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Hinos Maçônicos
A música é uma das mais sublimes formas de representação artística.
Os Hinos  são  uma maneira de expressarmos nosso sentimento de identidade, lealdade e respeito à Pátria, família, enfim, às instituições de uma forma geral.
Temos aqui nesta seção, nos menus Os Hinos da Maçonaria e da Loja Obreiros de Irajá; Hinos usados pelos maçons, os quais você poderá,acompanhar suas respectivas letras.

HINO A OBREIROS DE IRAJÁ

Letra do Ir.’. Hélio de Souza

I

Lutemos meus irmãos por um ideal

Que será sempre a luta do bem contra o mal

Lutemos sem temor e sem vaidade

Contra a própria imperfeição da humanidade

É nossa fé inabalável

Nossa loja pelo bem só lutará

Que o grande Arquiteto do Universo

Inspire sempre

Os Obreiros de Irajá.

II

Irmanando seus obreiros com calor

Norteando seu destino que é glorioso

Convertendo para ela todo amor

Belo, nobre, sutil, laborioso

Vinde a nós irmãos no afeto e na bondade

“Que só o amor constrói pra eternidade…”

HINO MAÇÔNICO BRASILEIRO

Letra de Otaviano Bastos
Música de D. Pedro I

Este hino é um dos mais bonitos da nossa pátria, que se reproduz a seguir:

Da luz que de si difunde
Sagrada filosofia,
Surgiu no mundo assombrado
A pura maçonaria.

Coro: Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Da razão parte sublime,
Sacros cultos merecia,
Altos heróis adoraram
A pura Maçonaria.

Coro: Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Da nação suntuoso Templo,
Um grande rei eregia,
Foi então instituída
A pura Maçonaria

Coro:
Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Nobre intento não morre,
Venceu do tempo a porfia
Há de os séculos afrontar
A pura Maçonaria.

Coro: Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Humanos sacros direitos
Que calcarão a tirania,
Vai ufana restaurando,
A pura Maçonaria.

Coro: Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Da luz depósito augusto,
Recantando a hipocrisia,
Guarda em si com zelo santo
A pura Maçonaria.

Coro: Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Cautelosa, esconde e nega
À profana gente ímpia
Seus mistérios majestosos
A pura Maçonaria.

Coro: Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Do mundo o Grande Arquiteto,
Que o mesmo mundo alumia,
Propício, protege, ampara
A pura Maçonaria.

Coro: Maçons, alerta,
Tende firmeza:
Vingai direitos
Da natureza

Talvez uma faceta menos conhecida da sua vida, seja a sua ligação à Maçonaria.

D. Pedro I, cujo nome simbólico era Guatimozim, foi um dos Grão Mestres da Maçonaria brasileira, tendo sido instalado em 4 de Outubro de 1822.

Do seu legado maçónico destaca-se o Hino Maçônico Brasileiro, foi musicado pelo Imperador do Brasil Dom Pedro I. Escrito por Otaviano Bastos.

O Hino Maçônico Brasileiro, a que se refere o artigo 134 da Cd. GOB é o Hino Maçônico composto: Letra de Otaviano Bastos e Música de D. Pedro I Guatimozim – segundo Grão-mestre geral do GOB.

D. Pedro I era estudioso de música, tendo recebido formação musical de Padre José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), compositor, pianista, professor e organista da Capela Real no RJ; foi também professor de Francisco Manuel da Silva, autor da música do Hino Nacional Brasileiro.

D. Pedro I tornou-se um ótimo compositor, compondo uma ópera em português, cuja ouverture  foi tocada em Paris, em 1832; uma Missa apresentada por ocasião de seu primeiro casamento; Sinfonia da Independência; um Te Deum  para quatro vozes e oração, executado, quando do batizado da princesa Maria da Glória; o Hino da Carta, que foi o Hino de Portugal até 1910; o Hino de D. Amélia composto quando da Campanha em Portugal, o Hino da Independência do Brasil e o Hino da Maçonaria Brasileira.