiro </strong></p>
<p style="text-align: center;">Dos irmãos: <strong>Carlos Alberto Moreira e Marcio “MORENO” Bezerra de Carvalho</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Aumento de Salário</strong></p>
<p style="text-align: center;">Na última sessão do mês de Setembro ocorreu a Elevação ao grau de Companheiro dos irmãos; que com muito esforço, estudo e participação, perseverança, assimilaram os ensinamentos do grau de aprendiz e puderam avançar mais um degrau na escada de Jacó. Foi uma bela cerimônia em sua ritualística, de maneira geral produziu-se mais elementos para nossa eterna construção de templos as virtudes, parabéns aos elevados e a comissão de elevação, e vamos em frente ruma à plenitude maçônica.</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Companheiro.imagem" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Companheiro.imagem.JPG" alt="Companheiro.imagem" width="336" height="309" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300002" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000025-1024x768.jpg" alt="S5300002" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300011" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000111-1024x768.jpg" alt="S5300011" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300032" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000321-1024x768.jpg" alt="S5300032" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>IIr.&#8217;. Ven.&#8217;. Mest.&#8217;. Emilio Araújo Filho e Dep.&#8217;. Fed.&#8217;. Tino Alegria Franco</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300016" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000165-1024x768.jpg" alt="S5300016" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300018" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000183-768x1024.jpg" alt="S5300018" width="500" height="668" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Carlos Alberto Moreira</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300017" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000178-768x1024.jpg" alt="S5300017" width="500" height="666" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Marcio &#8220;MORENO&#8221; Bezerra de Carvalho</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300020" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000202-768x1024.jpg" alt="S5300020" width="500" height="666" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300022" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000222-1024x768.jpg" alt="S5300022" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300003" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000032.JPG" alt="S5300003" width="500" height="373" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300004" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000042-1024x768.jpg" alt="S5300004" width="499" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Leonardo Magalhães Mendoça</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300030" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000302-1024x768.jpg" alt="S5300030" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Chanceler Daniel Lucio Batista Maciel</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300031" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000311-1024x768.jpg" alt="S5300031" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300005" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000052-1024x768.jpg" alt="S5300005" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300012" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000121-1024x768.jpg" alt="S5300012" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Tesoureiro Gilmar de Souza Soares</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300009" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000091-1024x768.jpg" alt="S5300009" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300019" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000192-768x1024.jpg" alt="S5300019" width="500" height="666" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Mest.&#8217;. Cer.&#8217;. Jorge Luiz dos Santos Oliveira</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300008" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000082-1024x768.jpg" alt="S5300008" width="500" height="376" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Dirceu da Silva Pereira Filho </strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300026" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000261-1024x768.jpg" alt="S5300026" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300015" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000152-1024x768.jpg" alt="S5300015" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Herbert Massena Guimarães</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300007" src="../wp-content/uploads/S53000073-1024x969.jpg" alt="S5300007" width="499" height="473" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. 2º Vig.&#8217;. Ivan de Oliveira Carmo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300027" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000273-1024x768.jpg" alt="S5300027" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300006" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000063-1024x966.jpg" alt="S5300006" width="500" height="471" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. 1º Vig.&#8217;. Fabio Zambelli Sobrinho</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300010" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000101-1024x768.jpg" alt="S5300010" width="502" height="376" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ir.&#8217;. Aluizio Monttechiari</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300013" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000132-1024x768.jpg" alt="S5300013" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300014" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000142-1024x768.jpg" alt="S5300014" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300021" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000212-1024x768.jpg" alt="S5300021" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300023" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000231-1024x768.jpg" alt="S5300023" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300024" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000243-1024x519.jpg" alt="S5300024" width="501" height="251" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>IIr.&#8217;. Dep.&#8217;. Fed.&#8217;. Tino Alegria Franco e Dep. Est.&#8217;. Aylton Ludovice Borges<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300025" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000252-1024x691.jpg" alt="S5300025" width="500" height="336" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300028" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000281-1024x768.jpg" alt="S5300028" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300029" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000292-1024x768.jpg" alt="S5300029" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300033" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000332-1024x584.jpg" alt="S5300033" width="501" height="285" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img title="Companheiro.32.imagem" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Companheiro.32.imagem.JPG" alt="Companheiro.32.imagem" width="301" height="320" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Comemorações com IIr.&#8217;. Apr.&#8217;., familiares e amigos.<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300039" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300039-1024x768.jpg" alt="S5300039" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sobr.&#8217;. Karen Moreno</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300034" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300034-1024x768.jpg" alt="S5300034" width="499" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300035" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300035-1024x768.jpg" alt="S5300035" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300036" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000361-1024x768.jpg" alt="S5300036" width="499" height="373" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300037" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000371-1024x768.jpg" alt="S5300037" width="499" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300038" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300038-1024x768.jpg" alt="S5300038" width="499" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300040" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000401-997x1024.jpg" alt="S5300040" width="498" height="512" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300041" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000411-1024x768.jpg" alt="S5300041" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300042" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300042-1024x768.jpg" alt="S5300042" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300043" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S53000431-1024x768.jpg" alt="S5300043" width="501" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300045" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300045-1024x768.jpg" alt="S5300045" width="500" height="377" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300046" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300046-1024x768.jpg" alt="S5300046" width="500" height="376" /></p>
<p style="text-align: center;"><img title="S5300044" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/S5300044-1024x768.jpg" alt="S5300044" width="496" height="373" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
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