<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Obreiros de Irajá &#187; Aprendiz</title>
	<atom:link href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/tag/aprendiz/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.obreirosdeiraja.com.br</link>
	<description>Augusta Respeitável Loja Maçônica Obreiros de Irajá</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Jan 2012 17:03:12 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Sindicância!!!</title>
		<link>http://www.obreirosdeiraja.com.br/sindicancia/</link>
		<comments>http://www.obreirosdeiraja.com.br/sindicancia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 22:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaborações]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Fraternidade]]></category>
		<category><![CDATA[GOTEIRAS]]></category>
		<category><![CDATA[HARMONIA]]></category>
		<category><![CDATA[IRMÃO IRREGULAR]]></category>
		<category><![CDATA[MARIDO]]></category>
		<category><![CDATA[PAI]]></category>
		<category><![CDATA[SINDICÂNCIA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.obreirosdeiraja.com.br/?p=8337</guid>
		<description><![CDATA[SINDICÂNCIA! 
UMA AFRONTA A NOSSA INSTITUIÇÃO
 
Colaboração do Ir.’. José Amancio de Lima
As sindicâncias em nossa Ordem têm mostrado, em uma análise profunda, sérios perigos à Maçonaria.
Além da existência de um ponto vulnerável, o APRENDIZ, que é assim considerado por se tornar presa fácil aos chamados GOTEIRAS, surge, sem que o percebamos, outro tão mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><em>SINDICÂNCIA! </em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>UMA AFRONTA A NOSSA INSTITUIÇÃO</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Colaboração do <strong>Ir.’. José Amancio de Lima</strong></em></p>
<p>As <strong>sindicâncias </strong>em nossa Ordem têm mostrado, em uma análise profunda, sérios perigos à Maçonaria.</p>
<p>Além da existência de um ponto vulnerável, o <strong>APRENDIZ</strong>, que é assim considerado por se tornar presa fácil aos chamados <strong>GOTEIRAS</strong>, surge, sem que o percebamos, outro tão mais perigoso que é o <strong>IRMÃO IRREGULAR</strong>.</p>
<p>Isso sim, nos preocupa, porque em alguns casos são uma ameaça à Ordem. Mesmo sabendo que muitos não oferecem nenhum risco aos nossos mistérios, devemos ter uma atenção cuidadosa, pois correm sérios riscos de serem divulgados vulgarmente por alguém ou mesmo por sua família, que participava conosco das atividades maçônicas.</p>
<p>Como exemplo, podemos citar Cunhadas e Sobrinhos, a quem nunca foram dadas explicações, porque o seu <strong>“MARIDO / PAI” </strong>foi excluído da Maçonaria e passaram a ter verdadeira aversão, que acaba sendo gratuita, pela Maçonaria.</p>
<p>Esses são ameaças, ou porque praticaram algo contra os princípios da Ordem (ou contra aos seus próprios), ou porque apenas, certificaram-se de que aqui não é o lugar que pensavam ser e foram desligados ou placetados.</p>
<p>Se forem excluídos por questões de ordem moral, ou de desrespeito às Leis da Maçonaria e são inconformados com a decisão da Loja, muito embora tenham o amplo direito, assegurado por lei, de defesa e não o fizeram, esses é uma temeridade para a Ordem; se a exclusão aconteceu, apenas por fatos simples, como a indolência a inadimplência, esses são inofensivos.</p>
<p>Agora, há outros que realmente não são confiáveis no aspecto de informações, de divulgação dos nossos mistérios, da falta de respeito para conosco, para com nossas Cunhadas, enfim, para com a família maçônica geralmente trata-se de ser imoral, de vida profissional e particular duvidosas.</p>
<p>Esse, não só preocupa como deve ser vigiado. Principalmente, se estiver ingerindo bebidas alcoólicas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O interessante </strong>- se é que podemos assim dizer, <strong>é que</strong>, muitas vezes, quem mais usufrui quem mais tira proveito é esse a quem chamamos de <strong>&#8220;MAU MAÇOM&#8221; </strong>(termo que nem deveria existir entre nós), porque está sempre envolvido em problemas e sempre que recorre à Maçonaria é prontamente atendido. Resolvido seu problema, retorna a vida de antes, sem ligar para a ajuda recebida.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>E, SUSTENTADO NESTE RELATO, DESCREVO DOIS TÓPICOS ESSENCIAIS SOBRE SINDICÂNCIA.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. A SITUAÇÃO, DESAGRADÁVEL DE IRREGULARIDADE DE VÁRIOS IRMÃOS, QUE, POR MOTIVO IGNORADO, ESTÃO FORA DOS QUADROS DAS LOJAS.</strong></p>
<p>Precisamos afinal, se não acabarmos pelo menos diminuirmos essas condições que se tornam para os <strong>ativos, </strong>vergonha quando não temos como explicar, convincentemente, aos que aqui chegarem sobre o que levaram esses Irmãos a estarem na irregularidade, se aqui lhes ensina que só há&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;UM CULTO DE </em><em>SINDICÂNCIA</em><em> </em><em> </em><em>AMOR AO PRÓXIMO, UMA CONSTANTE PRÁTICA DE FRATERNIDADE, TODA LOJA DEVE SER UM REINO DE HARMONIA, DEVEMOS TER CONFIANÇA CEGA E ABSOLUTA NO IRMÃO, O MODELO DE UM FUTURO MUNDO DE PAZ, JUSTIÇA E IGUALDADE UNIVERSAL”</em><strong><em>.</em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>É DIFÍCIL!!!</strong></p>
<p>Á luz do conhecimento, porém, quero aqui enfatizar (3) três perguntas que se faz necessário conhecer:</p>
<p><strong>1 -</strong> Os Irmãos irregulares, o que acham da Maçonaria, ou dos Irmãos que a administram?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2 &#8211; </strong>Como emitem a sua opinião, em público, sobre a Maçonaria?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3 -</strong> Se, se sentem injustiçados pela Maçonaria ou pelos Irmãos que a compõem, em que se baseiam para tal?</p>
<p>São, pois questionamentos que inquietam; que preocupam. Um comentário inconveniente e tendencioso de <strong>UM MAÇOM</strong>, sobre a Maçonaria em público, causa prejuízos irreparáveis e irremediáveis.</p>
<p>Aí vem uma grande pergunta: Como atingir os princípios morais e os objetivos da Maçonaria, se os integrantes não são suficientemente selecionados para tal?</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>ATENÇÃO</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>É por tudo isso, que ficamos entre o dever de indicar e indicar bem, sob pena de vermos a Ordem em decadência.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em> </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>É que em alguns casos, nem os nossos Irmãos consangüíneos servem para serem nossos Irmãos Maçons!</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2. O PONTO IDEAL PARA EVITAR O PROCESSO DE IRREGULARIDADES, BROTA DA</strong></p>
<p><strong>EXCELÊNCIA DA “SINDICÂNCIA” COM RIGOR.</strong></p>
<p>Questões simples e fáceis, no entanto, partem da importância de sermos <strong>criteriosos </strong>e <strong>voluntários</strong>. Apropriando-se de minúcias corretamente, em curto prazo, teremos eliminado em torno de 75% (setenta e cinco) por cento da debandada Maçônica e / ou da admissão de pessoas que nada têm a ver com a Ordem em seus princípios, ou que vieram, apenas, matar a curiosidade.</p>
<p>Para isso, precisamos entender que para averiguarmos bem, não é necessário passarmos muito tempo com a <strong>sindicância </strong>em nossas mãos ou vigiarmos o suposto candidato, e sim aproximarmo-nos, conversarmos com o mesmo em família, em seu trabalho, buscando informações dos seus superiores, com seus amigos, vizinhos e possíveis inimigos, SPC, cartórios de protestos de letras, etc.</p>
<p>Aliás, para tudo isto prover eficácia, é preciso que tenha o seu padrinho feito uma <strong>pré- sindicância </strong>detalhando os seus vícios, virtudes, defeitos, generosidade, atividades (sombrio e embriagado, caso tome bebidas alcoólicas), personalidade (se arrogante, nervoso e irascível), do seu apego com valores materiais, da sua coerência e hostilidade etc.</p>
<p>Ainda aconselha-se que se faça um trabalho consciente, com responsabilidade, honestidade e, sobretudo com hombridade, deixando o julgamento para a <strong>LOJA</strong>.</p>
<p>Também precisamos fixar em nossas mentes que estamos buscando um <strong>&#8220;cidadão&#8221;</strong>, que após ser iniciado será nosso <strong>Irmão </strong>e de outros milhares espalhados pela superfície da Terra.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>É importante que conheçamos atentamente os <strong>&#8220;candidatos&#8221; </strong>que ora propomos iniciar em nossa Ordem. Necessário é também que sejamos fortes e conscientes na decisão da escolha de um suposto profano, ainda mais, se um dentre esses for um parente ou amigo (bem próximo) e que em sua sã consciência de sindicante, reconheça que o escolhido, não satisfatoriamente, reenche os quesitos que a Ordem nos exige.</p>
<p>Então, decido aqui afirmar que se fugirmos aos parâmetros supra mencionado estaremos decidindo pelo lado emocional, deixando o fundamental. E, pondo certamente em risco a</p>
<p>Maçonaria Universal, sujeitando-se ainda, a trazer para o seu meio uma <strong>&#8220;OVELHA NEGRA”</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>SÁBIA SUGESTÃO</strong></p>
<p>O ideal seria buscarmos soluções na formação de Grupos de Irmãos, treinados para tais fins em cada <strong>LOJA</strong>. E conseqüentemente manter um ativo intercâmbio, promovendo reuniões, debates e seminários.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>OBSERVAÇÃO:</strong></p>
<p><strong>SINDICÂNCIA</strong>, segundo o Dicionário Aurélio &#8211; significa:</p>
<p><strong>– (1) -</strong> s.f. &#8211; inquérito, sindicação;</p>
<p><strong>– (2) -</strong> Bras. A função do síndico, sindicato;</p>
<p><strong>– (3) -</strong> Bras. O exercício dessa função; sindicato.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA: </strong>Revistas Maçônicas <strong>&#8220;A TROLHA&#8221;</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>ARLS ESTRELA DE DAVI II Nº 242</p>
<p>JURISDICIONADA A GLMMG</p>
<p>BELO HORIZONTE / MG</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Revisor: Irmão Antônio Emílio Gonçalves</em></strong></p>
<p><strong><em>Autor: Irmão José Amâncio de Lima</em></strong></p>
<p><em><strong><a href="mailto:amancio33@oi.com.br">amancio33@oi.com.br</a></strong> </em></p>
<p>Será permitida a tiragem de cópia. Desde que preserve o nome do autor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.obreirosdeiraja.com.br/sindicancia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tornam-se desnecessários</title>
		<link>http://www.obreirosdeiraja.com.br/tornam-se-desnecessarios/</link>
		<comments>http://www.obreirosdeiraja.com.br/tornam-se-desnecessarios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 19:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Chanceleres]]></category>
		<category><![CDATA[Companheiro]]></category>
		<category><![CDATA[desnecessários]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitaleiros]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Secretários]]></category>
		<category><![CDATA[Tesoureiros]]></category>
		<category><![CDATA[Veneráveis Mestres]]></category>
		<category><![CDATA[VIGILANTES]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.obreirosdeiraja.com.br/?p=7412</guid>
		<description><![CDATA[Os maçons tornam-se e são desnecessários à nossa Ordem

Uma das situações, talvez a mais dolorosa para um homem, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário, seja, no ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou, principalmente, para nós maçons, na nossa Instituição.

Os maçons tornam-se desnecessários:
Quando decorrido algum tempo de sua Iniciação ao primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Os maçons tornam-se e são desnecessários à nossa Ordem</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.1jpg.jpg"><img class="size-full wp-image-7414  aligncenter" title="Desnecessario.1jpg" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.1jpg.jpg" alt="" width="219" height="231" /></a></p>
<p>Uma das situações, talvez a mais dolorosa para um homem, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário, seja, no ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou, principalmente, para nós maçons, na nossa Instituição.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.jpg"><img class="size-full wp-image-7413  aligncenter" title="Desnecessario" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;">Os maçons tornam-se desnecessários:</p>
<p>Quando decorrido algum tempo de sua Iniciação ao primeiro grau da Ordem, já demonstram desinteresse pelas sessões, faltando constantemente, demonstrando não estarem comprometidos com a Instituição, apesar de terem aceitado a Iniciação e terem feito um juramento solene.</p>
<p>Quando, durante as sessões, já “enturmados”, ficam impacientes com as instruções, com as palestras ou com as palavras dos Irmãos mais velhos, achando tudo uma chatice, uma bobagem que atrasa o ágape e a esticada.<br />
Quando, ao tempo da apresentação de trabalho para aumento de salário, não têm a mínima idéia dos assuntos dentre os quais podem escolher os seus temas. Simplesmente copiam alguma coisa de um livro e apresentam-no, pensando que ninguém vai notar.</p>
<p>Quando, ainda companheiros, começam a participar de grupos para ajudar a eleger o novo Venerável e, não raro, já pensando seriamente em, assim que chegarem a Mestres, começarem a trabalhar para obter o “poder” na Loja.</p>
<p>Quando Mestres, não aceitarem que ainda não sabem nada a respeito da Ordem e acharem que estudar e comparecer ao máximo de sessões do ano é coisa para a administração, para os companheiros e aprendizes.</p>
<p>Quando Mestres, ao participarem das eleições como candidatos a algum cargo na Loja, principalmente para o de Venerável, e não forem eleitos, sumirem ou filiarem-se a outra Loja onde poderão ter a “honra” de serem cingidos com o avental de Mestre Instalado, que é muito mais vistoso do que o de um “simples” Mestre.</p>
<p>Quando já Mestres e até participando dos graus filosóficos não terem entendido ainda que o essencial para o verdadeiro maçom seja o seu crescimento espiritual, a sua regeneração, a sua vitória sobre a vaidade e os vícios, a aceitação da humildade e o bem que possam fazer aos seus semelhantes, e que, a política interna, a proteção mútua, principalmente na parte material, é importante, mas não essencial.</p>
<p>Quando, como Aprendiz, Companheiro ou Mestre, não entenderem que a Loja necessita que suas mensalidades estejam rigorosamente em dia, para que possam fazer frente às despesas que são inevitáveis.</p>
<p>Quando, como Veneráveis Mestres, deixam o caos se abater sobre a Loja, não sendo firme o suficiente para exercer sua autoridade; não tendo um calendário com programação pré-definida para um período; não cobrando de seus auxiliares a consecução das tarefas a eles determinadas, e não se importando com a educação maçônica, que é primordial para o aperfeiçoamento dos obreiros.</p>
<p>Quando, como Vigilantes, não entenderem que, juntamente com o Venerável Mestre, devem constituir uma unidade de pensamento, pois em todas as Lojas nas quais um ou os dois Vigilantes não se entendem entre si e principalmente não se entendem com o Venerável, o resultado da gestão é catastrófico.</p>
<p>Quando, como Guarda da Lei, nada sabem das leis e regulamentos da Potência e de sua própria Loja, e usam o cargo apenas para discursos ocos e intermináveis.</p>
<p>Quando, como Secretários, sonegam à Loja as informações dos boletins quinzenais, as correspondências dos Ministérios e, principalmente, os materiais do departamento de cultura, que visam dotar as Lojas de instruções e conhecimentos que normalmente não constam dos rituais, e são importantes para a formação do maçom.</p>
<p>Quando, como Tesoureiros, não se mostram diligentes com os metais da Loja, não se esforçam para manter as mensalidades dos Irmãos em dia e não se importam com os relatórios obrigatórios e as prestações de contas.</p>
<p>Quando, como Hospitaleiros, não estão atentos aos problemas de saúde e dificuldades dos Irmãos da Loja. Quando constatamos que em grande número de Lojas, com uma freqüência média de vinte Irmãos, se recolhe um tronco de beneficência de R$ 10,00 (dez reais) em média, todos são desnecessários, pois a benemerência é um dever do maçom.</p>
<p>Quando, como Chanceleres, não dão importância aos natalícios dos Irmãos, cunhadas, sobrinhos. Quando, em desacordo com as leis, adulteram as presenças, beneficiam Irmãos que faltam e não merecem esse obséquio.</p>
<p>Quando a Instituição programa uma Sessão Magna ou Branca para homenagear alguém ou alguma entidade pública ou privada, constata-se a presença de um número irrisório de Irmãos, dando aos profanos uma visão negativa da Ordem, deixando constrangidos aqueles que se dedicaram e se esforçaram para realizar o evento à altura da Maçonaria.</p>
<p>Todos esses Irmãos indiferentes, que não comparecem habitualmente a essas sessões, são desnecessários à nossa Ordem.</p>
<p>Muito mais haveria para se dizer em relação aos Irmãos desinteressados da nossa Sublime Instituição. Fiquemos por aqui e imploremos ao Grande Arquiteto do Universo que ilumine cada um de nós, pra que possamos agir na Maçonaria com o verdadeiro Espírito Maçônico e não com o espírito profano, e roguemos ainda, que em nenhuma circunstância, seja na família, no trabalho, na sociedade ou na Arte Real, tornemo-nos desnecessários, pois deve ser muito triste e frustrante para qualquer um sentir-se sem importância e sem utilidade no meio em que se vive.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.2jpg.jpg"><img class="size-full wp-image-7415  aligncenter" title="Desnecessario.2jpg" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Desnecessario.2jpg.jpg" alt="" width="210" height="240" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.obreirosdeiraja.com.br/tornam-se-desnecessarios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mestre Instalado não é Grau</title>
		<link>http://www.obreirosdeiraja.com.br/mestre-instalado-nao-e-grau/</link>
		<comments>http://www.obreirosdeiraja.com.br/mestre-instalado-nao-e-grau/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 20:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Arco Real]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
		<category><![CDATA[Companheiro]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Gob]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Oriente do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Lojas]]></category>
		<category><![CDATA[Graus Capitulares]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Lojas Simbólicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Instalado]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Maçom]]></category>
		<category><![CDATA[Napoleão Bonaparte]]></category>
		<category><![CDATA[Ocidente]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Past Master]]></category>
		<category><![CDATA[Prússia]]></category>
		<category><![CDATA[RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO]]></category>
		<category><![CDATA[RITO MODERNO]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Conselho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.obreirosdeiraja.com.br/?p=7395</guid>
		<description><![CDATA[
MESTRE INSTALADO NÃO É GRAU  

ORIENTE COM DESNÍVEL GEOGRÁFICO



Em 12 de outubro de 1804, foi criado em Paris o Supremo Conselho de França, o segundo no mundo, para difundir na Europa o Rito Escocês Antigo e Aceito.
Concebido, inicialmente, como Rito para Altos Graus, chegou dos Estados Unidos sem ritual próprio para os graus de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><br />
MESTRE INSTALADO NÃO É GRAU </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>ORIENTE COM DESNÍVEL GEOGRÁFICO<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p>Em 12 de outubro de 1804, foi criado em Paris o Supremo Conselho de França, o segundo no mundo, para difundir na Europa o Rito Escocês Antigo e Aceito.</p>
<p>Concebido, inicialmente, como Rito para Altos Graus, chegou dos Estados Unidos sem ritual próprio para os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre. No dia 22 de outubro, uma Assembléia Geral do Supremo Conselho de França fundou, também em Paris, a Grande Loja Geral Escocesa para organizar o ritual francês das Lojas Azuis (Blue Lodges) do Rito Escocês Antigo e Aceito (ainda não havia sido cunhado o termo simbolismo para os três primeiros graus), tendo por base o Rito Antigo Aceito, praticado pela Grande Loja de Londres de 1751, a Grande Loja dos auto-proclamados &#8220;antigos&#8221; maçons.</p>
<p>Na França, o Grande Oriente tinha como rito oficial, o Rito Escocês dos Modernos, ou Rito Francês, semelhante ao rito praticado pelas Lojas da Grande Loja de Londres de 1717, a primeira Grande Loja no mundo e denominada, pejorativamente,  pelos seus adversários,  como sendo dos &#8220;modernos” (os que inventaram ritual novo).</p>
<p>Quarenta dias depois, um acordo entre Grande Oriente e Supremo Conselho viabilizou a prática do Rito Escocês Antigo e Aceito dentro do Grande Oriente de França.</p>
<p><strong>COMEÇO DA CONTURBADA TRAJETÓRIA DOS GRAUS SIMBÓLICOS DO REAA </strong></p>
<p>O Grande Oriente fez misturas entre os dois ritos, em vários graus, principalmente porque praticou o Rito Escocês Antigo e Aceito no seu templo adornado para o Rito Francês.</p>
<p>No ano seguinte, 1805, os maçons do Supremo Conselho afirmaram que o Grande Oriente havia violado a combinação.</p>
<p>Retiraram-se do Grande Oriente e passaram a trabalhar sozinhos. Por carência de membros preparados adequadamente, o Supremo Conselho, junto com a Grande Loja Geral Escocesa, ambos liderados pelo conde Alexandre de Grasse-Tilly, convidaram Oficiais do Grande Oriente para dirigirem os Altos Graus.</p>
<p>Esses maçons oriundos do Rito Francês, não conheciam bem o Rito Escocês Antigo e ainda, muitos, desdenharam o direito do Supremo Conselho comandar o Rito, na França.</p>
<p>Sob o abrigo do primeiro Grão-Mestre Adjunto, o Príncipe Cambaceres, que havia aceitado ser Grão-Mestre de cada um dos sistemas escoceses, ou mesmo, a presidência de honra, a Grande Loja Geral Escocesa e o Supremo Conselho se entregaram com intensidade em toda a atividade que suas lideranças puderam realizar.</p>
<p>No entanto, o Grande Oriente manteve com vigor o funcionamento do Rito Moderno e, ao mesmo tempo, lutou, ostensivamente, contra as tentativas das diversas autoridades do Supremo Conselho e da Grande Loja, de fazerem firmar-se o Rito Escocês Antigo e Aceito, como fora inicialmente organizado. <strong><br />
</strong></p>
<p><strong>ESFACELAMENTO DO SUPREMO CONSELHO E DO REAA NA FRANÇA </strong></p>
<p>O período não estava favorável ao novo rito, surgindo como agravante às pretensões do Supremo Conselho, a queda do governo francês, em 1814.</p>
<p>Em 1804, quando o REAA chegou à França, Napoleão Bonaparte fora coroado Imperador e teve promulgado o código civil napoleônico.</p>
<p>Em 1814, Napoleão foi derrotado pelos aliados formados por Inglaterra, Rússia, Áustria e Prússia. Napoleão se exila em Elba.</p>
<p>O Grande Oriente, pela sua força política, não teve que cessar totalmente as atividades, mas o Supremo Conselho e a Grande Loja Geral Escocesa sofreram com a resistência que enfrentavam do Grande Oriente e pouco realizaram. O Rito Escocês Antigo e Aceito praticamente desapareceu na França, nesse período.</p>
<p>Outro fator que muito contribuiu para o enfraquecimento do rito foram as divergências entre os próprios integrantes, divididos em Supremo Conselho de França e Supremo Conselho de América.</p>
<p>A história dessas divergências internas mostra que não houve unidade no Supremo Conselho francês, além de mal estruturado, para enfrentar a campanha do Grande Oriente.</p>
<p>O resultado foi a decisão do Grande Oriente, em 1814, declarando, unilateralmente, que, em virtude de diferentes acordos datados de antes e depois da revolução francesa, ele retomava todos os direitos sobre os ritos Moderno e Escocês Antigo e Aceito.</p>
<p><strong>PRIMEIRA IDÉIA DE LOJA CAPITULAR </strong></p>
<p>Em 1816, o Grande Oriente assumiu a jurisdição de parte do Rito Escocês Antigo e Aceito, decidindo que ficaria com o poder sobre o conjunto dos graus 1º ao 18º. Essa escolha baseou-se na intenção de dirigir o Rito Escocês Antigo e Aceito na mesma abrangência simbólica que já fazia com o Rito Moderno, ou seja, do grau de Aprendiz à Rosa-Cruz.</p>
<p>No Rito Moderno, a Rosa-Cruz é o 7º e no Escocês Antigo, o 18º. Em 1820, o Grande Oriente organiza um ritual do REAA voltado para o funcionamento seqüencial do grau de Aprendiz ao grau Rosa-Cruz.<br />
A esse conjunto de graus, sob a mesma direção,  foi atribuída a denominação de Loja Capitular, presidida preferencialmente por um Cavaleiro Rosa-Cruz.</p>
<p><strong>O TERMO SIMBOLISMO </strong></p>
<p>Com o surgimento das Lojas Capitulares na França, a denominação Lojas Azuis desapareceu, passando a ser empregado o termo &#8220;simbolismo&#8221; para representar o conjunto de graus &#8211; Aprendiz, Companheiro e Mestre &#8211; dentro da então, nova concepção obediencial no Rito Escocês Antigo e Aceito: Lojas Simbólicas, Lojas de Perfeição, Capítulos (obedientes ao Grande Oriente de França), Conselhos Kadosh, Consistórios, Supremo Conselho (obedientes ao Soberano Supremo Conselho do Grau 33).</p>
<p>Da França, o Rito Escocês Antigo e Aceito foi difundido para os países de língua latina, em maioria. Os países anglo-saxônicos, no entanto, não se submeteram às decisões do Grande Oriente de França e seguiram o modelo inicial.</p>
<p>O Supremo Conselho norte-americano continuou administrando o Rito Escocês Antigo e Aceito dos graus 4 ao 33, servindo-se das Lojas Azuis americanas, obedientes às Grandes Lojas, para perfazer o total de 33 graus.</p>
<p><strong>AS LOJAS CAPITULARES NO BRASIL </strong></p>
<p>O Supremo Conselho fez tratado de condomínio com o Grande Oriente do Brasil nas condições definidas na França: o GOB assumiu os graus 1º ao 18º, constituindo as Lojas Capitulares e o Supremo Conselho os graus 19º ao 33º. Permaneceu essa estrutura até 1927, quando o Supremo Conselho denunciou o tratado com o Grande Oriente do Brasil e recuperou seu poder sobre o Rito, do grau 4º ao 33º, reencontrando-se com o que acontecera em 1801, em Charleston, nos Estados Unidos.</p>
<p>A tendência mundial entre os Supremos Conselhos com reconhecimento mútuo, no início do século vinte, era de padronizar a divisão: graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre com jurisdição de Grandes Orientes ou Grandes Lojas e os 30 graus superiores com jurisdição dos Supremos Conselhos.</p>
<p><strong>RITUAIS DESCARACTERIZADOS DO SIMBOLISMO </strong></p>
<p>Devido à ruptura do tratado com o Grande Oriente do Brasil, o Supremo Conselho do Brasil providenciou a criação das Grandes Lojas estaduais, que tiveram a incumbência de organizarem e coordenarem a prática dos graus simbólicos do Rito Escocês Antigo e Aceito. Nessa oportunidade, o Supremo Conselho repetiu o que já acontecera em 1820, na França, deixou o simbolismo atirado à sua desventura funcional, com ritualismo confuso provocado ora pelas influências do Rito Moderno, ora dos Altos Graus do próprio Rito Escocês Antigo e Aceito.</p>
<p>As modificações produzidas pelo Grande Oriente de França, em 1820, com o ritual que criou as Lojas Capitulares, não foram desfeitas, sendo incorporadas aos graus simbólicos do rito, definitivamente.</p>
<p><strong>ORIENTE ELEVADO E COM ÁREA DELIMITADA </strong></p>
<p>O piso do templo no ritual de 1804 é plano em toda a sua extensão. As colunas do norte e do sul se estendem de oeste a leste. O Oriente é constituído pelo Venerável Mestre, que fica no Trono num plano elevado.</p>
<p>Não havia área demarcada do Oriente, como conhecemos hoje.<br />
O fundo do Oriente era um semicírculo e todos os Irmãos presentes, inclusive Oficiais, estavam incluídos em uma das colunas; norte ou sul. A exceção se fazia quando da presença de autoridade maçônica, dos Altos Graus do Rito ou de outros Ritos.</p>
<p>Nessa ocasião, o Venerável Mestre mandava sentar próximo e abaixo do Trono, acompanhando a curvatura da parede de fundo, de frente para o oeste.</p>
<p>O tratamento era pessoal, sendo concedida a palavra nominalmente, após a mesma circular nas colunas, por iniciativa do Venerável Mestre, sem, contudo, anunciar a palavra no Oriente, como presentemente.<br />
O Oriente elevado, em comparação com o restante do templo, surgiu com as Lojas Capitulares, na França, no ritual de 1820.</p>
<p>Um terço da área do templo foi cercado por uma balaustrada com uma abertura no centro para a passagem dos Irmãos,  que separou Oriente do Ocidente.</p>
<p>O acesso ao Oriente se dá através de quatro degraus.</p>
<p>O Oriente elevado e cercado foi idealizado para simbolizar o Santuário do Grau Rosa-Cruz, onde está a direção da Loja, representada pelo Sapientíssimo Príncipe Rosa-Cruz.</p>
<p>Os Irmãos iniciados no grau 18º e acima, sentam-se no Oriente durante o desenvolvimento dos trabalhos da Loja.</p>
<p><strong>ORIENTE PROIBIDO PARA APRENDIZES E COMPANHEIROS </strong></p>
<p>Durante o período em que os graus simbólicos estiveram incluídos na seqüência ininterrupta até o 18º das Lojas Capitulares, os Aprendizes e Companheiros não têm permissão para ingressarem no Oriente.</p>
<p>Nessa fase, os maçons ainda aspirantes ao grau de Mestre, não desempenham cargos ritualísticos.</p>
<p>Nas cerimônias de Iniciação nos dois primeiros graus, Aprendizes e Companheiros não subiam ao Oriente, como se faz presentemente.</p>
<p>Nessa etapa, o Sapientíssimo Mestre descia do Oriente e lhe era apresentado o candidato no Ocidente, junto aos degraus de acesso ao Oriente.</p>
<p>Esse procedimento alerta para o fato de que o Oriente elevado e circunscrito nunca fez parte da ritualística dos graus simbólicos e, portanto, não devia ter permanecido na descrição do Templo, após o desaparecimento das Lojas Capitulares, porque contribuiu para desinformar a respeito do Templo adequado para as Lojas Simbólicas.</p>
<p><strong>MESTRES INSTALADOS NO ORIENTE DOS CAVALEIROS ROSA-CRUZ </strong></p>
<p>Está salientado e explicado que o Oriente elevado em relação ao Ocidente permaneceu indevidamente nos Templos dos graus simbólicos por negligência da orientação dos Supremos Conselhos, a começar pelo de França.</p>
<p>No surgimento das Grandes Lojas brasileiras, o Templo das Lojas que se transferiram do Grande Oriente do Brasil, antes ajustado para os graus capitulares, não foi readaptado para o modelo original do Rito Escocês Antigo e Aceito, anterior a 1820, ou seja, o piso plano em toda a extensão.<br />
Não bastasse essa influência capitular no simbolismo do REAA, foi acrescentada a novidade que viria transformar o REAA das Grandes Lojas num conjunto de procedimentos que representaram a presença parcial de vários Ritos em um.</p>
<p>A figura do Past Master (o Mestre Instalado) da Grande Loja, dentro do REAA, foi outro lance que, junto com o ritual criado em 1928, deformou ainda mais o REAA antes conhecido.</p>
<p>A ritualística de Instalação do Mestre de Loja é mais antiga que o grau de Mestre Maçom e faz parte das duas únicas cerimônias formais que os ingleses realizavam desde a época em que foi fundada a primeira Grande Loja, em Londres, em 1717.</p>
<p>A iniciação do profano era feita sem encenações. Tinham maiores formalidades a passagem ao Grau de Companheiro e a posse do Companheiro Eleito na presidência de uma Loja Maçônica. A cerimônia de Instalação faz parte da história cultural da maçonaria inglesa.</p>
<p>Da outra parte, os primeiros rituais das Lojas Azuis (mais tarde, Lojas Simbólicas), do REAA, em 1804, foram feitos pela Grande Loja Geral Escocesa, com cultura original de caráter operativo.</p>
<p>O cerimonial pomposo para a posse do Respeitável Mestre eleito foi sempre um reflexo da concepção inglesa de Maçonaria Real, não influenciada pelo período operativo.</p>
<p>A Inglaterra não teve Lojas operativas conhecidas.<br />
As posses, nas Lojas Simbólicas do REAA foram, em rito mais administrativo.</p>
<p>O surgimento da figura do Mestre Instalado no meio do espaçamento natural entre o Mestre Maçom (Grau 3º) e o Mestre Secreto (Grau 4º), encontrou no Oriente elevado e circunscrito um ótimo local para fortalecer nova categoria de Mestre Maçom no REAA. Não havendo Loja Capitular nas Grandes Lojas brasileiras, o Oriente, lugar antes reservado para os iniciados nos Graus Capitulares, foi ocupado pelos Mestres Instalados.</p>
<p>Com seus segredos diferentes dos Mestres Maçons, os Mestres Instalados são considerados Mestres Maçons diferenciados e a eles é designado o Oriente elevado, região do Templo também diferenciada em comparação com o Ocidente. Dessa forma, os Mestres Instalados lembram nos graus simbólicos, os Cavaleiros Rosa-Cruz da antiga Loja Capitular.</p>
<p>As Lojas Simbólicas do REAA que presentemente trabalham em Templo que possui o piso da parte oriental mais elevado, não estão contribuindo para mostrar como foram concebidos os três primeiros graus do REAA na França, em 1804.</p>
<p>Por outro lado, se essas mesmas Lojas reservam o Oriente para a localização dos Mestres Maçons que têm a dignidade de Mestre Instalado, estão, as Lojas, praticando uma irregularidade ritualística, pois reconhecem uma categoria superior à de Mestre Maçom, mas que não é a do Mestre Secreto.</p>
<p>A superioridade hierárquica do Mestre Instalado sobre o Mestre Maçom está caracterizada e confirmada na cerimônia de Instalação, no momento em que todos os Mestres Maçons não Instalados são obrigados a cobrirem o Templo.</p>
<p>Nessa condição, estão também os Mestres Maçons do REAA que tenham sido iniciados no grau 4º, 5º, 6º, etc&#8230; que não tenham sido eleitos Venerável Mestre.</p>
<p>São tratados como os do grau 3º e não permanecem no Templo, no momento de Instalação do Mestre Maçom eleito para dirigir a Loja.<br />
A dignidade do Mestre Instalado é compatível tão somente com Ritos anglo-americanos, como o Craft e o York, que permitem no ritual a supremacia hierárquica do Mestre Instalado sobre o Mestre Maçom não instalado, embora, oficialmente, a Grande Loja Unida da Inglaterra não reconheça essa supremacia.</p>
<p>O Mestre Instalado não tem lugar no REAA com 33 graus seqüenciais. Serve, sim, para o REAA que conta apenas 30 graus próprios, embora considere toda a cadeia com 33, como nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>O PAST MASTER (MESTRE INSTALADO) DO SANTO ARCO REAL </strong></p>
<p>O Ritual Emulação tem uma extensão do terceiro grau, que não é considerada oficialmente um novo grau, chamado Santo Arco Real.</p>
<p>Embora não seja admitido pela Grande Loja Unida da Inglaterra como umgrau superior, tem, porém, uma ritualística própria, na qual, em dada passagem, o Mestre Maçom é retirado do Templo e só permanecem os Past Masters.</p>
<p>Não deve o Santo Arco Real inglês ser confundido com o corpo de Graus Superiores do sistema americano, conhecido como Real Arco, que tem vários graus.</p>
<p>A história de que o Santo Arco Real inglês não é um grau, não é assim entendida pela maioria dos maçons ingleses. Essa arrumação foi imaginada para contentar correntes antagônicas que se debatiam em defesa de suas idéias e crenças ritualísticas, durante as reuniões de negociações que prepararam a união das duas Grandes Lojas inglesas rivais, a dos&#8221;modernos&#8221; e a dos &#8220;antigos&#8221;, na Grande Loja Unida da Inglaterra, em 1813.</p>
<p>A Grande Loja Unida, apesar de inflexível na observância dos critérios de reconhecimento de outras Potências Maçônicas, não proíbe, não faz tratados com Obediências dos Altos Graus, não interfere nos assuntos relativos a esses Graus Superiores. Simplesmente, ignora-os.</p>
<p>Os praticantes do Santo Arco Real, surgido por volta de 1751, apregoavam serem detentores dos segredos da palavra sagrada que foi perdida, segundo a lenda do terceiro grau. Isso despertava grande curiosidade naquela época e muitos maçons desejavam ser exaltados no Santo Arco Real.</p>
<p>Para que o ato de união entre as Grandes Lojas inglesas rivais se efetivasse, foi encontrada essa solução que a cultura inglesa demonstrou ter assimilado bem; incluir o Santo Arco Real como um complemento do terceiro grau, mas sem se constituir no quarto grau.</p>
<p>O Santo Arco Real é fundamentado no relato bíblico que descreve o retorno do povo judeu da Babilônia, em 538 a.C. e na antiga lenda surgida durante a construção do quarto Templo, em torno de 400 d.C., que descreve a descoberta de uma cripta, de um altar e da palavra sagrada.</p>
<p>Assim, a estrutura da Franco-maçonaria inglesa considerou, em dado momento da história, 1813, que a Maçonaria Pura e Antiga consiste de apenas três graus, mas que se inclui nesses o Santo Arco Real.</p>
<p>É, verdadeiramente, coisa para inglês ver.</p>
<p>Para administrar o Santo Arco Real, os ingleses têm o Supremo Grande Capítulo que concede &#8220;Brevê Constitutivo&#8221; para a fundação dos Capítulosdo Arco Real que funcionam anexos às Lojas Simbólicas inglesas.</p>
<p>A dignidade de Past Master (Mestre Instalado) adotada pelas Grandes Lojas brasileiras tem origem nessa maçaroca inglesa que manteve os quatro graus do Santo Arco Real, todos sob a denominação de um desses graus, o de Past Master, sem considerá-lo grau superior.</p>
<p>O Rito Escocês Antigo e Aceito ganhou, através das Grandes Lojas, uma hierarquia formal entre os graus 3º e 4º, sem considerá-la grau superior ao de Mestre. Foi a continuação da maçaroca.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.obreirosdeiraja.com.br/mestre-instalado-nao-e-grau/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>William Preston</title>
		<link>http://www.obreirosdeiraja.com.br/william-preston/</link>
		<comments>http://www.obreirosdeiraja.com.br/william-preston/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Companheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Grau]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Ocultismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rosacrucianismo]]></category>
		<category><![CDATA[William Preston]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.obreirosdeiraja.com.br/?p=6359</guid>
		<description><![CDATA[William Preston

Muitos estudiosos afirmam que a Maçonaria Operativa entre 1314 e 1717 tinha somente dois Graus: Aprendiz e Companheiro. Mestre não era Grau, era a função do responsável pela construção. Não tinha influências da Alquimia, Astrologia, Rosacrucianismo, ou Ocultismo. Não tinha Templos e durante a reunião não se abria qualquer Livro da Lei. Não existia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>William Preston</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/william-preston.jpg"><img class="size-full wp-image-6358  aligncenter" title="william preston" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/william-preston.jpg" alt="" width="200" height="231" /></a></p>
<p>Muitos estudiosos afirmam que a Maçonaria Operativa entre 1314 e 1717 tinha somente dois Graus: Aprendiz e Companheiro. Mestre não era Grau, era a função do responsável pela construção. Não tinha influências da Alquimia, Astrologia, Rosacrucianismo, ou Ocultismo. Não tinha Templos e durante a reunião não se abria qualquer Livro da Lei. Não existia o simbolismo das ferramentas. Os Símbolos eram desenhados no chão com giz ou carvão. Os Símbolos que já existiam eram as Colunas que hoje conhecemos como B e J, mas que, naquela época, não portavam no meio de seu corpo as referidas letras que têm e que geram tanta discussão e que também apresentam outros significados simbólicos um tanto diferentes dos que hoje conhecemos.</p>
<p>Em 1725 foi criado o Grau de Mestre e em 1738 ele foi acrescentado oficialmente aos dois primeiros Graus e incorporado definitivamente à Ordem. Em 1745, o sistema de três graus estava instalado. Isto foi obtido dividindo o primeiro grau em dois e, então, pegando o segundo grau e transformando-o em terceiro. Isto não foi algo fácil e prático para ser feito. Assim, de modo a tornar o trabalho mais aceitável, iniciaram-se revisões em 1769. Em 1772, William Preston se uniu ao grupo de revisores e, em dois anos, completou o seu trabalho, reescrevendo os rituais dos três graus.<br />
No dia 1 de abril de 1818, Preston morreu.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.obreirosdeiraja.com.br/william-preston/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem é o Aprendiz?</title>
		<link>http://www.obreirosdeiraja.com.br/quem-e-o-aprendiz/</link>
		<comments>http://www.obreirosdeiraja.com.br/quem-e-o-aprendiz/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 17:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniellucio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendiz]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciação]]></category>
		<category><![CDATA[Maçônica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.obreirosdeiraja.com.br/?p=6199</guid>
		<description><![CDATA[Iniciação Maçônica
Quem é o Aprendiz?
Uma Criança 

Quis nascer um dia novamente, esquecer o passado e ser criança na sua plenitude.
Nasci como quis, com as virtudes e pureza da criança, mas com a sabedoria e o conhecimento para moldar o meu eu, sendo contido nos meus atos e sabendo guardar segredo sempre que saio de casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Iniciação Maçônica<br />
Quem é o Aprendiz?<br />
Uma Criança </strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Criança.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6200" title="Criança" src="http://www.obreirosdeiraja.com.br/wp-content/uploads/Criança.jpg" alt="" width="250" height="174" /></a></p>
<p>Quis nascer um dia novamente, esquecer o passado e ser criança na sua plenitude.</p>
<p>Nasci como quis, com as virtudes e pureza da criança, mas com a sabedoria e o conhecimento para moldar o meu eu, sendo contido nos meus atos e sabendo guardar segredo sempre que saio de casa e quando estou em casa.</p>
<p>Sim pensar com arte, dentro da arte de pensar.</p>
<p>Haverá alguém que se compare a uma criança no seu estado de pureza, despida de preconceitos, de vaidades, que busca a verdade e partilha o seu conhecimento sem limites, bem como a cumplicidade com quem se identifica, sempre com o sentido da responsabilidade?</p>
<p>Certamente, que sim.</p>
<p>Como toda a criança, aprendi a ganhar firmeza nos meus passos, viver o presente, com o olhar no futuro, resguardando-me dos estranhos, embora os trate com respeito.</p>
<p>Sou uma criança que ignoro a vaidade e a arrogância, mas defendo a verdade, o saber e a justiça.</p>
<p>Quero crescer e ser forte para ajudar os Homens a encontrarem a criança que existe dentro deles.</p>
<p>Como toda a criança ainda que me aliciem guardarei sempre o segredo que me foi confiado, pois, saberei sempre estar no meio sem me imiscuir com o meio, como aprendi no exercício da arte de pensar, enquanto corria livremente pelos campos e prados, tentando tocar a linha do horizonte, sem nunca desistir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.obreirosdeiraja.com.br/quem-e-o-aprendiz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

