• MAIS UM MAÇON CORRUPTO

    Mea-culpa de um Maçom

    Anti-maçonaria

    A maçonaria é uma organização internacional. Entre seus objetivos está “construir uma sociedade humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor a Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade”. Em tese, antes de entrar para a maçonaria, qualquer um passa por uma espécie de investigação para atestar sua honestidade. Os preceitos da maçonaria envolvem hierarquia rígida e um forte simbolismo.

    Dentro da hierarquia, a ascensão de Arruda é considerada meteórica. Em apenas um ano, ele partiu de “aprendiz”, grau mais baixo da organização, passou por “companheiro”, grau intermediário, e chegou a “mestre”, posição que goza de prestígio e interfere nas decisões mais importantes da maçonaria. “A evolução geralmente leva 1 ano e meio. Essa rapidez foi objeto de contestação”, afirma um maçom. De acordo com as regras, os maçons não podem cometer deslizes éticos.

    O texto abaixo recebido, é um desabafo de um Maçom pela omissão da Maçonaria frente aos acontecimentos que levaram o Brasil ao estado de corrupção e de crime generalizado em que se encontra.

    Esperamos que a Maçonaria tenha aprendido a lição e, doravante, volte a ser a força transformadora da sociedade. Volte a ser o motor principal da história moderna e contemporânea.

    Vários Grão-Mestres dos Grandes Orientes e de Várias Grandes Lojas vieram o público este ano exaltando providências inéditas e exemplares pela ética na Sublime Ordem e em nossa nação.

    Já o Senador Mozarildo Cavalcante, maçom, recentemente, apresentou um folder do Grande Oriente do Brasil, manifestando o repúdio pelos que está acontecendo de errado no Brasil.

    Nos últimos dias, principalmente depois do que ocorreu de difamatório, no atual governo do DF, encabeçado por um dos nossos mais enigmáticos confrades, Roberto Arruda, difundiu várias mensagens desses poderosos Irmãos, vangloriando medidas que deveriam ser tomadas contra a corrupção que se alastrou de alguma forma dentro da instituição.

    Por coincidência ou não, vários profanos estão cobrando nossas providências de zelo pelo bom nome da Maçonaria. Vejam bem, estão cobrando, claramente, uma postura séria da Maçonaria, com relação a seus membros que se desviam dos seus preceitos.

    Comumente passaram a cobrar da sublime Ordem que não se deixe contaminar pelo vírus da infidelidade, da ganância, da desonestidade e falta de ética.

    Citam abertamente que hoje as Lojas Maçônicas estão cheias de elementos sem condição moral e intelectual.

    Alguns deles reclamam nossa atenção para que não seja tolerado o descalabro que grassa dentro do governo e das instituições públicas.
    Como exemplo, citaremos o Senador Pedro Simon que convocou a CUT, a UNE, LIONS, ROTARY, O POVO EM GERAL E A MAÇONARIA, para que acabassem com a corrupção não reelegendo ficha suja.

    O Senador Cristóvão Buarque alertou que existem Maçons na política, fazendo o contrário do que prega a filosofia e os preceitos da Ordem. E pediu que a Maçonaria começasse, em casa, a dar o exemplo, punindo os seus membros corruptos e fazendo uma melhor seleção dos que ingressam em seus quadros.

    Não deixaram de destacar feitos passados da Maçonaria incitando os Maçons que se engajassem na luta, voltando a ser a Maçonaria combativa de outrora.

    Já o Senador Mozarildo (que é nosso irmão e de enorme prestígio) disse que aqueles que estivessem envolvidos em corrupção, seriam afastados da Ordem.

    Temos convicção de que todo esse constrangimento que passamos, aqui e agora poderia ter sido evitado, ou pelo menos seria muito menor, se por acaso, não tivéssemos nos acovardados e nos tivéssemos mantidos escondidos, como nhadus, aquelas aves vistosas que se “protegem” escondendo as cabeças pelo chão.

    Consideramos os maus costumes, em todos os sentidos, altamente contagiosos.

    Vamos citar o caso do Irmão Roberto Arruda que tranqüilamente resolveu, um dia, dedilhar no painel eletrônico de votação que controla a presença dos nossos eleitos. Declaradamente esse nosso Mano burlou o sistema para tirar proveito de forma enganadora da votação em pauta.

    Se o senado, se a justiça brasileira, se a nossa maçonaria tivessem sido atuantes, rigorosos com esse pecado de então, hoje não aconteceriam cenas vexaminosas, defendidas internacionalmente, até por um presidente de República que não quis reconhecer a veracidade das imagens divulgadas.

    Em nome do sigilo maçônico mantivemo-nos acanhados, retraídos, medrosos. Nossas cabeças, colocadas lá em baixo, atoladas nos terrenos, corpos inertes, tal quais as citadas e, mas, enormes, poderosas, sempre chamando a atenção, fazendo-se notar pela vivacidade, adornos brilhantes, colares coloridos. Evitando que inimigos fictícios revidassem nossas ações. Sim, queridos manos aquele buraco no chão passa a ser símbolo do sigilo que guardamos nas relações políticas.

    Na última década, podemos citar que alguns maçons, contados nos dedos de uma das mãos, não se renderam. Estiveram continuamente, ligados a nossa razão de ser. Foram abnegados lutadores da nossa verdadeira causa. Aquela que honra os antepassados. Aquela que nos causa entusiasmo por melhores dias para nossos descendentes.

    Afinal nossas vidas requerem que estejamos de acordo com a realidade e os fatos, devemos ser fieis ao que representamos na Ordem, em face da nossa família e do Brasil.

    Deixamos aqui nossos Parabéns aos nossos atuais líderes da maçonaria, pela sensibilidade e medidas adotadas, antes tarde do que mais tarde ainda. Vamos torcer para que essas ações sejam realmente efetivas, que se propalem e se efetuem.

    MAIS UM MAÇON CORRUPTO

    …Sobrou até para a Maçonaria – uma organização iniciática que já lutou pela independência (até hoje não conquistada) do Brasil, pela abolição da escravatura, pela República. Caiu na mídia que o governador do Detrito Federal, José Roberto Arruda, é Mestre Maçom. É membro da Augusta e Respeitável Loja Simbólica “Areópago de Brasília”, nº 3001, filiada ao Grande Oriente do Brasil, no DF. Numa foto que circula pela internet, enviada por maçons indignados, Arruda aparece vestindo o sagrado avental dos mestres-maçons.

    Os maçons querem a cabeça da Arruda. A Soberana Assembléia Federal Legislativa da Maçonaria (mais precisamente do Grande Oriente do Brasil – a mais antiga potência maçônica do País) estipulou um prazo de 15 dias para decidir se expulsa ou não Arruda da ordem maçônica. Os maçons consideram inaceitável que um membro da organização protagonize a cena em que aparece pegando R$ 50 mil com o ex-secretário Durval Barbosa.

    A decisão será politicamente delicada. Sabe-se que Arruda colocou em seu governo alguns companheiros de maçonaria. Entidades ligadas aos maçons foram favorecidas em contratos com o governo do Distrito Federal. Uma delas é a Fundação Gonçalves Ledo. Sem participar de licitação pública, a organização receberá mais de R$ 20 milhões. Tudo em nome da beneficência…

    A derrota secreta de Arruda

    A Soberana Assembléia da maçonaria aceita pedido de expulsão de governador devido ao escândalo de corrupção

    Arruda II

    VÍDEO
    Arruda foi gravado recebendo R$ 50 mil do ex-secretário Durval Barbosa

    O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, enfrenta ameaças bastante claras e públicas. Apontado por um ex-colaborador como chefe de um esquema de corrupção, nos próximos dias ele pode ser expulso. Arruda também pode sofrer um processo de impeachment na Câmara Distrital – apesar de essa possibilidade ser menor. Longe do domínio público, Arruda enfrenta também uma ameaça discreta, mas não menos danosa para sua carreira política. Na noite da quarta-feira, 2 de dezembro, cerca de 40 integrantes da Soberana Assembléia Federal Legislativa da Maçonaria se reuniram em Brasília para discutir a situação de Arruda. A assembléia é uma espécie de Congresso Nacional da organização, da qual Arruda participa com o grau de “mestre”. Um dos integrantes da assembléia fez um pedido de expulsão de Arruda.

    A decisão  sairá em 15 dias, sem possibilidade de recurso.
    A maçonaria é uma organização internacional. Entre seus objetivos está “construir uma sociedade humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor a Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade”. Em tese, antes de entrar para a maçonaria, qualquer um passa por uma espécie de investigação para atestar sua honestidade.

    Os preceitos da maçonaria envolvem hierarquia rígida e um forte simbolismo. Dentro da hierarquia, a ascensão de Arruda é considerada meteórica. Em apenas um ano, ele partiu de “aprendiz”, grau mais baixo da organização, passou por “companheiro”, grau intermediário, e chegou a “mestre”, posição que goza de prestígio e interfere nas decisões mais importantes da maçonaria. “A evolução geralmente leva 1 ano e meio. Essa rapidez foi objeto de contestação”, afirma um maçom. De acordo com as regras, os maçons não podem cometer deslizes éticos.

    Arruda pode ser expulso da maçonaria. O principal é o vídeo em que ele aparece pegando R$ 50 mil com o ex-secretário Durval Barbosa. Os maçons consideram inaceitável que um membro da organização protagonize a cena. Além das evidências de corrupção, a situação de Arruda é delicada porque sua relação com a maçonaria é turbulenta.

    Depois de muito tempo afastado, Arruda voltou ao convívio da comunidade em 2006, antes da campanha para governador. Arruda esteve no Aerópago de Brasília e repetiu o discurso de cinco anos antes, quando foi flagrado por ter violado o painel de votação do Senado. Declarou-se arrependido dos erros e prometeu que, se eleito, faria um governo voltado para “o povo”. Deu certo. Muitos “irmãos”, como os maçons se tratam, se engajaram na campanha de Arruda, inclusive com contribuições financeiras. “O pessoal está se sentindo enganado”, diz um maçom.

    Apesar da discrição da reunião do dia 2 e dos efeitos jurídicos nulos, a eventual expulsão da maçonaria não é um fato a ser desprezado. Os maçons formam uma rede de amizades que foi bastante útil a Arruda para voltar ao poder. Depois de eleito, Arruda colocou em seu governo alguns companheiros de maçonaria. Entidades ligadas aos maçons também foram favorecidas em contratos com o governo do Distrito Federal. Uma delas é Fundação Gonçalves Ledo que, sem participar de licitação pública, receberá mais de R$ 20 milhões para conduzir programas geridos pela Secretaria de Ciência e Tecnologia.

    Uma pessoa ouvida por ÉPOCA disse que um dos defensores de Arruda é o grão-mestre do Distrito Federal, Jafé Torres. “Não confirmo nem desminto nada. Se alguém falou sobre alguma sessão, tem de ser punido. Isso é um dogma”, diz Torres

    Arruda e a crise na maçonaria

    O governador se licencia da organização, mas não evita investigações sobre suposto favorecimento do governo do DF a uma fundação ligada aos maçons.

    Arruda
    MOZARILDO e ARRUDA

    Arruda está com o avental maçônico azul, ao lado do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)

    O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, pediu licença da maçonaria por temer ser expulso da organização. No início de dezembro, ÉPOCA revelou que um processo para o seu desligamento da maçonaria havia sido aprovado e que Arruda seria julgado. Segundo fontes ouvidas pela revista, a expulsão era certa. O motivo do processo foi o aparecimento do governador em um vídeo recebendo R$ 50 mil do ex-secretário de Relações Institucionais do governo Durval Barbosa, no episódio que ficou conhecido como mensalão do DEM de Brasília.

    Arruda entrou com o pedido de “quite placet”, concedido pelas lojas maçônicas quando o maçom fica impossibilitado de freqüentar as reuniões por qualquer motivo. O governador fez o pedido em caráter irrevogável. Com isso, a loja fica impedida de não conceder a licença.

    Do ponto de vista prático, com o “quite placet”, o processo de expulsão de Arruda da maçonaria fica parado. Se quiser voltar à instituição, Arruda terá de se submeter à aprovação dos maçons. Em dezembro, o governador pediu sua desfiliação do DEM com receio de ser defenestrado dos quadros do partido.

    Arruda é mestre grau 3, terceiro de 33 níveis na hierarquia da maçonaria. No grau 1, o membro é chamado de aprendiz. No 2, de companheiro. A partir do 3, já é considerado um mestre.

    Em entrevista a ÉPOCA, o maçom Walter Fachetti (deputado que integra a assembléia federal da organização), que protocolou pedido de investigação e expulsão de Arruda, diz que o governador nem deveria ter entrado para a maçonaria.

    Fachetti, ligado à loja maçônica 22 de agosto em Colatina (ES), afirma que Arruda frustrou a maçonaria por ter prometido fazer um governo voltado para o povo e, depois, ter se envolvido em um escândalo de grandes proporções (mensalão do DEM).

    Fachetti lança suspeitas também sobre a Fundação Gonçalves Ledo, vinculada à maçonaria e que fechou convênios, sem licitação, de quase R$ 30 milhões com o Governo do Distrito Federal para gerir programas de informática.

    O Ministério Público do Distrito Federal já investiga o convênio da fundação com a Secretaria de Ciência e Tecnologia.

    Fachetti diz que, neste momento, não chama Arruda de “irmão”, que é o tratamento entre os maçons. Ele afirma não acreditar na volta de Arruda à maçonaria, mas não duvida que isso aconteça. “É possível que ele peça para voltar e um monte de bandido aprove a volta dele. Infelizmente a Ordem (maçônica) tem pecado muito.”

    A seguir, os principais trechos da entrevista do deputado federal maçônico Walter Fachetti a ÉPOCA.

    ÉPOCA – O que é o “quite placet”, pedido pelo governador José Roberto Arruda? É uma licença?

    Walter Fachetti – Quando o maçom se vê impossibilitado de freqüentar as reuniões, por qualquer motivo, ele entra com o pedido. Isso está no regulamento geral da ordem, no artigo 43. O pedido dele, feito no dia 18 de dezembro, foi apresentado em caráter irrevogável. Não existe nenhum meio que a loja (maçônica) possa revogar. Ela concede simplesmente o “quite placet”.

    ÉPOCA – E o governador explica o motivo da licença?

    Fachetti – Na verdade eu nem soube por Brasília. Eu que fiz o pedido de abertura de processo contra o Arruda no dia 2 de dezembro. Protocolei no Espírito Santo. Fiz alguns contatos com alguns maçons para pedir apoio, já que eu sou deputado federal da maçonaria. Mas, quando se faz o pedido em caráter irrevogável, você não fala o porquê. Só fiquei sabendo da concessão pela internet.

    ÉPOCA – O que acontece com o processo de expulsão dele da maçonaria?

    Fachetti – Infelizmente o processo fica parado. Não tem como prosseguir. Isso porque ele não faz mais parte do corpo da loja. Ele continua sendo maçom. Quem entra na maçonaria nunca deixa de ser maçom. Eternamente vai ser maçom. Mas, com o “quite”, fica parado. Mas eu estou estudando algumas possibilidades. Eu recebi alguns documentos do grão-mestre de Brasília, Jafé Torres. Ele tem uma fundação em Brasília chamada Gonçalves Ledo. Houve algum desvio de recursos para ele.

    ÉPOCA – Para o Jafé Torres?

    Fachetti – Para a fundação. Ela teve um valor pequeno até 2003 em que dava para pagar só a contabilidade e alguns funcionários. No ano passado, teve uma receita exorbitante. Estou vendo a possibilidade de abertura de um processo de investigação da maçonaria sobre a fundação Gonçalves Ledo, que é mantida pela maçonaria, por alguns maçons que não deveriam estar no meio. O que prezamos acima de tudo é a liberdade, a fraternidade e a igualdade. Essa forma de maracutaia, a maçonaria, em nenhum momento, comunga com isso. Infelizmente não temos como separar muitas coisas. As pessoas começam a ficar marginais depois que entram na política. Geralmente no nosso meio não se encontra esse tipo de pessoa. Mas entraram. Por motivos alheios ao que a ordem preceitua. Por isso são coisas que temos de punir. E nós, como maçons que queremos a coisa certa, queremos fazer com que ela aconteça.

    ÉPOCA – Seria possível alguma intervenção na loja maçônica do Distrito Federal em função das suspeições?

    Fachetti – Só quem pode fazer isso é o Grande Oriente do Brasil, por meio do grão-mestre geral, que é Marcos José da Silva. Caso a loja toda esteja envolvida no processo com o próprio Arruda, que, neste momento, eu não chamo de Irmão. Para mim é um homem de avental que entrou na maçonaria por motivos particulares e alheios aos que a Ordem preceitua. Não deveria nunca ter entrado. Ou seja, ele atingiu o grau de mestre em um período curto, o que não deveria. Com ele foi diferente. Na história da maçonaria só teve um que conseguiu isso e também por interesse: foi Dom Pedro I.

    ÉPOCA – Só o Dom Pedro I e o Arruda?

    Fachetti – Só o Arruda e o Dom Pedro I. Parece que a assessoria do Arruda é quase toda de maçons da loja dele. Estou batendo contra essa situação porque não admito esse tipo de coisa. Se for para dar um jeitinho, a gente sai da maçonaria e fica do lado de fora, que já está uma bagunça. Dentro da Ordem, fazer uma coisa dessas é lastimável.

    ÉPOCA – O Arruda fica impossibilitado de freqüentar as lojas maçônicas?

    Fachetti – Sim. Ele fica impossibilitado de freqüentar reunião ou evento fechado da maçonaria. Só eventos abertos, apesar de ser maçom. Esse período dura seis meses e pode ser revogado por mais seis meses. Depois disso, ele pode, com o “quite” na mão, pedir para voltar a qualquer loja, desde que a loja aceite. A mesma coisa que aconteceu lá no Senado. Ele burlou o painel, falou que não tinha sido ele e voltou uns meses depois como deputado e governador. E o povo aceitou.

    ÉPOCA – Então o governador Arruda pode voltar à maçonaria?

    Fachetti – Pode. Se a loja achar por bem, sim. Existem interesses e interesses. Normalmente não se pode fazer isso. Mas, infelizmente, a Ordem tem pecado muito.

    ÉPOCA – Na prática, o que o governador Arruda ganha com o “Quite Placet”?

    Fachetti – O processo de expulsão fica parado. Mas acho, particularmente, que ele não volta mais. O desgaste dele dentro da Ordem foi grande. Quando ele cometeu o ato ilícito do painel (violação) e ele já era maçom, o Arruda foi dentro de loja, pediu desculpa e falou que ia fazer um governo voltado para o povo. E a Ordem acreditou nisso. E agora aconteceu uma situação dessa (mensalão do DEM). Eu acho que ele já se queimou o suficiente. Não estou falando que não vai acontecer que não vão aceitar ele. É possível que ele peça para voltar e um monte de bandido aprove a volta dele. Eu digo sempre o seguinte: se você anda com porco, você come lavagem. Se aprovarem a volta, é por outros motivos, que fogem ao que a Ordem preceitua. Eu vou estar em cima, batendo. Porque se depender de mim ele não volta. Somos mais de 300 mil maçons no Brasil. A minha palavra é pequenininha, mas vou tentar fazer.

    ÉPOCA – A opinião na maçonaria é de que ele deve ser afastado?

    Fachetti – As manifestações contra ele são muitas. Eu tenho de Recife, Fortaleza, São Paulo. Junto com o meu pedido, entrou uma série de pedidos de expulsão dele no judiciário maçônico. Não estou sozinho. A imprensa não sabe muito porque a maçonaria é uma coisa muito fechada. Eu gostaria que este movimento (Arruda) fosse aberto, que fosse escrachado. A maçonaria está vivendo muito do passado. Ajudou na proclamação da República, ajudou na Inconfidência mineira, na libertação dos escravos. O passado é museu. A maçonaria deveria mostrar o que faz hoje em prol dos menos favorecidos. Não existe mais motivo para vivermos escondidos do que jeito que nós vivemos. Ou seja, se tem um cidadão desses (Arruda), que faz uma coisa dessas, ele deveria ser achincalhado pela maçonaria primeiro. Sou partidário dessa idéia. A maçonaria não deveria ficar na escuridão neste momento.

    ÉPOCA – Então o senhor não tem motivos para ficar no anonimato.

    Fachetti – Não vejo motivos. Só se quiserem me expulsar. Mas não existe motivo para me expulsarem.

  • 23 Comentários

    Veja abaixo os comentários

    1. Eronildes Ferreira de Morais
      Publicado em 06/03/2010

      S.:F.:U.:
      QUIT_EX_OFíCIO para ARRUDA.

    2. Frederico Krüger
      Publicado em 09/03/2010

      não julgueis……………………..

    3. Edmilson Muniz
      Publicado em 12/03/2010

      Parabéns muito bonioto o palacio de olaria

    4. Cristina de F.Martin Pereira
      Publicado em 03/10/2010

      Olá, Quero parabenizar os atuais lideres da Maçonaria. Como S.R.C. AMORC.fiquei constrangida em ver a maçonaria sendo atacada nos noticiarios envolvida em escandalos, apos este esclacimentos que li, fiquei mais tranquila, em saber que providencias estão sendo tomadas. Gostaria que a Ordem voltasse a ser combativa de outrora, que no momento da seleçao de novos candidatos engressarem, fosse mais rigorosa, para que membros ativos não fossem contaminados pelo virus da infidelidade, ganancia, desonestidade e pela falta de ética. Acredito e confio na MAÇONARIA, sei que maços de boa indole (que existem), fieis aos juramentos, acabem com este absurdo que esta a politica brasileira..Quero parabenizar o Dpto.Walter Fachetti pela atitude tomada no pedido de expulsao do ex-cunhado Arruda. Abraços.

    5. Publicado em 13/11/2010

      A GL.: DO GR.: ARQ.: DO UNIV.;

      já está saindo o ex-oficio de Arruda

      Recife Pe

    6. Danuza Freire
      Publicado em 11/01/2011

      Se, por exemplo, a pessoa tiver um processo não pode ser maçom?

      R. “Depende do processo. Você pode ter sido processado e não ter tido nenhuma responsabilidade. É feito uma avaliação para saber o porque desse processo. Busca-se a verdade sempre. Aliás, é um dos lemas da maçonaria, a busca permanente da verdade”.

      Existe alguma afinidade entre a Maçonaria e o Espiritismo?
      R. “Que é o que se pede a todo maçom iniciado? Crer na imortalidade da alma, no Divino Arquiteto, ser benfeitor, devotado, sociável, digno e humilde. Ali pratica a igualdade na mais larga escala. Há, pois, nessas sociedades uma afinidade com o Espiritismo de tal modo evidente que salta aos olhos.”

      ….E pedro perguntou : “Senhor, quantas vezes perdoarei ao meu Irmão, quando ele houver pecado contra “mim” ???Será até sete vezes ???Jesus lhe respodeu: Eu não vos digo até sete vezes, mas até setenta e sete vezes.

    7. Claizer Moura
      Publicado em 11/08/2011

      IIr,’, boa noite

      SFU

      o duro é que o Arruda é do oriente de Itajubá – MG
      Aqui esta, para A.’.G.’.D.’.G.’.A.’.D.’.U.’. a A.’.G.’.B.’.C.’.L.’.S.’.D.’.H.’. 61 da qual tenho a honrra em pertencer. Aqui tratamos vultos com nosso querido Ir.’. ex presidente Wenceslau Braz com Júbilo e Glória.

      Lamento nosso contenrraneo cometer deslize dos degraus da escada de jacó.

      um cordial TFA desse pequeno irmao.

      minha opiniao é Ex ofício imediatamente.

    8. eleuterio jose santana
      Publicado em 06/10/2011

      como irmao do rito frances, rito pagao como alguns dizem,sou favorave ao sepultamento da corrpçao, a todod um abraço fraterno. ejs -loja tres estrelas.

    9. Walter \Fachetti
      Publicado em 29/10/2011

      Carissimos Irmãos,
      A bandalheira ainda não foi exterminada no seio da maçonaria, holofotes estão novamente em nossas direções. E quem paga tudo, por atos feitos por alguns, somos nós. Preisamos rever nossos conceitos de edificar uma nova ordem: com principios, diretrizes e propositos. Do jeito que está seremos todos culpados.

    10. BRUNO DE PAULA GARCIA
      Publicado em 11/11/2011

      Caríssimos irmãos…

      Nossa conduta é cobrada a todo instante. A corrupção não está na Política, tampouco nos políticos, sejam maçons ou profanos, mas no ser humano. Espera-se do maçon uma conduta indefectível, como se sua caminhada tivesse chegado ao termo, o que não é verdade, eis que os livres pensadores somente escolheram uma forma iniciática, filosófica e ritualística de construir seu templo interior, o que, na verdade, é responsabilidade de todos os Homens e não somente dos maçons. Sem adentrar no mérito da questão, o que pretendo com estas linhas não é defender este ou aquele maçon que porventura seja denunciado moral ou criminalmente, mas criticar eventual sensacionalismo em cima da matéria. Algumas matérias jornalísticas são feitas com o intuito de macular nossa honrada instituição e devemos nos policiar para que nós mesmos não nos profanemos em pré julgamentos ou em intolerâncias excessivas já que a fraternidade que juramos defender inclui o apoio a um irmão que eventualmente tenha pecado. Perguntemo-nos: Fosse um irmão carnal a cometer um pecado qualquer, ou um crime que seja, excluiríamos o irmão da família? Arrancaríamos seu sobrenome do nosso. Não. Daríamos apoio e o visitaríamos nos porões da mais suja masmorra, aconselhando-o a não mais errar e mostrando-lhe os rumos da “porta estreita”. Assim, conclamo os irmãos a vigiarmos nossa conduta dentro e fora das Lojas posto que cada falha humana nos torna menos maçon. Resumindo: Quem nunca pecou, que atire a primeira trolha!

      TAF

      Bruno de Paula Garcia – Membro da SAFL pela Loja Narceu de Almeida 2009 – Grande Oriente do Estado de Goiás.

    11. I.: Acácio
      Publicado em 13/11/2011

      Caro I.: Bruno.
      Eu tenho pai e irmão (de sangue) na Maçonaria e se meu pai, ou meu irmão ou alguem de minha família, maçom ou não, fizesse o que o Arruda fez eu não daria apoio a ele não. Eu daria sim todas as informações para que meu irmão fosse para a cadeia, e que fossem retirados seus bens, para tentar então pagar sua dívida para com a sociedade. O Arruda e muitos outros irmãos desonestos devem sim serem expulsos da ordem e nunca mais participar de nenhuma sessão.

    12. JOSÉ LUCAS ALVARENGA
      Publicado em 12/02/2012

      Filho de Maçon, me ingressei na Ordem em 07/09/1978. Fui iniciado ainda nos moldes rígidos da Ordem. Acredito que pelo numero de maçons que temos na politica, e se os mesmos forem honestos, de caráter, muita coisa poderá ser feia por esse país. Ainda acredito em exemplos de conduta, integridade e carater. Muitos entram na Maçonaria por, status, interesse e conviniência, usam do prestigio da Ordem para atingir objetivos. Fora com os corruptos e desonestos. Porque manchar e deixar-se manchar uma Organização milinar.Nada de Quite mas expulsão do nosso convivio.

    13. Jânio Gonçalo Maciel de Morais
      Publicado em 05/03/2012

      S.’.F.’.U.’..

      A TERMINOLOGIA SER MAÇON É POUCO, INFELISMENTE HOJE DENTRO DA ÓRDEM, SAGRADA, JUSTA E PERFEITA. O QUE NOTAMOS, SÃO ESSES HIPOCRITAS, QUE ” ESTAR MAÇON”, POR VONTADE ESCURAS E DESEJOS VOLTADOS POR TER E OBTER VANTAGENS.
      TEMOS, DEVEMOS E PODEMOS EXCUIR ESSES “ESTAR MAÇON”, POIS A ORDEM NÃO DEVE PERMITIR QUE SERES DESSE CARATER POSSA ADENTRAR E FICAR NA ORDEM MAÇONICA.
      SE PREGAMOS E FAZEMOS DO “TUDO JUSTO E PERFEITO”, VAMOS MANDAR EMBORA ESSES PERJUROS, INDEPENDENTE DE GRAU, POIS AS COLUNAS DEVERÃO ESTAREM NA MESMA VISSÃO PARA OS VERDADEIROS MAÇON. “SER MAÇON”.

    14. Leonardo Ecco
      Publicado em 21/03/2012

      Não sou maçom, mas leio muito, tenhos amigos que são e respeito muito pelo que a instituição maçonaria e vem pregando ao longo dos seculos. Realmente é de indignar ver diversos politicos maçons Brasil a fora envolvidos com maracutaias, falcatruas, corrupção e roubo. Literalmente roubo, pois o dinheiro que é público é de todos. Deve existir o principio do perdão dentro da ordem, mas gostaria de saber se o critério é utilizada de maneira igual para todos os irmãos. Por exemplo: Se um membro da ordem for preso, assaltando um banco, roubando o carro ou a casa de outro irmão ou cometendo qualquer tipo de crime “mais escancarado” haverá também o principio do perdão? Qual será o tipo de “punição” que este membro receberia? Alguém pode me responder isto? Fico grato e Paz Profunda a todos!

    15. Décio Luiz Sampaio
      Publicado em 20/05/2012

      S.’.F.’.U.’.

      Não temos o que discutir, que seja expedido urgentemente , imediatamente o Quit Ex Ofício para esse traidor.

      T.’.F.’.A.’. aos nossos IIr.’. Maçons honrados.

    16. Isaque Macedo
      Publicado em 19/06/2012

      S.’.F.’.U.’.

      Isso é uma vergonha para a ordem e para o país.

      O solidariedade, o socorro ao aflito e aos que necessitam de socorro, seja em qual esfera for, é perfeitamente aceitável e é de incumbência dos irmãos ajudar ao irmão que passa por tribulação. Perdoar aos que pecam se faz necessário, mas compartilhar com ações fraudulentas e ser coniventes a elas, jamais.

      T.’.F.’.A.’. aos amados.

    17. Hiram
      Publicado em 26/08/2012

      S.’.F.’.U.’.

      Perjuro. A sublime ordem nao precisa desse tipo de pessoa. Era só o que faltava a corrupçao tomar conta até mesmo da Maçonaria. Fora corruptos!

    18. RAIMUNDO A. SILVA
      Publicado em 26/09/2012

      TEMOS QUE TOMAR MUITO CUIDADO AO APRESENTAR UM CANDIDATO PARA A MAÇONARIA, HOJE EM DIA BASTA UM PROFANO FAZER UM FAVOR A UM MAÇOM PARA QUE SEJA CONVIDADO INICIAR NA SUBLIME ORDEM, SUGIRO QUE OS GRÃOS MESTRES FORMAM UMA COMISSÃO PARA ANALISAR E SINDICAR TODOS OS CANDIDATOS APROVADOS pelas lojas da sua jurisdição, só assim poderemos diminuir os riscos de iniciar pessoas sem condições moral e intelectual, que O G.A.D.U, NOS ILUMINE, AFASTANDO DA ORDEM ESSAS PESSOAS.

    19. PAULO ALVES
      Publicado em 17/02/2013

      Entrevista MAGISTRAL. Vossa Excelência não entrou na maçonaria, posso afirmar a maçonaria está dentro de Vossa Excelência. Maçon corajoso, verdadeiro com formação humanística, o senhor me encantou. O caso do José Roberto Arruda é um caso de profano de avental. Entrou na maçonaria por estatus e a maçonaria, coitada está a quilômetros dele. Este senhor gostava de chamar quem não é maçon de goteira. Um dia, no corredor do Senado perguntei-lhe: qual a diferença entre um goteira e um profano de avental. Não me respondeu, baixou a cabeça e, arrogante como sempre foi me desdenhou. Está aí a grande resposta, pois conheço vários goteiras que, hoje são excelente maçons, enquanto ele está ardendo no inferno de Dante. Mais um caso, não sei se Vossa Excelência se lembra. Edmundo Santos Silva que, foi presidente do Clube de Regatas do Flamengo, fechou um contrato milionário com a ISL(60 milhões de dólares) e, o que aconteceu com ele: foi defenestrado da presidência do Flamengo, foi expulso da maçonaria em 30 dias e, os jornais colocaram em manchete: 33 bolas pretas para Edmundo que foi expulso da maçonaria. Em resumo: hoje o Edmundo vende bala no trem. Conheço outros casos que os caras foram expulsos que é de dar dó. Enfim, esta é a maçonaria que Vossa Excelência defende: espada sobre a cabeça, verdade nos olhos e luvas brancas nas mãos.
      Hoje, dia 17 de fevereiro de 2013, às 13:40 a rádio CBN-RJ , através da jornalista Tânia Morales entrevistou uma autoridade ligada ao Papa e o questionou sobre a maçonaria dentro do vaticano. Ele defendeu a instituição e falou que a maçonaria havia errado no caso do Banco Ambrosiano, igualzinho ao caso Arruda.
      Paro por aqui e desejo-lhe saúde e vitória nesta empreitada.
      Assina, PAULO ALVES, NASCIDO AOS 22 DE AGOSTO DO ANO CRISTÃO DE 1958.

    20. Publicado em 05/03/2013

      INFELIZMENTE A MAÇONARIA ESTÁ, A CADA DIA QUE PASSA, PERDENDO CREDIBILIDADE POR CULPA DOS IRMÃOS QUE ACEITAM QUALQUER UM APESAR DE TODAS AS EXIGÊNIAS.
      NO PRÓXIMO DIA 25 ESTAREI COMPLETANDO 73 ANOS DE IDADE E 22 ANOS DE APOSENTADO DO BANCO DO BRASIL.
      EM 1.969, RESIDINDO EM INHAPIM (MG), COMO LÁ NÃO EXISTIA LOJA EU FUI INICIADO NA DE DOM CAVATI (MG) E PELO FATO DE FREQUENTAR AS DE CARATINGA E GOVERNADOR VALADARES, COM ASSIDUIDADE, FUI ELEVADO A MESTRE EM APENAS 4 MESES.
      TRANSFERIDO QUE FUI PARA FRANCISCO SÁ (MG), COMO TAMBÉM LÁ NÃO EXISTIA LOJA O PREFEITO NOS DOOU UM LOTE NO CENTRO DA CIDADE E, COM MUITO ESFORÇO DE TODOS OS IRMAOS, CONSTRUIMOS A SEDE E FUI NOMEADO O PRIMEIRO VENERÁVEL. ELA PERTENCIA AO G.O.M.G; DEPOIS FUI TRANSFERIDO PARA A CIDADE GOIANA DE FORMOSA; COMOLÁ EXISTIA UMA LOJA PERTENCENTE À GRANDE LOJA DE SÃO PAULO, FUNDADA EM 1.950 E COMO ACHEI MAIS INTERESSANTE LUTAR PELO SOERGUIMENTO DELA CUJAS COLUNAS FORAM ABATIDAS POUCOS ANOSW DEPOIS, FUI AO PREFEITO QUE TAMBÉM NOS DOOU UM LOTE.
      CONJUNTAMENTE COM O GERENTE DO B.B. FUI A GOIÂNIA E O SERENÍSSIMO GRÃO MESTRE ME NOMEOU O PRIMEIRO VENERÁVEL SOERGUEDOR.
      EM 1.981 FUI TRANSFERIDO PARA BRASÍLIA (DF) ONDE RESIDO ATÉ HOJE.
      COMO NUNCA GOSTEI DE PROMETER E NÃO CUMPRIR, AINDA ESTOU ADORMECIDO, DEVENDO RETORNAR NUM FUTURO NÃO MUITO LONGÍNQUO A FREQUENTAR NOVAMENTE AS REUNIÕES COM O PENSAMENTO VOLTADO EXLUSIVAMENTE À MELHORIA DE TODOS NÓS, INDEPENDENTEMENTE DE QUAISQUER INTENÇÕES DESUMANAS.
      COMO ESTOU PRESIDINDO A CASA DE MINAS GERAIS “PRESIDENTE J.K.” QUE FOI FUNDADA EM 15/10/1966, CASO ALGUÉM POSSA NOS AJUDAR ENVIANDO OS E-MAILS DE MINEIROS, IRMÃOS OU NÃO, RESIDENTES NESTA CAPITAL PARA O E-MAIL casademinasgerais@gmail.com O G.A.D.U. RETRIBUIRÁ À ALTURA POR TAL ATO HUMANITÁRIO.
      A FINALIDADE É ENVIAR-LHES NOVIDADES E REMETER-LHES MENSAGEM NA DATA NATALÍCIA DE CADA UM.

    21. Publicado em 14/03/2013

      infelimente este homen e do meu rito nao sabia que esta coisa era meu ir vou entrega na mao de deus que vegonha

    22. uilson carlos de oliveira
      Publicado em 24/07/2013

      eu ainda nao sou macom, ja enviei os documentos
      Necessario para o gob espero ser aceito,porque.
      A maconaria e uma licao de vida,voces estao de parabens.

    23. Nicolau
      Publicado em 15/09/2013

      N comunismo a maçonaria foi exterminada e os maçons morreram como cachorros no Gulag e Sibéria! Só Fidel Castro deixou a maçonaria livre em Cuba e por isso está no poder até hoje!

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